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Chico Buarque assina manifesto em apoio a Dilma Rousseff

terça-feira, 19 de outubro de 2010


Redação Carta Capital 13 de outubro de 2010 às 17:30h

Documento, também apoiado por Leonardo Boff, Emir Sader e Eric Nepomuceno, defende união em torno da candidatura petista.

Liderados por Chico Buarque, Leonardo Boff, Emir Sader e Eric Nepomuceno, um grupo de artistas e intelectuais divulga um manifesto em apoio a candidatura de Dilma Rousseff. O documento, que será entregue à candidata em um ato político no dia 18 de outubro, no Rio de Janeiro, defende a união de forças para garantir os avanços na inclusão social, preservação dos bens e serviços da natureza e a nova posição do Brasil no cenário internacional. Leia abaixo o manifesto.

Manifesto de artistas e intelectuais pró Dilma

Nós, que no primeiro turno votamos em distintos candidatos e em diferentes partidos, nos unimos para apoiar Dilma Rousseff. Fazemos isso por sentir que é nosso dever somar forças para garantir os avanços alcançados. Para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimento econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens e serviços da natureza, um país socialmente justo, que continue acelerando a inclusão social, que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional.

Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade, a erradicação da miséria e da desiguladade social. Um país que preserve sua dignidade reconquistada.
Entendemos que essas são condições essenciais para que seja possível atender às necessidades básicas do povo, fortalecer a cidadania, assegurar a cada brasileiro seus direitos fundamentais.

Entendemos que é essencial seguir reconstruindo o Estado, para garantir o desenvolvimento sustentável, com justiça social e projeção de uma política externa soberana e solidária.

Entendemos que, muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado.

Por tudo isso, declaramos, em conjunto, o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana.

Leonardo Boff
Chico Buarque
Fernando Morais
Emir Sader
Eric Nepumuceno

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/politica/chico-buarque-assina-manifesto-em-apoio-a-dilma-rousseff
Foto: Facebook da Dilma

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Abgail desfila em comemoração à Semana Farroupilha

quarta-feira, 22 de setembro de 2010



A candidata ao Senado pela coligação Unidade Popular pelo Rio Grande, Abgail Pereira, desfila às 17h deste domingo (19) em Caxias do Sul dentro das comemorações da Semana Farroupilha, como faz todos os anos, estando ou não em campanha.

Além da atuação política e sindical, Abgail reúne ainda qualidades e virtudes que a aproximam da história do Rio Grande do Sul. Nascida em família de tradicionalistas, desde os primeiros anos aprendeu a amar a história riograndense e os costumes do seu povo, participando de várias atividades como integrante da Invernada Artística do CTG Paixão Cortes. O tradicionalismo faz parte da vida de Abgail, que tem contribuído de forma intensa para a difusão dos CTGs e da sua cultura, como declamadora e componente do corpo de dança.

O candidato Tarso Genro também faz sua homenagem às tradições neste domingo. Ele visita o Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre, às 10h30.

Foto: Acervo pessoal

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Tarso visita Acampamento Farroupilha



No belo domingo de sol, véspera do 20 de setembro, o candidato da Unidade Popular Pelo Rio Grande dedicou parte do dia para conversar com os tradicionalistas no Parque da Harmonia, em Porto Alegre. Ao lado do ex-governador Olívio Dutra, Tarso visitou cerca de 20 piquetes no Acampamento Farroupilha.

No Programa de Governo da coligação está presente o compromisso de valorizar o cultivo às tradições gaúchas, através do fortalecimento da Secretaria Estadual da Cultura, que será revitalizada no governo da Unidade Popular. Tarso também garantiu que, caso eleito, irá levar temporariamente a estrutura de governo para a cidade de Piratini, a primeira capital do Rio Grande do Sul.

Após muita carne e chimarrrão, o candidato ainda dançou ao som de música nativista no Piquete do Grupo Hospitalar Conceição (assista ao vídeo).

“Teremos diálogo permanente com os movimentos sociais” garante Tarso durante reunião no comitê da Unidade Popular

Logo após a visita ao Acampamento Farroupilha, o candidato participou de uma reunião com movimento socias das áreas de educação, saúde, sindical, economia solidária, rádios comunitárias, combate ao racismo, mulheres papeleiras, estudantes, servidores da Corsan, Cpers Sindicato,Tecnologia da Informação, moradia, servidores públicos e a Via Campesina. Mais de uma centena de representantes de entidades da Região Metropolitana estiveram no comitê central da Unidade Popular. O encontro definiu estratégias de mobilização e organização na reta final de campanha.

Na sua fala, Tarso ressaltou a importância que os movimentos terão nessas duas semanas até a eleição e garantiu que manterá diálogo permanente quando assumir o Piratini. “Entre o nosso governo e os movimentos sociais não estará a Brigada Militar para reprimir. Teremos um diálogo permanente e aberto”.

Entre as atividades definidas, uma novidade: a utlização de móbiles, paineis que são formados a partir de placas individuais que vão sendo movimentadas, a exemplo das animações de torcidas organizadas. Haverá grupos de militantes em 25 pontos da cidade a partir desta terça-feira (21). Isso se dará em paralelo com bandeiraços e panfletagens nas principais avenidas. No mesmo dia, às 18h30, acontece a plenária de mobilização da reta final na Igreja da Pompéia.

