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Artigo - Brasil rico e para todos

segunda-feira, 20 de junho de 2011

por Tereza Campello - Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Com o Brasil Sem Miséria o país se lança num desafio coletivo, que nasce imerso em um clima de expectativa, confiança e otimismo. Nestes oito anos o país provou que pode ousar. Crescemos distribuindo renda, com a retirada de 28 milhões de pessoas da pobreza e a inclusão de 36 milhões na classe média. Esta história bem-sucedida é que motiva a presidenta Dilma, governadores e prefeitos a assumir o novo compromisso de retirar 16 milhões de brasileiros da extrema pobreza e integrá-los neste Brasil que cresce cheio de oportunidades.

O Brasil Sem miséria parte deste sólido acúmulo, dando continuidade às experiências internacionalmente reconhecidas do governo do presidente Lula, buscando aperfeiçoá-las. É o caso do Bolsa Família, considerado o maior e mais bem focalizado programa de transferência de renda do mundo. Hoje são poucos os que desconhecem e ignoram seus méritos para o país e para a população pobre, em especial os benefícios ligados ao desempenho escolar das crianças.

Vamos aperfeiçoar o Bolsa Família em dois pontos: com a busca ativa dos que têm perfil de receber transferência de renda e ainda não recebem, incluiremos mais 800 mil famílias; e com a ampliação de três para cinco filhos por família que recebem a parcela variável, serão beneficiadas 1,3 milhão de crianças e adolescentes.

O plano inova e parte da certeza de que não há escolhas fáceis em políticas com este grau de complexidade. Os 16 milhões de pobres extremos têm nome, endereço e direitos. Desses, 40% têm até 14 anos, 71% são negros e 47% vivem no campo. Estão espalhados por esta imensa nação, refletindo sua diversidade nas diferentes caras da miséria. Déficits sociais históricos explicam por que os extremamente pobres não têm usufruído deste Brasil repleto de oportunidades que o desenvolvimento econômico tem apresentado, e justificam uma ação contundente do Estado para ampliar suas capacidades.

No meio rural, onde a miséria acomete um em cada quatro moradores, vamos ampliar capacidades em três frentes. Oferecemos assistência técnica adequada com acompanhamento sistemático, recursos a fundo perdido, sementes resistentes e insumos para aumentar a produção de alimentos e incluir essa população nos mercados da agricultura familiar. O Bolsa Verde será um pagamento para a conservação de florestas nacionais e reservas extrativistas, aliando combate à extrema pobreza com agenda ambiental. Atuaremos com força junto às cadeias do agronegócio para alterar a situação dos trabalhadores rurais assalariados, muitos não só em extrema pobreza, mas em condições degradantes de trabalho.

No meio urbano vamos aliar intensa oferta de vagas para cursos de qualificação profissional - a meta é atender 1,7 milhão de adultos - ao apoio técnico e de crédito aos que têm um pequeno negócio e à economia solidária. Essa ampliação da oferta de políticas de inclusão produtiva, com foco na extrema pobreza, será orientada pelo levantamento do mais completo mapa de oportunidades de cada local. Outras dezenas de medidas na área de inclusão produtiva e ampliação de serviços públicos, direitos e cidadania que compõem o complexo desenho do plano enfrentarão a miséria nas suas múltiplas dimensões.
Este é um momento de ação, de construção de alianças necessárias à implementação do plano. Não se busca o consenso, mas o aperfeiçoamento crítico através de contribuições da sociedade e daqueles que estão engajados na luta pela justiça social.

Muitos países têm fracassado na produção de políticas inclusivas. O Brasil tem tido uma trajetória vitoriosa nos últimos anos. Cabe-nos avançar, resgatando os que estão em maior vulnerabilidade. O plano conta com o conhecimento adquirido em experiências positivas de inclusão em todos os níveis, com a disposição já demonstrada de governadores e prefeitos, independentemente de suas opções partidárias e, por fim, com o desejo do povo brasileiro de buscar uma vida melhor e construir um país verdadeiramente rico, que é um país sem pobreza.

