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Plenária Estadual da Democracia Socialista

segunda-feira, 4 de junho de 2012


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Reunião com militantes do PT da: temática Ambiental

segunda-feira, 21 de maio de 2012


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Plenária de construção do plano de Governo para o Desenvolvimento Rural

sexta-feira, 18 de maio de 2012


CONVITE:

O Partido dos Trabalhadores, através de sua executiva vem convidar vossa senhoria, bem como sua entidade a participar de uma plenária de construção do plano de Governo para o DESENVOLVIMENTO RURAL do Município de Canguçu, a realizar-se dia 18 de Maio de 2012 das 09:00 horas da Manhã as 16:00 horas da tarde, no Salão Paroquial da Igreja Católica.     

Certos de sua presença, despedimo-nos.

DANIEL PAULO CAMPOS DE CAMPOS
PRESIDENTE DO PARTIDO DOS TRABALHADORES
DIRETÓRIO MUNICIPAL DE CANGUÇU

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Marqueteiro João Santana fecha primeiro dia do Seminário petista

Oficinas abrem Curso de Programa de Governo do PT em Porto Alegre, nesta quarta-feira (16). Diversos painéis trataram de temas como Igualdade Racial, Economia Solidária, Esporte, Meio Ambiente, Juventude e Mulheres. A programação segue na quinta-feira (17), na SOGIPA.

Oficina debate Promoção da Igualdade Racial

A oficina da Promoção de Igualdade Racial do Seminário Nacional do Modo Petista de Governar, que está acontecendo em Porto Alegre (RS), debate as questões de como fortalecer e unificar o discurso do combate à discriminação social em um país tão grande e com tantas diferenças culturais como o Brasil. Desigualdades regionais e problemas enfrentados pelos representantes de cada cidade foram expostos e discutidos em busca de soluções.

Segundo a Secretária Nacional de Combate ao Racismo, Cida Abreu, esses encontros são importantes para a aproximação das lideranças do partido. Durante a reunião ainda foram discutidas questões ligadas à igualdade racial, como as políticas de saúde pública, em especial voltadas para a mulher. Representantes de diversos municípios discutiram propostas e ações para diminuir a discriminação às cidades menores, onde o problema é mais latente.

Esporte: uma política consolidada

A oficina dedicada ao Esporte realizada dentro da programação do Seminário Nacional Desafios do Modo Petista de Governar, que acontece hoje e amanhã, em Porto Alegre (RS), evidenciou um fato: a área já é uma política pública real consolidada, uma conquista de pouco tempo. “É preciso trazer propostas concretas para dentro do governo, como o caso do projeto Mulheres em Movimento”, afirma Rubens Xavier, do setorial de Esporte e Lazer do PT. O projeto aplicado em Diadema (SP) promove a conscientização sobre a importância da prática da atividade física para a saúde. Além disso, ensina valores como cooperação, autonomia e participação social.

Outro exemplo é o de Fortaleza. Há 12 anos, a capital de Pernambuco não tinha pista de skate. Hoje, possui 9. “É a integração do esporte com a juventude”, diz Eduardo Granja, do setorial de Esporte e Lazer do partido. “O esporte também faz parte da identidade cultural do povo brasileiro”, continua ele, referindo-se à ação que mistura o mangue aos esportes radicais.

Momento de reflexão para as políticas de Meio Ambiente

A oficina de Meio Ambiente do Seminário Nacional do Modo Petista de Governar, realizado hoje e amanhã, em Porto Alegre (RS), propõe um momento para se pensar as políticas públicas que envolvem a área. Segundo o Secretário Nacional Julio Barbosa de Aquino, é preciso dar atenção e acompanhar a execução dos projetos do Orçamento Participativo, uma marca registrada do PT. “O foco é lembrar a importância da participação da sociedade”, diz ele.

Aquino ainda afirma que a oficina também está vinculada à eleição deste ano. “Vamos construir o processo de preparação dos candidatos”, ressalta.

Juventude define diretrizes

Estabelecer e firmar as diretrizes do Partido dos Trabalhadores foi uma das metas da oficina dedicada à Juventude do Seminário Nacional do Modo Petista de Governar, realizado hoje e amanhã, em Porto Alegre (RS). “É importante dialogar sobre o programa de governo do PT na área da Juventude”, afirma Jefferson de Lima, Secretário Nacional de Juventude do partido. A cidade de Fortaleza foi um exemplo citado como modelo na gestão.