Na quarta-feira (22), Tarso e os prefeitos da Região Metropolitana participam de panfleteação na Estação mercado, do Trensurb. Na quinta-feira (23), está previsto o Ato pelo Pacto Republicano, no Hotel Everest, em Porto Alegre. Na sexta-feira (24), todas as atividades e movimentos convergem para o grande comício da Vitória, no Largo Glênio Peres.

Foto: Caco Argemi (Tarso visitou o Acampamento Farroupilha)

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Mulheres, Cultura e Juventude com Dilma

terça-feira, 21 de setembro de 2010


Amig@s internautas e militantes virtuais!

A #OndaVermelha vai tomar conta do Brasil esta semana em três grandes mobilizações: Juventude, Mulheres e Cultura, sendo que este último contará com evento especial da #dilmanarede, focado em Cultura Digital.

Terça-feira (21) é o Dia de Mobilização Nacional da Cultura e contamos com a criatividade e a consciência crítica dos nossos agitadores culturais. No Rio de Janeiro, o Espaço Franklin é o endereço do grande ato, às 19h.

Em Brasília, na quarta-feira (22), a Secretaria Nacional de Cultura do PT e as Redes Sociais da Campanha Dilma Presidente convidam para a roda de prosa sobre "Cultura Digital para o Brasil seguir mudando", às 19h. Vá até o Espaço Cultural Contemporâneo Ecco Virtual (SCN, quadra 3, bloco C, loja 5) ou acompanhe a cobertura pelos nossos Twitters @dilmanarede e @culturacomdilma. Em pauta, o plano nacional de banda larga, a reforma da lei de direito autoral, entre outros temas.

A #GaleradaDilma iniciou sua mobilização no sábado (18) e até o dia 24 de setembro fará bandeiraços, pedaladas, panfletagens, debates, samba de roda e muito mais. Confira alguns eventos que já estão confirmados. Acompanhe a cobertura pelo @dilmanarede e @galera_dilma.

O Setorial de Mulheres também preparou uma série de atividades e realizará durante a Semana a #ondalilás - de 20 a 24 de setembro, em todo o Brasil.

Na quarta-feira (22), as militantes de Maceió vão invadir a cidade com bandeiraço, panfletagem e adesivaço nos sinais da Avenida Fernandes Lima. Confira aqui mais ações das mulheres e acompanhe os twitters @dilmanarede e @mulheres_dilma.

Participe ativamente! Estamos na reta final para eleger Dilma Presidente do Brasil. Aproveite e acompanhe o blog Mulheres com Dilma, Galera da Dilma e as comunidades dentro da #dilmanarede Cultura com Dilma, Mulheres com Dilma e Galera da Dilma.

Aquele abraço,
Equipe #dilmanarede

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Tarso Genro convida para o lançamento do Manifesto da Cultura

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Caros amigos,

Está confirmado o lançamento do Manifesto da Cultura no dia 6 de setembro, segunda-feira, a partir das 18h30min, no Boteco Imperial (Santana, 375), Se você ainda não assinou, envie até dia 2 de setembro uma mensagem para:


com nome, município, e área de atuação.

Confira abaixo convite de Tarso Genro para o encontro com a cultura.

Gostaria de agradecer aos amigos e amigas da cultura que já assinaram o manifesto e convidá-los para um happy hour de lançamento no dia 6 de setembro, segunda-feira.

Um grande abraço,
Tarso Genro




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Lançamento do Manifesto da Cultura em apoio a Tarso Genro será dia 6 de setembro

terça-feira, 31 de agosto de 2010


Caros amigos,

Está confirmado o lançamento do Manifesto da Cultura em apoio à candidatura Tarso Genro no dia 6 de setembro, segunda-feira, a partir das 18h30min, no Boteco Imperial (Santana, 375- Porto Alegre).

Gostaríamos de agradecer o apoio de todos artistas, músicos, atores, diretores, produtores culturais, músicos, cineastas, bonequeiros, passistas, sambistas, tradicionalistas, intelectuais, artistas visuais e afins que já assinaram o Manifesto da Cultura.

Logo abaixo, é possível conferir o texto e a lista dos assinantes. Se você ainda não assinou, envie, até dia 1º de setembro, uma mensagem para:

manifestodacultura@tarso13.com.br

com nome, município, e área de atuação. A quem divulgar o Manifesto, nosso agradecimento.

Um forte abraço,
Clarissa Pont

RIO GRANDE
DO SUL
DA CULTURA
DA CIDADANIA


Confira a relação de todos os que já assinaram o manifesto, clicando aqui.


EU JÁ ASSINEI, E VOCÊ ? AINDA NÃO ? ASSINE AGORA MESMO !!!

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Assine e divulque o manifesto da cultura de apoio a Tarso Genro

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Caros,
Estamos articulando o Manifesto da Cultura em apoio à candidatura Tarso Genro, que segue abaixo. Para assinar o manifesto, é preciso enviar uma mensagem para:

manifestodacultura@tarso13.com.br

com nome, município, e área de atuação. As assinaturas serão reunidas em planilhas com estes dados.

Agendem-se também para o lançamento do Manifesto, no dia 1º de setembro. Realizaremos um grande encontro do candidato com o pessoal da cultura, às 18h30min, em local a ser definido.

Contamos com o apoio de todos vocês para divulgar o documento.