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Chico Buarque assina manifesto em apoio a Dilma Rousseff

terça-feira, 19 de outubro de 2010


Redação Carta Capital 13 de outubro de 2010 às 17:30h

Documento, também apoiado por Leonardo Boff, Emir Sader e Eric Nepomuceno, defende união em torno da candidatura petista.

Liderados por Chico Buarque, Leonardo Boff, Emir Sader e Eric Nepomuceno, um grupo de artistas e intelectuais divulga um manifesto em apoio a candidatura de Dilma Rousseff. O documento, que será entregue à candidata em um ato político no dia 18 de outubro, no Rio de Janeiro, defende a união de forças para garantir os avanços na inclusão social, preservação dos bens e serviços da natureza e a nova posição do Brasil no cenário internacional. Leia abaixo o manifesto.

Manifesto de artistas e intelectuais pró Dilma

Nós, que no primeiro turno votamos em distintos candidatos e em diferentes partidos, nos unimos para apoiar Dilma Rousseff. Fazemos isso por sentir que é nosso dever somar forças para garantir os avanços alcançados. Para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimento econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens e serviços da natureza, um país socialmente justo, que continue acelerando a inclusão social, que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional.

Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade, a erradicação da miséria e da desiguladade social. Um país que preserve sua dignidade reconquistada.
Entendemos que essas são condições essenciais para que seja possível atender às necessidades básicas do povo, fortalecer a cidadania, assegurar a cada brasileiro seus direitos fundamentais.

Entendemos que é essencial seguir reconstruindo o Estado, para garantir o desenvolvimento sustentável, com justiça social e projeção de uma política externa soberana e solidária.

Entendemos que, muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado.

Por tudo isso, declaramos, em conjunto, o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana.

Leonardo Boff
Chico Buarque
Fernando Morais
Emir Sader
Eric Nepumuceno

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/politica/chico-buarque-assina-manifesto-em-apoio-a-dilma-rousseff
Foto: Facebook da Dilma

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Já somos mais de 47 milhões com Dilma

terça-feira, 5 de outubro de 2010


Segunda-feira, 04 de outubro de 2010

Car@ militante,

Como você já sabe, nossa candidata, Dilma Rousseff, foi a grande vencedora do primeiro turno da eleição para presidente da República. Com sua ajuda, Dilma conquistou nas urnas, no último domingo, 47.651.434 votos, o equivalente a 46,9% dos votos válidos.

Faltou muito pouco para a festa ser completa e definitiva. Mas temos certeza que com o seu apoio vamos eleger, no próximo dia 31, a primeira mulher presidenta do Brasil.

É hora de manter a militância acesa e jamais desanimar. Pegue sua bandeira, seus adesivos e vá para as ruas defender a proposta do governo Lula, que mudou o país de forma profunda, retirando milhões da miséria e elevando outros tantos à classe média.

Participe das discussões nas redes socais. Defenda Dilma das mentiras com que adversários sem argumentos atacam nossa candidata. Alerte seus amigos contra as baixarias e as promessas de última hora de quem nunca defendeu o povo.

Busque informações nos sites Dilma13, ParticipaBR, Dilmanarede, Mulheres com Dilma e Galera da Dilma. E deixe conosco suas sugestões para o Brasil seguir mudando.

Acompanhe os Twitters @dilmabr, @dilmanaweb, @dilmanarede, @galera_dilma, @mulheres_dilma e @participabr.

Um forte abraço,
Equipe Dilma13

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PT supera PMDB e passa a ter maior bancada da Câmara

Os partidos pró-Dilma elegeram 311 deputados, e a oposição, 111. O resultado ainda pode mudar após o julgamento de recursos pela Justiça Eleitoral. Índice de renovação da Câmara foi de 46,4%.