Economia Solidária na agenda dos candidatos do PT
A Economia Solidária foi o tema de uma das oficinas do Seminário Nacional do Modo Petista de Governar, realizado hoje e amanhã, em Porto Alegre (RS). Os candidatos do pleito deste ano colocaram na agenda do projeto de governo o assunto. “Solidariedade não é uma palavra abstrata, bonita de falar. Ela é feita pela cooperação, pela organização coletiva”, diz o Secretário Nacional da área, Niro Barrios.

Durante a oficina, ele falou sobre a inclusão econômica e como organizar e lidar com as leis e regulamentações de cooperativas. Barrios lembrou que o evento acontece no Ano Internacional do Cooperativismo. “A economia solidária é uma estratégia e política de desenvolvimento, um processo de luta por direitos”, afirma.

Mulheres do PT em reunião

A troca de experiências entre as lideranças femininas do Partido dos Trabalhadores aconteceu hoje durante uma oficina dedicada ao debate do papel das mulheres na sociedade. O painel faz parte da programação do Seminário Nacional Desafios do Modo Petista de Governar, realizado até amanhã, dia 17 de maio, em Porto Alegre (RS).

Muitos exemplos de políticas públicas implantadas pelo PT renovaram e mudaram o ritmo das cidades, segundo a secretária nacional de mulheres do partido, Laisy Moriere. Ela ressaltou que o evento é importante em especial para quem vai disputar as eleições deste ano.

Fonte: PT-RS
Colaboração: Michele Sandri - Socialismo XXI

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Ato político com o Presidente Nacional do PT Rui Falcão


Ato Político que irá ocorrer na sede do Partido dos Trabalhadores em Pelotas (General Osório 1013) às 14:30 hs do dia 17 de maio.

O ato contará com a presença do Presidente Nacional do PT companheiro Rui Falcão, além das lideranças petistas de nossa região como o Deputado Federal Fernando Marroni e Prefeitos e Vereadores do PT.

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Convite homenagem Olívio Dutra


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Ex-governador Olívio Dutra esteve em Canguçu

domingo, 6 de maio de 2012



O Ex-governador Olívio Dutra (PT) esteve em Canguçu, no Sábado (05), participando de seminário do Partido dos Trabalhadores. O Prefeito de São Lourenço do Sul, Zé Nunes, também esteve presente. O Seminário abordou temas ligados a eleição que se aproxima e reafirmou apoio a pré-candidatura a prefeito do vereador Gérson Nunes (PT).

O Encontro serviu, também, para repassar informações aos pré-candidatos a vereador em relação a legislação eleitoral.



Fotos: Eloisa Fraga
Matéria retirada do Canguçu em Foco.

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Curso para pré-candidatos(as) às eleições de 2012 está em fase final de preparação

sábado, 31 de março de 2012

A partir de 30 de março, o curso estará disponível, na íntegra, na área restrita deste portal. Alguns conteúdos já estão sendo disponibilizados.

Para acessar o curso é preciso se cadastrar na área restrita do Portal ENFPT (se você não é cadastrado(a), clique aqui e faça seu cadastro).

Na medida em que os conteúdos forem disponibilizados, quem estiver cadastrado(a) receberá um e-mail com as instruções de acesso.

O lançamento oficial do curso será transmitido pela TV PT, aguardem mais informações.
 
Saiba mais:

Os municípios brasileiros possuem hoje um novo perfil econômico, social, cultural e ambiental, e papel diferenciado nas relações federativas, trazendo novos desafios e possibilidades para a ação partidária e para aqueles que irão assumir a responsabilidade de governar e legislar, considerando as experiências petistas  nos governos e parlamentos.

A Escola Nacional de Formação do PT oferece aos filiados e filiadas que atuarão nas eleições municipais de 2012, um curso que tem como objetivos preparar os pré-candidatos, pré-candidatas e coordenadores para que tenham atuação na pré-campanha condizente com os princípios norteadores do Partido dos Trabalhadores e fortalecer o projeto político do PT, em busca de sua hegemonia e enraizamento nos municípios, na perspectiva de sua consolidação no plano nacional.

O curso terá  conteúdo,  roteiros e instrumentos disponibilizados no portal da Escola para estudo online,  e por meio de DVDs que serão distribuídos pelas secretarias de formação dos estados e municípios, que realizarão as atividades  presenciais.