Os gaúchos são sua cultura. Poucos povos no Brasil têm o sentimento tão forte deste dado fundamental de sua vida coletiva. Somos conhecidos no País afora tanto pela força de nossos símbolos, por nossa história coletiva, quanto pela solidez da formação dos artistas gaúchos – em suas expressões individuais ou não – e a intensidade de nosso ativismo cultural. Ao longo dos anos, consolidaram-se no Rio Grande eventos com história e impactos em praticamente todas as linguagens. Por aí vão décadas de festivais nativistas, da Feira do Livro de Porto Alegre, da Jornada de Literatura de Passo Fundo, da Bienal do Mercosul, do Porto Alegre em Cena, do Festival de Cinema de Gramado. Entre diversos outros, estes eventos são hoje processos que desencadeiam desenvolvimento turístico, educacional, econômico, cidadão e, claro, estético.

Um enorme número de gaúchos são artistas e intelectuais reconhecidos em suas áreas. Homens e mulheres cuja força criativa produz comoção, riso, reconhecimentos, percepções e afeições com seu trabalho dentro e fora do Rio Grande do Sul. Isso numa ponta, naquela que já está de certa forma inserida no mercado ou na academia, e que consegue viver de seu talento criativo, muitas vezes a duras penas, principalmente neste início de milênio, em que transformações radicais ocorrem nas indústrias culturais tradicionais (da música, do livro, do cinema etc). Artistas cuja enorme produção merece um reconhecimento à altura por parte do Estado do Rio Grande do Sul, por meio de políticas que facilitem a circulação de seu trabalho no mercado gaúcho e ampliem a presença de sua produção no Brasil e no Exterior. A cultura é direito de todos, mas este direito só se completa realmente com a valorização dos artistas. E o Rio Grande do Sul precisa retribuir, com uma política cultural abrangente, a seus talentos o que estes fazem pelo Rio Grande.

Este é um problema numa ponta, mas também na outra, onde um sem-número de criadores ainda sem inserção de sua produção amarga a falta total de apoio a projetos, a falta de formação na área da cultura, a inexistência de um programa de intercâmbio cultural e possibilidades de mostrar sua produção a públicos maiores. E há milhares deles no Estado. Em cada uma dessas quase 500 cidades do Rio Grande do Sul, existem corais, bandas, escritores, artistas plásticos, atores e atrizes, que, sem apoio, muitas vezes desistem do caminho das artes para encaixarem-se em um lugar “produtivo” na periferia de nosso capitalismo.

E há ainda os milhões de jovens a quem muitas vezes sequer é dada a oportunidade de saber o que é o mundo das artes. O Estado, que desde a constituição de 1988 deveria garantir-lhes seus direitos culturais, não lhes oferece sequer o acesso a bens e serviços dessa natureza, quanto mais o mínimo contato com a técnica em oficinas e cursos iniciais. Corta-se, no começo da vida intelectual e criativa desses meninos e meninas, a possibilidade de, se não de se tornarem artistas, pelo menos de participarem com mais qualidade do mundo da fruição simbólica. Entregues em massa ao deus-dará do mercado e dos conglomerados de entretenimento, viram peças de consumo de superficialidades espetacularizadas, sem qualquer balanceamento de alguma esfera crítica, a qual um estado republicano deveria sempre ter como objetivo desenvolver.

Ocorre que, ao contrário do que aconteceu no Brasil, o Rio Grande do Sul ainda não entrou no paradigma da política cultural e, por isso, não desenvolveu os instrumentos necessários para dar conta da produção e do acesso do povo gaúcho a ela. E o fato crucial é que a falta de política cultural decorre, na verdade, de uma visão inadequada de cultura, que a vê como eventual, como a cereja do bolo, e não com suas potencialidades de rebatimentos econômicos, sociais e criativos. Os minguados orçamentos para a Cultura refletem a importância que o atual governo dá para ela. Assim, exime-se de fazer política cultural com uma isenção fiscal utilizada na verdade como isenção do papel do Estado na Cultura. Não aproveitar o que de mais rico um povo pode ter, sua criatividade e sensibilidade, é desperdiçar a chance de se ter o Rio Grande do Sul realmente como um “Estado criativo”, como acontece hoje em diversas partes do mundo, entre cidades, estados e países que colocam este “ativo” que possuem como fator importante de seu desenvolvimento, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, mas também no Canadá e em outras nações do Globo.

Com a falta de política cultural, há o desperdício das muitas chances de um desenvolvimento do Rio Grande do Sul com mais impacto ético, estético, social e individual, dimensões amplamente desenvolvidas pelas artes. No mundo contemporâneo, esse poder inventivo de que a arte se origina e alimenta é percebido tanto pela sua importância para a qualificação dos ambientes sociais quanto como elemento gerador de uma economia que hoje, no mundo, soma cerca de 7% do PIB e, no Brasil, chega bem perto disso. O Rio Grande do Sul tem a energia criativa para esta transformação de seu perfil. O que falta é circulação. Faltam fomento e incentivo. Falta ação do Estado. Inclusive para chegar a outros setores da cultura, para descobrir novos talentos, fomentar circuitos e eventos e estimular linguagens novas.

Abafando esta potencialidade, o que há hoje é um enorme vazio do papel do Estado no setor. O fato indiscutível não é apenas que não existe planejamento da área da cultura pelo Estado, que sua Secretaria finalística está desestruturada, que o financiamento é nulo, mas a própria ideia de cultura está ultrapassada, principalmente se compararmos com o que aconteceu no Brasil do governo Lula, nos últimos sete anos e meio. Um país que vem implantando e modernizando bibliotecas em todo o seu território; que investe no poder do crescimento da dimensão do simbólico das populações com seus Pontos de Cultura; que avança em direção ao interior de seus rincões com ações nas mais diversas áreas, via editais públicos que descentralizam de maneira republicana o acesso aos recursos; que amplia de R$ 359 milhões (0,2% da receita do país) para R$ 2,2 bilhões (0,7%) em 2010, o maior orçamento da história brasileira para a cultura; que faz os benefícios da Lei Rouanet chegar pela primeira vez às suas regiões mais distantes; que estrutura uma rede de museus de Norte a Sul...