O PT elegeu 88 deputados federais e passará a ter a maior bancada da Câmara no ano que vem, após a posse dos eleitos. Em segundo lugar vem o PMDB, com 79 deputados eleitos. Os dois partidos integram atualmente a base governista. Os partidos que apoiaram no primeiro turno a candidata do governo, Dilma Rousseff (PT, PMDB, PRB, PDT, PTN, PSC, PR, PTC, PSB e PCdoB) elegeram 311 deputados.

Veja infográfico com o balanço das eleições para deputado federal.

A oposição (PSDB, DEM, PPS e PSOL) elegeu 111 deputados, e os partidos independentes (PV, PP, PTB, PMN e PTdoB), que hoje integram a base aliada na Câmara, mas não apoiaram nenhum candidato ao Planalto, elegeram 91. Atualmente, a maior bancada da Casa é do PMDB, com 90 deputados, seguida do PT, com 79.

A renovação na Câmara atingiu a marca de 46,4%, em comparação com a bancada eleita em 2006. Esse número é ligeiramente superior ao verificado há quatro anos, que foi de 46%. Historicamente, a média de substituição na Casa fica em torno de 40% a 50%. Entre os estados, a renovação foi maior no Distrito Federal e Sergipe, ambos com 87,5%, e menor no Rio Grande do Norte e no Amazonas (25% cada). Veja tabela abaixo. Ao todo, 275 deputados (53,6%) conseguiram renovar seus mandatos. As demais vagas (238) serão preenchidas por novos deputados.

Eleição sub judice

Todos esses resultados são ainda provisórios. Até o dia da diplomação dos eleitos (17 de dezembro), a Justiça deverá julgar os recursos de todas as candidaturas indeferidas por problemas, como falta de quitação eleitoral ou de documentação. Também se enquadram nesse caso recursos de postulantes que tiveram o registro indeferido por força da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10).


A expectativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é que boa parte desses casos sejam analisados ainda durante este mês. Em alguns estados, decisões judiciais podem modificar o quadro dos eleitos. É o caso do Rio de Janeiro, onde o candidato Anthony Garotinho (PR) elegeu-se com a maior votação, o que acabou beneficiando companheiros de partido pelo critério do quociente eleitoral. O ex-governador fluminense concorreu amparado por uma liminar concedida pelo TSE. Caso ela caia no julgamento do mérito da questão, ainda sem data marcada, isso afetará Garotinho e os eventuais candidatos que se elegeram com base na sua votação.

Campeões de voto

Entre os candidatos, os campeões de votos são novatos na Câmara. Em números absolutos o recordista foi Tiririca (PR-SP), com 1.353.820 de votos. Em termos relativos, o primeiro lugar cabe ao candidato Reguffe (PDT-DF), com 18,95% dos votos válidos. Seis parlamentares conseguiram obter a maior votação no seu estado pela segunda eleição consecutiva: ACM Neto (DEM-BA), Iris de Araújo (PMDB-GO), Rodrigo de Castro (PSDB-MG), Marcelo Castro (PMDB-PI), Marinha Raupp (PMDB-RO) e Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), que também obteve a maior votação entre as candidatas pela segunda vez seguida (482.590 votos).

Apesar dessa votação recorde de Manuela, a bancada feminina não cresceu, como era esperado por analistas políticos. Foram eleitas 43 canditadas, contra 47 deputadas eleitas em 2006. A bancada atual é formada por 45 parlamentares.

Do Portal da Câmara dos Deputados.

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Projeto Mesário 2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010


O programa Mesário Eleitoral foi criado com a pretensão de incentivar o eleitorado voltado à prestação de serviços eleitorais nas mesas receptoras de votos. O Tribunal Superior Eleitoral, considerando a importância do tema, realiza, desde 2004, ações nesse sentido.