Colaboração: Aline Janke
Assessora do Dep. Fed. Marco Maia

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PT CANGUÇU LANÇA CANDIDATURA PRÓPRIA A PREFEITURA

sábado, 3 de março de 2012



O Partido dos Trabalhadores de Canguçu realizou na noite desta sexta-feira, 2 de março, um seminário que contou com a presença expressiva de filiados, simpatizantes, convidados, representações de deputados além do ilustríssimo Zé Nunes(PT), Prefeito da cidade vizinha de São Lourenço do Sul, que veio contribuir com sua experiência administrativa e colocar-se a disposição do PT de Canguçu, no sentido de colaborar, aos quais a Executiva Municipal do PT agradece imensamente por estarem conosco neste seminário.

Os presentes defenderam quase que por unanimidade a candidatura própria do PT à Prefeitura de Canguçu, indicando o nome do Vereador Gerson Cardoso Nunes como pré-candidato.

Agora o PT de Canguçu buscará apoio de outros partidos, e na comunidade a construção de um Programa de Governo para o município de Canguçu.




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Encontro Municipal do PT Canguçu

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

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Campanha Nacional de Filiação do PT

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O Partido dos Trabalhadores lança a sua Campanha Nacional de Filiação, ao mesmo tempo em que convoca toda a nação brasileira mobilizar-se pela continuidade da construção de um projeto nacional transformador. “Em toda a parte, as pessoas estão mobilizadas para pedir mudanças, para reivindicar um novo mundo. E o Brasil é o país mais apto para realizar a maior revolução democrática do planeta. Porque, aqui, essa revolução já começou. Milhões de brasileiros melhoraram de vida, nossa economia se tornou a sétima maior do planeta e a imagem do Brasil se fortaleceu como nunca”, diz presidente do PT, Rui Falcão, no hotsite da Campanha.

O PT, reconhecido e respeitado como um dos maiores partidos políticos do mundo, sempre soube mobilizar o povo brasileiro nos momentos mais decisivos da sua história. E o resultado está aí: a partir da chegada de Lula à Presidência da República, em 2002, o Brasil tornou-se um modelo mundial de distribuição de renda, de geração de empregos, de combate à fome e de defesa do meio ambiente. E o governo da presidenta Dilma vai continuar e consolidar essa transformação com o apoio da população brasileira.

O PT hoje está organizado em mais de cinco mil municípios, conta com mais de 1,5 milhão de filiados e 60 mil dirigentes em todo o País. Governa cinco estados brasileiros e tem três vice-governadores e elegeu, em 2010, 14 senadores, 88 deputados federais e 149 deputados estaduais. Nas eleições municipais de 2008 foram eleitos 560 prefeitos, 428 vice-prefeitos e 4.166 vereadores petistas.

No seu 4º. Congresso Nacional – Etapa Extraordinária, realizado este ano, o PT avançou ainda mais na consolidação da sua democracia interna e aprovou conquistas como a paridade de gênero e a ampliação da participação dos jovens e representantes da diversidade étnico-racial.

Conheça a campanha no hotsite: http://www.pt.org.br/mobilizebrasil

Por Portal do PT.

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Jornal da farça de Gravataí

terça-feira, 18 de outubro de 2011



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Nota da Comissão Executiva do PT/RS

 Nota da Comissão Executiva do PT/RS
Gravataí      

A Executiva Estadual do PT/RS presta total solidariedade a Prefeita de Gravataí, Rita Sanco e ao Vice prefeito Cristiano Kingeski, cassados pelo voto de dez vereadores da Câmara daquele município.

O ato de cassação constitui-se numa violência antidemocratica e absolutamente ilegitima pois sustenta-se exclusivamente na maioria eventual acordada pelos vereadores.

A peça acusatória baseia-se em Decreto Lei da Ditadura Militar, editado pelo Mal. Castello Branco e, mesmo assim, não apresenta uma prova, uma evidencia sequer de qualquer ato desabonador ou ilegal praticado pela Prefeita e seu Vice.

A disputa democrática das eleições transfere-se para maiorias eventuais na Câmara com o intuito de através desse golpe à democracia e ao respeito republicano das urnas violentar o voto dos cidadãos de Gravataí e alçar ao poder executivo quem não teve votos e legitimidade pra tanto.

Um dos “crimes” da Prefeita que levaram a cassação é um acordo com o Banrisul para pagar dívida histórica do município junto a CEEE, cujos termos não só são favoráveis ao Município como foram aprovados pelos próprios vereadores.

As demais acusações são também infundadas, sem nenhuma prova nem evidência. Resta, apenas, uma insana e absurda disputa pelo poder de forma ilegítima e ilegal.

O PT/RS confia em seus mandatários, irá apoiá-los em suas demandas judiciais para reverter esse golpe à democracia e estará junto aos Partidos que compõem o legítimo governo de Gravataí para que a verdade se restabeleça.