Enfim, o Brasil mudou desde 2003. E mudou estruturalmente em se tratando de políticas culturais. Ultrapassamos diversos paradigmas de lá para cá. O primeiro é o redutor paradigma da Identidade (herdeiro do positivismo, do nacionalismo e do militarismo), pelo paradigma da Diversidade Cultural. Com a ratificação, em 2007, pelo Congresso Nacional, da Convenção da Unesco pela Promoção e Proteção da Diversidade Cultural, o Brasil disse ao mundo que a identidade de seu povo não é uma cultura homogênea, mas um rico conjunto de diversidades.

O Rio Grande do Sul, estado diverso que é, de cultura híbrida, de fronteira, também precisa compreender-se a partir do atual paradigma e dar visibilidade, por meio de políticas públicas, às diferenças internas e externas de sua cultura. Para isso, precisa desenvolver ações que promovam todas as identidades do Rio Grande do Sul (gaúcho do pampa, imigrante europeu da Alemanha, Rússia, Itália etc, rural, urbano, suburbano, negro, índio, serrano, litorâneo, missioneiro – diverso), com editais adequados a cada um desses e de outros segmentos.

O segundo paradigma ultrapassado pelo governo Lula é o da cultura como artigo supérfluo, ornamental ou ostentatório de uma sociedade. Agora, reconhece-se o conjunto simbólico gerado pela cultura como importante fator de qualificação do ambiente social, do desenvolvimento coletivo e individual, gerador de oportunidades, ao ampliar repertórios, de emprego e de renda. Diferentemente tanto das políticas tradicionais verticalistas quanto das horizontalistas, baseadas na ampliação do acesso, mas muitas vezes não no desenvolvimento das linguagens. No governo Lula, a cultura está sendo desenvolvida de maneira sistêmica em três dimensões: como direito de cidadania, como valor simbólico e como economia.

Também no Rio Grande do Sul, a cultura precisa passar a ser vista não apenas como entretenimento ou distinção (de massas ou das elites), mas como “coisa séria”, com rebatimentos na dimensão cidadã, no valor criativo, compondo uma contemporânea estratégia de desenvolvimento. É essa estratégia de desenvolvimento que a candidatura Tarso Genro representa no Rio Grande do Sul e que Dilma Roussef dará continuidade em todo o nosso País. Tarso é realmente comprometido com a Cultura. Quando foi prefeito de Porto Alegre, em 1993, criou o primeiro edital de fomento à cultura sem renúncia fiscal do Brasil, o Fumproarte. Também criou o Mercocidades, em 1995, promovendo a articulação de Porto Alegre com as outras cidades do Mercosul. São dessa época os projetos de intercâmbio Porto Alegre em Buenos Aires e o Porto Alegre em Montevidéu, por exemplo. Com a descentralização da cultura, implementou dezenas de oficinas nos bairros da cidade, promovendo a milhares de crianças, jovens e adultos um contato ativo com o mundo da arte. E foi com Tarso que se realizou em Porto Alegre a primeira Conferência Municipal de Cultura do Brasil.

Como ministro da Educação, Tarso deu importantes contribuições à Cultura, exatamente porque tem noção exata da importância da cultura para a educação. Como educação sem cultura é ensino, ativou uma série de programas entre MEC e MinC nesta intersecção; revolucionou o país com o Pró-Universidade (Prouni) e promoveu uma virada cultural no País ao estabelecer um sistema de cotas para a população negra chegar à universidade. Como ministro da Justiça, criou o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), em cuja base está uma série de ações culturais. Nos Territórios da Paz, as armas são os Pontos de Leitura, as bibliotecas modernizadas, as oficinas culturais, os estúdios comunitários e os agentes de leitura. Isso porque segurança sem cultura é repressão.

Tarso, que muito já fez pela Cultura no Rio Grande e no País, sabe que, para desenvolver a cultura no ritmo do Brasil, o Rio Grande do Sul precisa atualizar sua ideia de cultura, a partir dos fatores que foram fundamentais para o crescimento da importância da área na agenda política nacional. Pela primeira vez na história brasileira, a cultura passa a compor o conjunto de políticas sociais do País. E é o que queremos ver acontecer também no Rio Grande do Sul, com um governo que a reconheça não apenas como bom negócio para as empresas privadas via isenção de impostos. É preciso política cultural para sair de vez da ideia de que cultura é o residual, o ornamental, o elemento de distinção, o supérfluo, e não o necessário.

Com Tarso Genro, o Estado compreenderá a cultura como um elemento central de desenvolvimento e trabalhará ampliando o orçamento da Sedac. O governo atualizará a institucionalidade da cultura, com a reforma da Sedac, diversificando as fontes de financiamento (com parcerias nacionais e internacionais), mediante planejamento a longo prazo, com um Plano Estadual de Cultura, diálogo, articulação e formulação de políticas por meio de Colegiados Setoriais em todas as áreas, criação de um Sistema Estadual de Cultura que dialogue permanentemente com os municípios de todas as regiões do Estado, mas também com o restante do País e do mundo, rompendo o atual isolamento cultural do Rio Grande.