O projeto busca a ampliação do número de colaboradores da Justiça Eleitoral, de forma consciente. Pretende-se, nesse contexto, cadastrar mesários, universitários ou não, qualificados e aptos a desempenhar satisfatoriamente suas atribuições no dia da eleição.

Acesse o formulário e as informações sobre o programa Mesário Eleitoral no endereço: www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/mesario.htm


Praça dos Tribunais Superiores - Bloco C - Setor de Autarquias Sul, Brasília - DF - 70096-900 - Brasil

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Artigo - O Brasil tem florestas demais?

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Brasil tem florestas demais?

O Brasil é muito criticado por desmatar a Amazônia e, com isso, contribuir para gerar diversas catástrofes ambientais. Mas há alguns fatos importantes a considerar. Há oito mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o país detém 28,3%. Dos 64 milhões de quilômetros quadrados de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas mundiais já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram e muito, conforme revela o estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais.

Segundo o Prof. Evaristo Eduardo de Miranda, doutor em ecologia e chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, a Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais (23,6%), agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a América do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4% e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil.

Longe de estar encerrada no passado, essa tendência se mantém e, se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil – por ser um dos que menos desmatou – deverá deter no futuro quase a metade das florestas primárias do planeta. O paradoxo é que, ao invés de ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal, o país vem sendo severamente criticado pelos campeões do desmatamento e paulatinamente alijado da própria memória.

O estudo da Embrapa indica que, apesar do desmatamento dos últimos trinta anos, o Brasil é um dos países que mais mantém sua cobertura florestal. Dos 100% de suas florestas originais, a África mantém hoje 7,8%, a Ásia 5,6%, a América Central 9,7% e a Europa – o pior caso do mundo – apenas 0,3%. Embora se deva mencionar o esforço de reflorestar para uso turístico e comercial, não é possível ignorar que 99,7% das florestas primárias européias foram substituídas por cidades, cultivos e plantações comerciais.

O continente que mais mantém suas florestas originais é a América do Sul, com 54,8%. Nossa legislação exige que as propriedades rurais preservem de 20% a 80% de sua área total na forma de reserva florestal. Com invejáveis 69,4% de suas florestas primitivas, o Brasil tem grande autoridade para tratar desse tema frente às críticas dos campeões do desmatamento mundial.

Mas não o faz. A inexistência de uma política bem definida permite que uma espécie de "fundamentalismo" obscurantista, quase uma cegueira ideológica, espalhe-se como vírus em nossos organismos de decisão e contamine parcela de nossos operadores do direito e da administração, gerando um somatório de ações judiciais, exigências não pertinentes em processos de licenciamento ambiental, atritos com ONGs, imprensa, etc., cujos impactos são nocivos ao interesse nacional, sem qualquer vantagem social, ambiental ou econômica para nosso país.

(*) Antonio Luis da Costa Burgos: ex-chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Oeste, atualmente é coordenador do Centro de Estudos Estratégicos da FAAP. alburgos@faap.br
(**) Rafael Abrão Possik Jr.: agroempresário no MS, 2108112673@faap.net


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Investir nesta galera é desenvolver o Brasil!

Estamos entrando num momento crucial para o futuro do país, onde o presente e o futuro se entrelaçam. As projeções demográficas dizem que o Brasil vive uma janela de oportunidades, o que pode resultar em um grande salto para o desenvolvimento do país.

Não há momento melhor do que 2010 para discutir o quanto é importante o investimento nesta geração para garantir um Brasil desenvolvido nas próximas décadas. Será neste ano que o nosso país chega ao chamado “pico geracional’, onde alcançaremos o maior número de jovens da nossa história e do futuro próximo: 52 milhões de brasileiros e brasileiras. Além disso, e não menos importante, este é o ano em que discutiremos os rumos do Brasil: se vamos aprofundar as mudanças em curso ou regressar aos anos de neoliberalismo.