O arbítrio e a prepotência não tem limites para esses senhores. Apesar do acordo republicano e civilizado da Prefeita Rita em fazer a transmissão do cargo nesta segunda-feira, dia 17, de maneira truculenta e prepotente os vereadores ocuparam ainda no domingo a Prefeitura e nomearam o presidente do legislativo como prefeito de Gravataí.

O PT e o povo de Gravataí confiam que esse arbítrio e prepotência serão derrotados em seu golpismo.

Porto Alegre, 17 de outubro de 2011

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Nota do PT em apoio ao Prefeito Luiz Fernando Leiva, de Pinheiro Machado



O PT/RS, através de sua Comissão Executiva, apóia e está solidário com nosso Prefeito de Pinheiro Machado, Luiz Fernando Leivas, eleito democraticamente pelo voto do povo nesse município.

O PT/RS denuncia o ato arbitrário da maioria dos vereadores de Pinheiro Machado de cassação do mandato do Prefeito sob alegação de não resposta a pedidos de informação da Câmara Municipal, em tempo hábil.

O Prefeito Leivas sempre praticou uma administração transparente, democrática, séria e responsável. O PT/RS é solidário com o Prefeito e confia na ação da Justiça para reverter essa arbitrariedade cometida pela Câmara Municipal. O exercício da democracia não se limita ao poder de maioria mas, também, da legitimidade e legalidade nos atos praticados. Sem esses critérios o poder de maioria transforma-se, facilmente, em arbítrio e prepotência.

Esperamos que a ação judicial, rapidamente, recoloque a vontade da soberania popular no comando do poder municipal.

Porto Alegre, 11 de outubro de 2011.

Raul Pont
Presidente do PT/RS.

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Seminário do PT - “Canguçu hoje e suas perspectivas”

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Daniel Paulo Campos - Presidente do PT Canguçu


Seminário do PT                                                       

O Partido dos Trabalhadores de Canguçu estará realizando no dia 20 de agosto, a partir das 9h, no salão da Igreja Católica, o seminário:

“Canguçu hoje e suas perspectivas”

Onde discutiremos a atual conjuntura local, cenários políticos, pré-candidaturas e possíveis coligações para 2012, a participação no evento estará aberta a todos os filiados e simpatizantes.

Partido dos Trabalhadores de Canguçu
Daniel Paulo Campos - Presidente

Foto e matéria do Blog Canguçu em Questão de Ricardo Moura.

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Dilma é aprovada por 71%, segundo Vox Populi/PT

Pesquisa encomendada pelo PT junto ao Vox Populi mostra que 71% da população aprova o desempenho da presidenta Dilma Rousseff. Segundo números divulgados pelo PT, 4% dos entrevistados consideram o governo Dilma ótimo, 30% classificam como bom e 37% como regular positivo.

Os outros 29% se dividem entre regular negativo, ruim e péssimo. O Vox Populi ouviu 2.200 eleitores em todo o Brasil na primeira quyizena de junho. Antes, portanto, da crise que levou à demissão do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR).

O resultado da pesquisa foi apresentado na reunião da executiva nacional do PT, em um hotel no Rio de Janeiro. Segundo pessoas que participam da reunião, os números foram recebidos com otimismo.

O Vox Populi também ouviu os eleitores sobre a imagem do partido. Do total, 32% disseram ter simpatia pelo PT. O Número corresponde a quatro pontos a mais do que a última pesquisa, realizada em 2009. Todos os demais partidos somaram 24%.

Além disso, 15% dos entrevistados disseram que o PT é a legenda que tem os políticos mais honestos. Para as demais siglas os números variam entre 5% e 7%.

O PT foi considerado o maior parttido do país por 48% e 81% disseram considerar a sigla de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "forte ou muito forte".

Fonte: Portal Último Segundo

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CONVITE PARA JANTA DO PT CANGUÇU

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A DIREÇÃO MUNICIPAL DO PARTIDO DOS TRABALHADORES DE
CANGUÇU, CONVIDA VOCÊ FILIADO e/OU SIMPATIZANTE PARA
Jantar, a partir das 19h
DIA 13/07 QUARTA-FEIRA
LOCAL: ESPORTE CLUBE AMÉRICA
PARTICIPE!

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Para Olívio, PT não pode se acomodar ao jogo político

terça-feira, 7 de junho de 2011


''O PT não surgiu nos gabinetes de Executivo e Legislativo. O partido veio de baixo para cima''.