Há uma revolução cultural acontecendo no Brasil e, nela, o Rio Grande não está contribuindo à altura de sua importância. Na contramão do Rio Grande atual, o Brasil do governo Lula está implantando milhares de pontos de cultura, uma geração mais nova dos equipamentos culturais que avançam no sentido do poder do crescimento da dimensão do simbólico dos indivíduos e da democratização, muito mais que as casas de cultura ou os centros culturais estatais, ou os espaços culturais, privados, importantes, mas insuficientes. Infelizmente, dos mais de quatro mil pontos de cultura espalhados pelo País, apenas 50 ficam no Rio Grande do Sul. E isso só aconteceu porque municípios gaúchos romperam o isolamento e partiram eles próprios para o convênio direto com o governo federal. Mas está na hora de mudar esta história. Até o fim do governo Tarso, o Rio Grande terá...

500 pontos de cultura, de leitura, pontinhos de cultura, pontos de memória e Cine Mais Cultura.
500 bibliotecas públicas modernizadas em todo o Estado, transformando-as em centros culturais.
500 projetos em todas as cidades do Estado, entre Teatro na Escola, Música na Escola, Autor Presente, Cinema na Escola, Cultura na Escola.

E é por isso que nós, artistas, profissionais das artes, produtores culturais, intelectuais, ativistas, trabalhadores da cultura e da promoção ao acesso a bens e serviços culturais...
... Queremos Tarso Genro governador do Rio Grande. E Dilma Roussef, presidente do Brasil!


Para acessar o programa completo
para a CULTURA, entre no site
www.tarso13.com.br

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Marco Maia comemora destinação de recursos para projeto cultural

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Ministério da Cultura vai destinar R$ 250 mil para realização de festivais em Veranópolis e Jaguari. Deputado busca apoio para mais sete festivais gaúchos.

O Vice-Presidente da Câmara, Marco Maia (PT/RS), reuniu-se nesta terça com o assessor especial do Ministério da Cultura (MinC) Fred Maia, para tratar do projeto "Recriar – O Resgate de Festivais", que busca resgatar tradicionais festivais de música de 12 cidades gaúchas que não são mais realizados, incentivando a cultura regional. A audiência contou com a presença do prefeito João Mário Cristofari e do vereador Eudo Callegaro, de Jaguari, do vice-prefeito de Veranópolis, Paulo Cesar Guzzo, do vereador de Porto Alegre Carlos Comassetto e de Tiago Cesarino e Paulo de Freitas Mendonça, membros da Associação das Comissões Organizadoras de Festivais de Música (Acofem).

Na reunião, Fred Maia afirmou que os projetos dos festivais "Grito do Nativismo Gaúcho" (Jaguari) e "Serra, Campo e Cantiga" (Veranópolis) já estão aprovados pelo Ministério e cada um receberá R$ 125 mil. Os demais ainda estão em análise. "Por meio das reuniões que realizamos, obtivemos total apoio do Ministério da Cultura para este projeto, que é essencial para valorizar e fomentar toda a cadeia produtiva da música gaúcha. Continuaremos trabalhando para garantir a realização dos outros festivais", declarou Marco Maia.

O vice-prefeito Paulo Guzzo agradeceu o apoio do deputado e avalia o impacto da realização do "Serra, Campo e Cantiga" em Veranópolis. "Há doze anos o festival não acontecia por dificuldades financeiras. Vimos no Projeto Recriar uma possibilidade para viabilizar o ressurgimento do ‘Serra, Campo e Cantiga’, trabalhamos para isso e é gratificante ver que deu certo. O festival não é importante somente para o nosso município, mas também para várias cidades da região", afirmou.

Texto : Yvna Sousa
Dentre os festivais que ainda serão atendidos pelo Projeto Recriar temos a oitava edição do Canto Sem Fronteira, a ser realizado em novembro na cidade de Bagé.

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Assessoria de Comunicação
MARCO MAIA-PT/RS- 1º Vice- Presidente Câmara dos Deputados
Coordenadora Adriana Rodrigues ( 61 3215 8117 ou 61 9943 0073)
Brasília- Nazur Garcia 61 3215 8100, Yvna Sousa 58102 e Karine Ractz Katayose 58100
RS- Amanda Miguel (51 3428 5314)
www.marcomaia.com.br
www.blogdomarcomaia.com
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Juventude do PT Paulista realiza II Festival de Cultura e Arte

quinta-feira, 1 de julho de 2010



A Juventude do PT de São Paulo realiza no dia 03 de julho a segunda edição do Festival de Cultura e Arte da JPT. O evento que ocorre no interior do estado, na cidade de São Carlos, terá a apresentação de diversas linguagens artísticas, tais como Artes Visuais (desenho, pintura, gravura, fotografia, cinema, web design), Teatro, Música e Dança. ). A programação conta também com debates, oficinas, mini-cursos, workshops entre outros.

O grande momento do Festival está previsto para o show de encerramento que contará com a presença do grupo O Teatro Mágico e com participação especial de Marcelo Camelo (vocalista de Los Hermanos) e de Edy Rock e KL Jay (Racionais MCs

A atividade é aberta ao público, filiados e não filiados ao PT. No entanto, em caso de lotação do alojamento ou outras atrações do festival, os/as filiados terão prioridade.