Para evitar qualquer andar para trás devemos ter um programa de governo ousado, que combata a exclusão do público mais impactado pelas políticas neoliberais: os jovens. Também, deve tratar de garantir a esta geração condições seguras para viver a sua juventude, com acesso à renda, educação e cultura.

Em primeiro lugar, devemos ressaltar a importância do Governo Lula para a juventude brasileira, através da criação da Secretaria e do Conselho Nacional de Juventude, marcos de um novo momento, onde o país passa a compreender o jovem como sujeito de direitos. Esta característica fica clara quando analisamos o conjunto de propostas desenvolvidas ao longo dos últimos sete anos: políticas emergenciais, como o Prouni e o Projovem, e políticas estruturantes, como a construção de 214 escolas técnicas e doze novas universidades federais. Além disso, existe um conjunto de outras políticas, como os Pontos de Cultura e o Pronasci, onde a grande maioria do público atingido tem menos de 29 anos.

Agora, é preciso dar o próximo passo, reconhecendo legado deixado pelo Governo Lula, aproveitando o grande momento político do país e as condições favoráveis para transformar o jovem em ator estratégico do desenvolvimento nacional. Isto significa dizer que investir na juventude é uma questão vital, para o agora e as próximas décadas.

Uma questão central que toma corpo no debate em torno deste segmento é como poderemos garantir que aos jovens as condições para não abandonar a escola, fazendo com que não lhes se seja imposta a necessidade de entrar no mundo do trabalho, ocupando empregos precários. Ou seja, quanto maior a sua escolarização, melhores serão as condições de disputar os melhores postos de trabalho.

O Projovem – Programa Nacional de Inclusão de Jovens, hoje garante uma perspectiva de aumento da formação ao jovem que não concluiu o ensino fundamental, articulado com a qualificação profissional. Isto tem contribuído na inclusão social e resgate da cidadania, bem como ajudado a postergar a sua entrada no mundo do trabalho.

Mas é importante ir além, compreendendo que, se o Ensino fundamental antigamente já representava pouco em termos de escolarização, hoje é menos ainda suficiente. E, tendo em vista os grandes problemas encontrados no Ensino Médio brasileiro, onde existe grande desistência do jovem em continuar os seus estudos, será preciso fazer com que a realidade e a diversidade da juventude estejam incorporadas na proposta político-pedagógica da escola.

Por outro lado, temos que aprofundar as políticas de permanência para aqueles com idade entre 15 e 17 anos, e ter uma política mais ousada para dar conta do ensino daqueles que não estão mais na seriação adequada e daqueles que abandonaram o Ensino Médio. Para isso, será preciso substituir a renda obtida pelo trabalho por uma política que financie o aumento da sua escolaridade, articulado com outras políticas de formação e de vivência do território. Além do mais, isto deve corresponder também a uma política que represente uma continuação na formação do aluno que se forma hoje no Projovem.

Com essa proposta, outro elemento que deve ter centralidade na Política Nacional de Juventude é a transversalidade das políticas públicas no território. Isso só ocorrerá de fato através de uma ação integrada em torno das diversas políticas que atingem a juventude no país. Muitas delas já existem e perpassam diversas áreas do governo.

Hoje, temos ações e políticas territoriais integradas que estão dando certo no país, executadas e pensadas sob o ponto de vista local. Os Territórios da Cidadania e o Pronasci, hoje, articulam políticas setoriais de diversos Ministérios com a devida implementação nos estados e municípios.

É isso que pode ajudar a juventude brasileira a ter melhor qualidade de vida, numa lógica que pense o seu desenvolvimento de forma integral. Uma política de equipamentos públicos que o faça acessar e produzir cultura, ter tratamento de saúde, praticar esportes, ter acesso a novas tecnologias, entre outras questões, sob uma perspectiva de contribuir para o desenvolvimento do espaço onde habita.