O diretório estadual do PT definiu Olívio Dutra como presidente de honra do partido no Rio Grande do Sul. Fundador da legenda, o petista propõe, nesta entrevista ao Jornal do Comércio, que o PT discuta internamente seu papel na política para não se acomodar por estar hoje ocupando gabinetes do Executivo e do Legislativo. “O PT surgiu na luta por condições de vida digna para a população trabalhadora e uma partilha justa das riquezas do País. Não pode, de repente, passar a ser um partido da acomodação, da conciliação permanente, que aceita o jogo político do toma lá, dá cá.” Olívio, que completa 70 anos no final desta semana, também avalia as gestões do governador Tarso Genro (PT) e da presidente Dilma Rousseff (PT). E lembra, ainda, sua trajetória política, relatando episódios de sua formação no sindicato, na Igreja e no movimento estudantil.

Jornal do Comércio - Como o senhor avalia o surgimento do PT e o partido hoje?
Olívio Dutra - No final da década de 1970 foi surgindo a ideia de um partido ligado ao movimento sindical. Não só da classe operária, mas da classe trabalhadora. Também como uma crítica aos partidos tradicionais. Essa foi a ideia do Partido dos Trabalhadores. Por isso digo hoje: o PT não é um partido que surgiu de cima para baixo, dentro de gabinetes do Legislativo e do Executivo. O PT veio de baixo para cima, é um partido que surgiu de uma parte considerável dos movimentos sociais, na luta contra a ditadura militar, na luta por condições de vida digna para a população trabalhadora e uma partilha justa das riquezas do País. O PT não pode, de repente, passar a ser um partido da acomodação, da conciliação permanente, que aceita o jogo político do toma lá, dá cá.

JC - Mas chegou ao poder...
Olívio - O PT foi conquistando espaços na institucionalidade - o que é importante, pleiteamos a democracia. Mas não meramente a democracia formal; tem que estar enraizada na prática, para qualificar a vida das pessoas. O PT não pode ser um partido, digamos, que perca a sua rebeldia.

JC - E é possível isso estando nos governos?
Olívio - É essa a questão. Por isso, o PT tem que ter instâncias que possibilitem um debate constante sobre as consequências de um partido que surge não dos gabinetes, de repente, ter que estar ocupando os gabinetes legislativos e executivos. É preciso discutir no que isso resulta.

JC - Em que aspecto?
Olívio - O governo do presidente Lula (PT), nos seus dois mandatos, e agora o governo da presidente Dilma, o Tarso aqui no Rio Grande do Sul, isso representa uma nova conjuntura, que se abriu por conta da conquista popular, democrática. Mas o Estado brasileiro ainda está com a sua formatação, que o faz funcionar muito bem para poucos. Ou não funcionar para muitos. Então, apesar de tudo o que pôde ser feito no governo Lula, nos nossos governos aqui no Rio Grande - me orgulho de ter sido governador -, ainda assim tem estruturas que não foram mexidas.

JC - Quais?
Olívio - O fato de Lula ter incluído milhões de brasileiros em uma renda melhor, condições de vida, salário e educação melhores, ter tido uma relação política aberta, uma política externa soberana, sem arrogância, mas afirmativa... Tudo isso são conquistas que não podemos perder. Mas isso é pouco diante de uma realidade que coloca, por exemplo, 16 milhões de brasileiros vivendo com uma renda diária de R$ 2,30. Eu voltei à universidade e pego dois ônibus para ir e dois para voltar da Ufrgs. Isso dá um gasto de R$ 10,80. Então, imagina uma pessoa sustentar a sua família com R$ 2,30? E são 16 milhões de brasileiros nessa situação. O governo deve trabalhar para a maioria da população. Tem um domínio aristocrático que controla a máquina brasileira há 510 anos. Em qualquer mandato que o PT exercer tem que estar a semente da transformação, e não da acomodação. Essa é a grande questão para o nosso partido.

JC - Qual é a sua avaliação dos governos Dilma e Tarso?
Olívio - São governos que tocam adiante um esforço. O governador Tarso está indo bem. Dilma também. Mas tem a conjuntura... Precisamos de reformas como a agrária, que não se conseguiu fazer avançar. E o acesso à terra, de forma democratizada, é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do País. Precisamos da reforma político-partidária, em que partidos tenham posições ideológicas claras e que não sejam balcões de negócio. E o Estado brasileiro não é propriedade do governante, deste ou daquele partido que está exercendo o poder. Nem de grupos econômicos poderosos. O Estado tem que ser democratizado e estar sob controle público.