A primeira edição do Festival de Cultura e Arte da JPT ocorreu em 2005, na Vila de Paranapiacaba em Santo André.

Confira abaixo as orientações para participar:

Orientações/informações sobre o II Festival de Cultura e Arte da JPT-SP

1. O Festival terá início 9 horas do sábado (03 de julho), na cidade de São Carlos, e a previsão de término é de 4 horas da madrugada do domingo.
2. A atividade é aberta ao público, filiados e não filiados ao PT. Em caso de lotação do alojamento ou outras atrações do festival, os/as filiados terão prioridade.
3. Os/as participantes do festival terão alojamento.
4. O alojamento estará liberado a partir de 22 horas da sexta-feira (02 de julho), e poderá ser utilizado até o domingo (04 de julho)
5. Cada participante deverá levar toalhas, roupa de cama, colchonetes/colchão, ou mesmo barracas para dormir no alojamento.
6. Levem roupas confortáveis, tênis e chinelo.
7. Importante levar roupas de inverno, pois a noite na cidade de São Carlos faz bastante frio e venta principalmente na parte da noite.
8. O alojamento, espaço das oficinas, palcos, etc, serão todos no mesmo local: Expo Show - Rua Coronel José Augusto de Oliveira Salles, 50 - Vila Isabel – São Carlos
9. A organização do festival não custeará a alimentação dos/as participantes.
10. Referente à alimentação, terá um espaço com diversas barracas e preços acessíveis.
11. A Juventude do PT nas macrorregiões organizará caravanas para o Festival. Importante entrar em contato com a respectiva coordenação de sua macro, para saber informações de transporte até a cidade de São Carlos.
12. A programação detalhada do festival estará no site do PT a partir do dia 28/06.
13. Traga sua alegria, disposição e vontade de participar. E deixem a intolerância pra lá!

Para maiores informações, entrem em contato através do e-mail: juventude@pt-sp.org.br – site www.pt-sp.org.br e/ou no telefone (11) 2103-1313 – Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores

Com informações da JPT/SP

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Conselho de Cultura de Pelotas recebe recursos para investir em projetos locais

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O caixa da Cultura em Pelotas ganhará um reforço. O Conselho Municipal de Cultura foi beneficiado com uma emenda parlamentar do deputado Fernando Marroni e terá R$ 100 mil à disposição para investir em projetos locais. Este será o primeiro recurso a entrar no cofre do Fundo Municipal de Cultura, instituído no final de 2009.

Na noite de segunda-feira (dia 7) os representantes do Conselho reuniram-se na sede do Instituto João Simões Lopes Neto para conversar com Marroni sobre a destinação dos recursos e debater a aplicação da verba.

A Prefeitura de Pelotas deverá cadastrar o pré-projeto no Ministério da Cultura. Se receber parecer favorável e for aprovado, os recursos estarão à disposição da Prefeitura. Antes dos recursos serem liberados, no entanto, a Caixa Econômica Federal deve aprovar o projeto técnico detalhado do Conselho Municipal de Cultura. Vencida esta etapa os R$ 100 mil serão repassados aos cofres do município.

“A importância desta destinação é dar ao Conselho Municipal de Cultura condições para apoiar demandas e iniciativas culturais espontâneas da comunidade de Pelotas”, (Marroni)

Para a presidente do Conselho Municipal de Cultura, Helena Badia, o dinheiro deverá ser usado para contemplar todos os segmentos que compõem o Conselho Municipal de Cultura. “Há vários projetos que acabam não andando por falta de complementação de recursos e com esta verba poderemos auxiliar a todos que estão nessa situação, além de investir alguns outros projetos”, disse.

do Informativo do Dep. Fed. Fernando Marroni

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Debate promovido pela Ver. Maria Celeste

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Audiência em Porto Alegre discute democratização dos investimentos em Cultura

segunda-feira, 10 de maio de 2010


A Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal promoveu na tarde desta terça-feira (4), audiência pública para recolher propostas e sugestões dos gaúchos ao Projeto de Lei 6.722/2010, que cria o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Procultura), do governo federal. O evento foi realizado no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa.

O presidente da comissão, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), afirmou que nos últimos anos foram muitas as modificações na área da educação e que o desafio agora é formatar uma legislação para a cultura. "Cultura neste país deve ter uma política de estado e não de governo". Ele destacou que a Lei Rouanet proporcionou o incremento de recursos para a produção cultural, quando R$ 1,2 bilhão financiaram atividades culturais.

Representando a relatoria do projeto, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) destacou que a proposta visa a democratização. "O principal objetivo é garantir mais recursos para a Cultura, fortalecendo o Fundo Nacional de Cultura e rompendo a concentração de investimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo", afirmou.

Atualmente os investimentos da renúncia fiscal estão concentrados nos dois estados, nos quais apenas 3% dos proponentes ficam com mais da metade dos recursos. "Não é possível aplicar dinheiro público de forma tão concentradora e privilegiada. A Lei Rouanet não tem critérios públicos, mas privados", disse o secretário de Política Cultural do Ministério da Cultura, José Luis Herêncio, ao mencionar que a renúncia fiscal corresponde a 80% do total aplicado pelo governo federal em produção cultural.

De acordo com o projeto que institui o Procultura, haverá uma inversão: 20% do financiamento será via renúncia, e 80% se dará pelo orçamento do ministério. Isso possibilitaria que projetos culturais que não têm apelo de mercado, mas são importantes para a construção da identidade brasileira, possam ter mais acesso a recursos públicos.