O Sistema Nacional de Juventude instituído deve colaborar no aperfeiçoamento de tudo isso em torno da Política Nacional de Juventude, a partir da coordenação, gestão e definição das responsabilidades dos entes federativos – questão fundamental para implementar as ações articuladas em diversos níveis.

Estes são elementos que o próximo governo deve se debruçar. Isto tudo só será possível, pois as bases desta política já estão lançadas. Com isso, poderemos aprofundar a mudanças em curso no país e fazer com que os jovens sejam o motor do desenvolvimento brasileiro.

E somente Dilma pode dar conta desse desafio.


Severine Macedo é secretária nacional da Juventude do PT e Murilo Amatneeks é membro da Executiva Nacional da Juventude do PT e do Conselho Nacional de Juventude.

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Os ministros de José Serra

Para a Casa Civil, o "chefe do mensalão mineiro" Eduardo Azeredo. Para o novo Ministério da Segurança Pública, já está convidada Yeda Crusius, a operadora do escândalo do Detran/RS.

Aos poucos, a cara de um eventual governo serrista começa a se moldar. Ele terá o pior do PSDB e DEM.

Aguarda-se uma sinalização do candidato para um posto estratégico para o "camarada" José Roberto Arruda. Tem gente apostando no chefe da sosfisticada organização criminosa "Mensalão do DEM" para o Ministério da Justiça.

Ninguém duvide.

da Tribuna Petista

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Da política de ficha limpa aos responsáveis pela suja.

Jacques Távora Alfonsin

A recente aprovação da lei complementar 58/2010, pelo Senado Federal, tratando da “ficha impa” que se deve exigir de qualquer candidato a cargo eletivo, aguardando agora, tão somente, a sanção presidencial, está sendo celebrada como uma grande vitória da iniciativa popular, que recolheu mais de um milhão e setecentos mil assinaturas de apoio ao projeto.

Convém ouvir-se, entretanto, uma advertência que fez o Padre Lebret, famoso pela sua histórica e competente militância em favor dos direitos humanos do povo pobre e trabalhador, no século passado. De um realismo cru, aconselhava esse padre nos seus “Princípios para a ação”: “Nada de euforias, o amanhã trará seus novos fracassos”.

Embora se espere que essa amarga previsão não se concretize agora, toda a euforia contrária precisa de cautela, pois o presidente do Superior Tribunal eleitoral, segundo se noticia, está prometendo esclarecer, até o dia 5 de junho próximo, uma dúvida já levantada pelo senador Arthur Virgilio (PSDB) baseada no fato de que, para as eleições do corrente ano, a tal lei nem valeria.

Uma emenda do senador Francisco Dornelles (PP) reserva a sua vigência, apenas, para ilícitos que venham a ocorrer depois da sua promulgação, o que deixaria até Paulo Maluf habilitado, novamente, a se candidatar para cargo eletivo.

Esse tipo de burla legal tem alguns antecedentes históricos que deslustram a nossa tradição republicana. Tanto na elaboração das leis, como nos atos administrativos e nas sentenças judiciais, ele é capaz de neutralizar os esforços empreendidos durante anos pela sociedade civil interessada em eleger, com a mais justa razão, quem tem conduta moral isenta de mácula capaz de trair o mandato recebido nas urnas.

Alguns exemplos são significativos. Logo depois de promulgada a Constituição Federal de 1988, aguardava-se, com grande expectativa, o resultado dos trabalhos de uma Comissão Mista, a ser criada pelo Congresso Nacional, conforme determinava o art. 26 do Ato das Disposições Transitórias, com incumbência de promover “exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento externo brasileiro.”

Pesava então graves suspeitas, de ilícitos civis e penais praticados por autoridades do regime militar, imposto pelo golpe de 1964, que provocaram grandes prejuízos ao Tesouro Nacional. A democracia recém instaurada pretendia investigar e punir a corrupção que apurasse, inclusive com o encaminhamento das suas conclusões ao Ministério Público. O prazo para isso ser feito era de um ano, e questionava fatos como o de se explicar a justificar como a dívida, no referido período, tinha aumentado 42 vezes, como se pode ler no site Jubileu Sul Brasil.