JC - A conjuntura atual é mais favorável a isso?
Olívio - Bem mais favorável. Até porque o discurso do Estado mínimo, dos neoliberais, está desgastado por conta da crise financeira internacional. Os países do capitalismo central tiveram que recorrer ao socorro do Estado. E é a sociedade que tem que controlar o Estado e não o contrário. Um partido sério, quando exerce governos ou mandatos, deve buscar avançar nisso. O PT é o maior partido do campo democrático-popular, a esquerda brasileira, mas não o único. Há partidos de origem mais antiga e também franjas em outros partidos de centro-esquerda, que não são cabresteadas pelos figurões dessas legendas. Então, há a possibilidade de uma discussão qualificada de como esse campo pode se alternar em cabeças de chapa para disputas locais.

JC - Isso vale para 2012?
Olívio - Sou a favor da alternância, para esse campo formar - através da boa discussão em cima de temas como o papel do Estado - o desenvolvimento, a ideia de que a política é a construção do bem comum através do protagonismo das pessoas, que devem ser sujeito e não objeto da política. São ideias fundamentais para a gente encarar as próximas eleições.

JC - Tarso formou uma boa base (PT, PSB, PCdoB, PDT, PTB, PRB e PR). Essa coalizão é o principal mérito do governador?
Olívio - Acho que isso não é mérito pessoal, é uma conjuntura que vai desabrochando. E tem riscos. O governo Lula, com sua composição, não conseguiu fazer a reforma política nem a tributária, nem a reforma agrária nem a urbana. Um governo de composição ampla acaba não podendo fazer e empurra adiante. Tem um conforto, mas ao mesmo tempo engessa. É uma contradição permanente. A questão da governabilidade tem também coisas que não se pode fazer. Mas não se pode conformar com o pragmatismo político...

JC - A propósito de ideais na política, como foi seu início?
Olívio - Meu pai, carpinteiro, criou cinco filhos. Então, a consciência de que existe uma realidade a ser transformada vem de muito tempo. Jovem, militei na Igreja Católica. Tinha uns 15, 16 anos. A gente discutia a questão da desigualdade, da solidariedade, da caridade, do trabalho voluntário. Daí, vim a Porto Alegre com 18 anos incompletos, consegui vaga para trabalhar, mas faltou a carteira de reservista. Então, tive que voltar a São Luiz Gonzaga. E prestei lá o serviço militar.

JC - Teve atuação no movimento estudantil?
Olívio - Cheguei a ser presidente da União Saoluizense de Estudantes. Era uma entidade em que estudantes de famílias abonadas promoviam festas, bailes... Montamos uma chapa para discutir a ausência de escola pública depois do Ginásio. Ganhamos a eleição. Tinha 16 ou 17 anos. Na Igreja, havia uma campanha nacional por educandários gratuitos. E fiz parte do movimento em São Luiz Gonzaga, por uma escola pública de 2º Grau (Ensino Médio).

JC - E a vida sindical?
Olívio - Em 1961, fiz concurso para o Banrisul. Tinha 19 jovens disputando a vaga de contínuo... Entrei, fiquei três anos na função e fiz concurso interno para ser escriturário. Participei da minha primeira greve em 1962. Não tinha sindicato em São Luiz Gonzaga, mas foram até lá. Como fazia o trabalho de rua, fiquei encarregado de reunir o povo na Casa Rural. E se decidiu que os bancários de São Luiz Gonzaga entrariam em greve. Era uma luta salarial. Mas no segundo dia a greve acabou. E fiquei me perguntando: para entrar em greve teve reunião. Agora, para sair, ninguém nos consultou.

JC - E como o senhor veio para Porto Alegre?
Olívio - Eu continuava no movimento para ter aquela escola. Mas o clima político estava se fechando por conta da ditadura. O prefeito era primo do Jango, mas militava na Arena. E, uma vez que a escola fosse instalada, nós, os jovens, queríamos que a direção fosse eleita. Tive a petulância de escrever essas coisas no jornal. O prefeito não gostou e toda a estrutura de poder local funcionou para que eu fosse transferido ou perdesse o emprego. Mas eu era funcionário concursado do banco. Então, fui transferido para Porto Alegre.