Também participaram da audiência, que lotou o Teatro Dante Barone, produtores culturais, artistas de teatro, músicos, conselheiros de cultura entre outros agentes do setor. Ele encaminharam sugestões para aprimorar o projeto do governo federal.

Jackson Raymundo
Assessor Parlamentar Dep. Fed. Maria do Rosário

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"Dica de cinema" - Adão Villaverde

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Filme completo

Se puder, não deixe de assistir o filme argentino "La pregunta de sus ojos" (O segredo dos seus olhos) que conquistou prêmio de melhor concorrente estrangeiro no Oscar 2010.

A direção de Juan José Campanella é genial, especialmente na cena que inicia com uma tomada do alto, de um helicóptero provavelmente, acompanha um jogada de partida de futebol no gramado do estádio do Racing, de Avellaneda, e chega às arquibancadas da torcida de 'La Academia', onde os protagonistas desenvolvem ações igualmente focadas pela câmera ininterrupta. Antológica, a cena é tão bem executada que não se percebem os truques obrigatórios. Ela é antecedida de outra cena inesquecível, chave de todo o enredo, na qual durante encontro em um típico café portenho, sobressai o brilhante coadjuvante, sentenciando que se pode trocar de tudo na vida, de nome, de mulher, de religião e de partido, mas jamais se troca de clube, portanto, não se abandona uma paixão. (Aliás, o Racing saudado como

"La Academia" parece que ao longo de toda sua história só conquistou um único titulo importante. Paixão é paixão!) Além disso, o roteiro de Campanella e Eduardo Sacheri é precioso e narra, com talento e sensibilidade, uma história que não deixa de fixar, como pano de fundo, episódios políticos recentes da ditadura argentina, mas anima questionamentos cerca de uma relação amorosa, resgatada do passado desencontrado de 25 anos atrás. O filme ainda concentra uma expetacular investigação policial. E oferece ótimos diálogos expressando duas clássicas caraterísticas portenhas: a fina ironia e a apologia do lunfardo (gíria). Como comenta Marcelo Coelho (na Ilustrada da Folha de SPaulo, de 25/03/10), não é uma grande obra de arte, mas tem tudo o que se poderia desejar de um bom filme. Na minha
opinião, tratase de um filme completo.

Dep. Est. Adao Villaverde

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Encontro Nacional de Negras e Negros do PT


A Secretaria Nacional de Combate ao Racismo tem como objetivo organizar a militância petista nas cidades onde está representada e estruturar em outras, onde o movimento contra a desigualdade racial é incipiente, contribuindo na formação dos militantes que atuam no combate à discriminação e dando visibilidade às lutas de raça, gênero e classe.

É papel da SNCR garantir a formação, capacitação e articulação de negros e negras do PT, contribuir com a construção e organização partidária nos estados e municípios, ampliar a representação de negros e negras nos espaços de poder e consolidar a formulação e articulação políticas do PT no combate ao racismo.

Conheça o texto base do Encontro, clique aqui.

do PT Nacional

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Fórum debate em Jaguarão alternativas para o turismo cultural

terça-feira, 13 de abril de 2010

A convite da Secretaria de Cultura e Turismo de Jaguarão (Secult) e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) Marroni participou da segunda edição do Fórum do Turismo Cultural realizado entre os dias 31 de março e 1º de abril em Jaguarão.

O parlamentar foi convidado para falar sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende incluir o Pampa entre os biomas protegidos pela Constituição Federal.

Segundo Marroni, a inclusão do Bioma Pampa como um patrimônio natural reconhecido terá grande impacto para o turismo. “É preciso colocar o Pampa entre os principais destinos turísticos do país, assim como já são a Amazônia ou o Pantanal. Temos uma grande riqueza histórica e cultural”, afirmou.

Durante o evento foi criada a Associação das Cidades Históricas do Rio Grande do Sul. Sete municípios enviaram representantes e assinaram o documento de adesão: Bagé, Caçapava do Sul, Jaguarão, Novo Hamburgo, Pelotas, Piratini e Santa Tereza.

A associação pretende integrar cidades com bens reconhecidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e que fazem parte do PAC das Cidades Históricas.

do Informativo do Dep. Fed. Fernando Marroni.


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Primeira escultura do Museu de Percurso do Negro será inaugurada sexta-feira

segunda-feira, 12 de abril de 2010

A primeira escultura do Museu de Percurso do Negro em Porto Alegre será inaugurada na sexta-feira, 9, às 17h, na Praça Brigadeiro Sampaio, em evento promovido pela prefeitura, o Centro de Referência Afro-brasileiro e o Programa Monumenta/Iphan do Ministério da Cultura. A escultura homenageia os ancestrais africanos e os negros gaúchos que, com seu trabalho, arte e religiosidade, contribuíram para consolidar a cultura afro-brasileira. O projeto foi construído em parceria com o movimento negro local, coordenado pela GT Angola Janga, organizadora da programação.

O Museu de Percurso do Negro é um projeto que se desenvolveu a partir das reivindicações da comunidade negra de Porto Alegre, onde sua falta de representatividade no patrimônio cultural remete à invisibilidade social desta parcela da população. A proposta do projeto é estabelecer, no Centro Histórico da cidade, visualização de espaços e prédios marcantes para a etnia negra do ponto de vista da memória, da identidade e da cidadania, gerando percursos por meio da construção de marcos esculturais. Os marcos referendam a passagem dos ancestrais por esses percursos. Os percursos serão acompanhados por jovens monitores, capacitados em oficinas com eixos temáticos que enfatizam a cultura negra.