A tal CPI, pelo jeito requentada pela pressão pública, ainda no inicio deste mês recebeu novas denúncias, inclusive sobre dívidas contraídas em anos posteriores ao do prazo estabelecido para a conclusão dos seus trabalhos...

Essa protelação inconstitucional e injustificada somada às recentes concessões que a Secretaria de Direitos Humanos da presidência da República foi obrigada a fazer na redação do PNDH3, descaracterizando demandas populares planejadas durante anos, e o julgamento com que o Supremo Tribunal Federal acaba de sepultar a possibilidade de se processarem e julgarem torturadores, tudo isso constitui prova de que, dependendo do poder político e militar de quem possa ser alcançado por uma investigação pública, não há comissão legislativa, não há sindicância administrativa e, salvo raras exceções, nem sentença capaz de apurar o que quer que seja.

O recente caso Arruda, no Distrito federal, é uma rara exceção a essa regra, mais pela grotesca e pública tentativa de encobrimento da responsabilidade penal do investigado, do que pelo processo legal da sua apuração. Veja-se o caso da CPI do Detran, aqui no Rio Grande do Sul. Refém da maioria parlamentar de apoio ao Governo do Estado, não fossem iniciativas paralelas do Ministério Público e da Polícia Federal, (operações Rodin e Solidária) nenhuma esperança a sociedade gaúcha teria de ver algum efeito jurídico sancionatório sobre os escândalos públicos então denunciados, se é que um dia ainda vai ver.

As fichas sujas de corruptores, hábeis bandidos e criminosos, que agem à revelia desses atos oficiais, estão imunizadas contra qualquer limpeza por uma torpe tradição de exercício de poder oculto, feito à socapa, onde o dinheiro que peita mantém-se anônimo e, quando alguma vez é alcançado por qualquer suspeita, confia no “devido processo legal” para levar tudo ao esquecimento e à impunidade.

O risco de se cumprir a advertência do Padre Lebret, portanto, pode ser atestado pela comparação que delas se façam com outras investigações, ainda em curso no Congresso Nacional. Aquelas das CPMIS que apuram alegadas irregularidades em desvios de recursos públicos recebidos por entidades que apóiam a reforma agrária e os movimentos populares, como o MST e o MMC. Essas têm tramitação rápida, garantida, com imediato apoio, inclusive do Tribunal de Contas da União. O que não se consegue apurar nas outras, nessas aqui, até o que não puder ser provado, grande parte da mídia faz passar por verdade. A ficha suja que lá não se consegue limpar, aqui até a limpa passa por suja.

Em período anterior às eleições deste ano, assim, é de se esperar que as novas regras de eleição, promulgadas em setembro do ano passado, se inspirem no projeto recém aprovado pelo Senado, sem essa emenda Dornelles. Os responsáveis pelas fichas sujas, dessa forma, não só os corruptos como também os corruptores, sejam impedidos, quem sabe, de prosseguir viciando o nosso processo de votação política, advertidos, sem ironia, que a soberania é do povo e não deles.

Gabinete na Assembléia Legislativa - Praça Mal. Deodoro, 101 - 12º andar - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3210-1801 - marcon@al.rs.gov.br

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Comparando Lula e o FHC

terça-feira, 25 de maio de 2010

COMPANHEIROS(as)!

É claro que sabemos que o Governo LULA é o melhor governo que o Brasil já teve, mas devemos urgentemente tomar consciência das insuperáveis distâncias que separam os governos do PSDB do nosso. E precisamos comprovar com números, pois a memória do povo costuma ser curta. Compare na tabela abaixo

NÃO PODEMOS RETROCEDER. PRECISAMOS CONQUISTAR O RIO GRANDE TAMBÉM. AVANTE COMPANHEIROS!