JC - Por querer eleições...
Olívio - Meus pais eram eleitores do PTB, tinham retrato do Getúlio. Mas um tio, irmão da minha mãe, dizia: “Olha, tem muito rico no PTB também. Temos que pensar com a nossa cabeça para não ser massa de manobra.” Esse tio, Pedro Beis, em 1954 - Getúlio em crise, iria se suicidar em seguida - foi pego numa madrugada colando cartazes com críticas que só quem fazia era o Partidão (Partido Comunista Brasileiro). E foi preso. Aí, nos revezamos mandando uma viandinha para o tio Pedro na cadeia. Eu tinha 13 anos, fui em várias ocasiões. Até que ele foi solto graças a um advogado do Partidão. Com a pecha de comunista numa cidadezinha, meu tio veio a Porto Alegre.

JC - Também a contragosto.
Olívio - Conto essa história porque em 1979 fui preso na nossa greve dos bancários, fiquei 14 dias na Polícia Federal. E um dia chegou uma visita: Pedro Beis. Fazia muito tempo que eu não via o tio Pedro. Cheguei na salinha e lá estava ele com uma carteirinha de cigarro. E disse: “Olha, meu sobrinho, vim aqui retribuir porque, quando eu estive preso 25 anos atrás, tu me levavas uma viandinha lá na cadeia.” E eu: “Muito obrigado, tio Pedro. O caso é que eu não fumo. Mas fico muito grato pelo gesto”.

JC - E o seu ingresso no Sindicato dos Bancários?
Olívio - Cheguei em 1970, me colocaram na agência mais periférica de Porto Alegre na avenida Francisco Trein com a Assis Brasil. E logo me filiei ao sindicato. Era temerário, tinha dois bancários presos pelo regime. Fizemos reuniões e um texto que denunciava a situação. Ninguém assinou, claro. Queríamos que a categoria soubesse...

JC - Foi uma iniciativa sua?
Olívio - Não. Isso foi o pessoal ligado às áreas de base da Igreja, de movimentos para proteger as pessoas perseguidas. Fizemos o texto e mandamos para todas as agências de banco. Lembro da chegada desse envelope na agência onde eu estava. O gerente me chamou. “Tem um problema aí com uns bancários. Tu és o cara que vai no sindicato, traz as informações” - o sindicato tinha um departamento odontológico e eu divulgava o serviço. “Então, Olívio, acho meio perigoso isso aí. Mas dá um jeito.” Bom, entreguei aos colegas. A informação circulou. Até que um dia chegou lá na agência o presidente do sindicato. E começou a me explicar a situação daqueles dois bancários. O sindicato tinha colocado advogado, mas os órgãos de repressão estavam em cima.

JC - E o ingresso na direção?
Olívio - Outra vez o presidente veio à agência. “Tu tem ido nas assembleias e estão esvaziadas.” E me propôs que eu fosse para a executiva. Mas eu tinha feito vestibular para a Ufrgs. “Não quero dar o meu nome e depois não poder dar conta das reivindicações.” Aí, fiquei na quarta suplência. Quase no final desse mandato, quatro diretores deixaram de ser bancários. E fui convocado em 1974. Na divulgação, começamos a trabalhar com o pessoal da Coojornal; Santiago e Edgar Vasquez faziam charges. E a luta por liberdade e autonomia sindical nos possibilitou a relação com outras categorias. Em 1975, teve eleições e fui colocado na cabeça da chapa. Conheci o Lula nessa época. Fui reeleito no sindicato em 1978, e depois, cassado em 1979, na nossa greve dos bancários, a primeira grande greve de uma categoria do Rio Grande.
Perfil

Olívio de Oliveira Dutra completa 70 anos na sexta-feira. Formou-se em Letras pela Ufrgs, embora tenha trabalhado no Banrisul, após concurso, até se aposentar em 1996. Ganhou visibilidade como líder do Sindicato dos Bancários durante a ditadura militar. Foi preso ao liderar a primeira greve de trabalhadores bancários no Estado em 1979. Missioneiro de Bossoroca, sua trajetória política começou ainda na adolescência, no movimento estudantil em São Luiz Gonzaga. Sua primeira filiação se deu no Partido dos Trabalhadores, sigla da qual é um dos fundadores no Estado. Obteve a primeira vitória nas urnas em 1986, ao se eleger deputado federal constituinte pelo PT. No ano seguinte, assumiu a presidência nacional do partido. Sua eleição para a prefeitura de Porto Alegre, em 1988, marcou a chegada do PT ao comando da Capital. Sua gestão (1989-1992) foi destacada pela criação do Orçamento Participativo. Em 1998, Olívio foi eleito governador do Rio Grande do Sul. Não foi candidato à reeleição por ter sido derrotado nas prévias do partido por Tarso Genro, em 2002. Também disputou o Piratini em 1982, 1994 e 2006. Foi ministro das Cidades de Lula entre 2003 e 2005 e presidiu o PT gaúcho por seis mandatos desde a fundação da sigla - o último se encerrou em 2009.