Outras informações com o GT Angola Janga (Sandra Maciel) - shmaciel@yahoo.com.br - (51) 9906- 2342 / percursodonegro.blogspot.com.

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Deputado visita 26º Reponte da Canção

quarta-feira, 17 de março de 2010

Na noite de domingo (dia 14) o deputado federal Fernando Marroni participou do encerramento do 26º Reponte da Canção em São Lourenço do Sul.

Marroni chegou ao Reponte depois de ter passado o dia cumprindo uma extensa agenda de visitas e participações em eventos realizados na zona rural de São Lourenço. “É sempre bom voltar ao Reponte, afinal, sempre digo a mesma coisa quando venho aqui: este é o maior festival de música do Rio Grande do Sul, pois nenhum outro reúne uma qualidade tão grande de artistas e conta com a infraestrutura vista aqui”, afirmou.

Durante sua caminhada pelo Camping Municipal, Marroni, encontrou-se com o prefeito José Nunes (PT). “Vocês estão de parabéns! A cada ano o Reponte melhora”, disse ao prefeito.

Antes de ir embora o deputado ainda posou para fotos e, até mesmo, distribuiu alguns autógrafos.

do Informativo do Dep. Fed. Fernando Marroni.

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Museu do Pampa e Dragagem do Porto do Rio Grande nas emendas de 2010

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Marroni irá defender a inclusão da implantação do Museu do Pampa, em Jaguarão, e da dragagem do canal do porto do Rio Grande entre as 20emendas a serem apresentadas pela bancada gaúcha à Lei de Diretrizes Orça-mentárias (LDO) de 2010.

Uma reunião para definição das emendas escolhidas está marcada para a próxima terça-feira (24), em Brasília. As duas emendas ainda não possuem orçamentos definidos.

Marroni é autor da PEC que pretende transformar o Pampa em Patrimônio Nacional e defende a criação do museu como forma de incentivar uma maior divulgação e consciência da necessidade de preservação do bioma.

“O pampa é um bioma que integra três países diferentes, sua importância cultural e natural para o Rio Grande do Sul é a principal justificativa para a criação deste museu com o objetivo de preservar e resgatar a memória do berço de todos os gaúchos”, disse.

Em relação à dragagem do porto, o parlamentar classificou como essencial para a continuidade do desenvolvimento do Pólo Naval do Rio Grande. “A região vive um grande momento de otimismo e expectativa a partir dos investimentos feitos no porto do Rio Grande e a dragagem representa a continuidade desses investimentos”, declarou.

do Informativo do Dep. Fed. Fernando Marroni.

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Retirada urgência na tramitação do PL da LIC

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O plenário aprovou na tarde desta terça-feira (20) requerimento para a retirada do pedido de urgência do projeto de Lei 294/2008 que institui o Sistema Estadual Unificado de Apoio e Fomento às Atividades Culturais (Pró-cultura). O PL começaria a trancar a pauta da Assembleia Legislativa no dia de hoje.

Em reunião da Comissão de Educação e Cultura no dia 6 de outubro, deputados e representantes da comunidade cultural cobraram do governo do Estado a retirada do pedido de urgência. Parlamentares e agentes culturais apontaram falhas na proposta do Executivo e consideraram equivocada a votação de afogadilho deste projeto que modifica o sistema de financiamento da cultura, alimentando o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) com recursos da concessão de incentivos fiscais. O relatório sobre a matéria foi aprovado naquele dia, porém, com alterações.

Com o objetivo de corrigir equívocos do projeto, entre eles uma contradição no texto que se refere às prerrogativas do Conselho Estadual de Cultura, os deputados Ronaldo Zülke, Marisa Formolo, Raul Pont, do PT, sugeriram ao presidente da Comissão, deputado Mano Changes (PP) que convencesse o líder do governo e seu colega de partido, deputado Pedro Westphalen, a adiar a votação.

Entre outros pontos, o relatório incorpora a lei do ex-deputado Bernardo de Souza, possibilitando às menores empresas maiores benefícios na aplicação em projetos culturais.

Por Lucídio Gontan.

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Vale Cultura é aprovado

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Democratizar o acesso aos bens culturais. Esse é objetivo do projeto de lei 5798/09, do governo federal, aprovado pela Câmara. A proposta cria o Vale Cultura, com a finalidade de ampliar o acesso dos cidadãos aos serviços culturais. A ideia é que os trabalhadores recebam mensalmente R$ 50 para comprar produtos ou serviços culturais. Todos poderão ter acesso a teatros, cinemas e espetáculos.

Pela proposta aprovada, o vale cultura será fornecido ao trabalhador pela empresa que aderir ao Programa Cultura do Trabalhador. No caso de empregados que ganham até cinco salários mínimos, a empresa poderá descontar dos salários até 10% do valor do vale. Trabalhadores com remuneração superior a cinco mínimos também podem receber o vale, mas apenas quando todos aqueles com a faixa salarial mais baixa já tiverem sido contemplados. Nesse caso, o desconto no salário varia de 20% a 90% do valor do vale. O vale cultura terá caráter pessoal e intransferível e será válido em todo o território nacional. "O acesso às diferentes manifestações artísticos-culturais também são necessidades que os seres humanos têm... Essa medida beneficiará milhões de trabalhadores", afirma o deputado Henrique Fontana.

do Informativo do Dep. Fed. Henrique Fontana.

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