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PT gaúcho ganha nova corrente. Meta é manter a esquerda no governo nos próximos anos

quinta-feira, 5 de maio de 2011



Governador Tarso Genro e prefeito de Canoas Jairo Jorge em ato político do PT./Foto: Ireno Jardim

O PT gaúcho passou a ter uma nova tendência, mas ainda sem nome oficial. Chamada, no momento, de Novo Movimento Político, a tendência foi lançada, nesta quarta-feira (4), em um ato político no Hotel Embaixador, em Porto Alegre. O governador Tarso Genro e o ex-governador Olívio Dutra prestigiaram a formação do novo grupo, liderado pelos deputados Fernando Marroni (federal) e Miriam Marroni (estadual), pelos prefeitos Jairo Jorge, de Canoas, e Gilmar Rinaldi, de Esteio, e pelo diretor-presidente da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), Jorge Branco. Os principais ideais da nova corrente são o respeito à liberdade de opinião dentro da sigla e a proposição de novos métodos de diálogo com setores da sociedade que ainda tenham alguma resistência ou preconceito com o PT. A proposta é manter a esquerda no comando do estado nos próximos anos.O novo movimento político do PT também prioriza o compromisso de debater ideias e manter uma relação horizontal com os militantes.

A criação da nova tendência, explicam seus líderes, não foi provocada por qualquer descontentamento ou falta de espaço para diálogo dentro do partido. “O PT tem várias tendências, que eu admiro e respeito muito. No entanto, precisamos avançar em outro conceito. Nossa organização é em rede, horizontal. Não se trata de fazer críticas a nenhum grupo. Nós, porém, sentimos uma carência de debates dentro do partido. Queremos um centro político que quebre o bloqueio dentro do partido e dialogue com todas as forças”, disse o prefeito Jairo Jorge.

Prefeito de Canoas Jairo Jorge um dos líderes da nova corrente do PT./Foto: Ireno Jardim
Jairo vinha atuando na renovação do partido, desde que deixou a corrente PT Amplo. Ele encontrou eco na antiga corrente Diálogo Popular e, em 2010. Mais tarde, uniu-se a alguns dissidentes da Articulação de Esquerda (Gilmar Rinaldi e Jorge Branco) e ao casal Marroni, da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB). Juntos, fundaram a nova corrente, que já representa 10% do PT estadual, podendo contribuir para a construção de quadros novos e novas candidaturas.

“Queremos ter quadros para disputar eleições. Um novo ciclo de dirigentes do PT para o final do ciclo do governo Tarso. Ao final de quatro ou oito anos do governo Tarso no RS, nós teremos uma grande mudança nas relações políticas e precisamos ter uma estratégia”, disse Jorge Branco.

O governador Tarso Genro afirmou que recebe positivamente a ideia da nova corrente e reconhece a necessidade de uma renovação na esquerda. “Estamos em uma paralisia teórica dentro da esquerda. Enfrentamos uma crise no socialismo, que vem do século passado, com a ausência de respostas de fundo à crise neoliberal. E, o surgimento de movimentos com caráter de diálogo são muito bons. Por isto, estou aqui”, justificou.

Sobre a musculatura que outros líderes possam ganhar com a criação da nova corrente, Tarso disse acreditar que a finalidade do novo movimento político deva ser, antes, a de criar opiniões do que quadros políticos. “Criam-se quadros, mas para serem universais no partido e não quadro de tendências, do que já estamos saturados”, salientou.

Plenária de lançamento da nova corrente do PT./Foto: Ireno Jardim
Política contemporânea

A constituição da corrente e o nome do novo movimento do PT ainda serão definidos em diálogos com a militância. Entre maio e julho vão ser realizadas conferências regionais. Nos dias 19 e 20 de agosto, acontecerá a conferência estadual para definição e fundação da tendência dentro do PT.

A intenção é de que a corrente adote um caderno de princípios, sem grandes teses. O Novo Movimento Político será constituído em rede e buscará ter como aliados, na sua consolidação, os novos meios de comunicação e a inovação tecnológica. Na noite desta quarta-feira (4), por exemplo, o ato político foi transmitido ao vivo pela internet e comentado pelo perfil da corrente no Twitter.

 Fonte: Rachel Duarte
Colaboração: Michele Sandri

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Novo Movimento Político do PT

terça-feira, 3 de maio de 2011

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