Janise Collares

Ítens

Nos tempos de FHC

Nos tempos de LULA

Rísco Brasil

2.700 pontos

200 pontos

Salário Mínimo

78 dólares

210 dólares

Dólar

R$ 3,00

R$ 1,78

Dívida FMI

Não mexeu

Quitou

Indústria Naval

Não mexeu

Reconstruiu

Universidades Federais Novas

Nenhuma

14

Extensões Universitárias

Nenhuma

92

Escolas Técnicas Federais

Nenhuma

214

Valores e Reservas do Tesouro Nacional

U$ 185 bilhões negativos

U$ 210 bilhões positivos

Créditos para o Povo/PIB

14,00%

34,00%

Ferrovias

Nenhuma

03 em andamento

Rodovias

90% danificadas

70% recuperadas

Indústria Automobilística

Em baixa - 20%

Em alta – 30%

Crises internacionais arrasando o Brasil

4

Nenhuma

Taxas de juros - SELIC

27,00%

9,50%

Mobilidade Social

2 milhões de pessoas sairam da linha da pobreza

23 milhões de pessoas sairam linha da pobreza

Empregos criados

780 mil

12 milhões

Investimentos em Infraestrutura

Nenhum

504 Bilhões de reais

Mercado Internacional

Brasil sem crédito

Brasil reconhecido como investimento com grande potencial




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Em comissão especial da Câmara, Marroni defende escola de turno integral

Único parlamentar gaúcho na comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição que pretende implantar a escola de turno integral nas escolas públicas do país, Fernando Marroni voltou a defender a aprovação da proposta esta semana.

Durante a reunião de trabalho para analisar a PEC 134 na Câmara, o deputado reforçou a importância do projeto para o desenvolvimento social brasileiro.

“Nenhum grande país tornou-se uma potência respeitada sem investir em ensino de qualidade. A escola de oito horas é de extrema importância para tirar os jovens pobres das ruas e será importante também para os jovens com maior poder aquisitivo, que ficam horas em frente ao computador, quando poderiam estar desenvolvendo outras atividades mais saudáveis”, justifica Marroni.

A comissão que analisa a PEC tem se reunido semanalmente e pretende concluir seus trabalhos até o início do recesso de julho. A intenção é aprovar o relatório para a partir de agosto levar o projeto para votação no Plenário e fazê-la vigorar já em 2011.

do Informativo do Dep. Fed. Fernando Marroni


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Marroni quer incluir Zona Sul no programa Mais Educação

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O deputado Fernando Marroni é único parlamentar gaúcho entre os titulares da Comissão Especial encarregada de analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 134/07 que pretende instalar o ensino em turno integral de oito horas em todas as escolas públicas do Brasil. A comissão pretende concluir a análise da proposta elaborada pelo deputado Alceni Guerra (DEM-PR) até o final deste semestre e possibilitar que seja votada em plenário logo após o recesso de julho.

Esta semana foi realizada audiência pública com o representante do Ministério da Educação, Luiz de Figueiredo Lázaro e o professor Danilo Melo Sousa, Dirigente Municipal de Educação de Palmas/TO e representando a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDME).

Durante a reunião Lázaro destacou a importância do programa Mais Educação que em 2010 deverá envolver 1,5 milhão de estudantes de 10 mil escolas brasileiras em atividades extra-classe no turno inverso.

Já o representantes de Tocantins, relatou a experiência bem sucedida do município de Palmas (TO) com a implantação do turno integral, no qual o aluno permanece oito horas na escola. “A rede municipal de ensino é responsável por 60% dos estudantes do município, destes, metade já está inserido no sistema de ensino integral do município. E o desempenho dos alunos melhorou significativamente, além deste sistema ter diminuído a evasão escolar”, relatou Souza.

Após a reunião, ao debruçar-se sobre os dados do programa no Rio Grande do Sul, Marroni descobriu que todas as escolas beneficiadas estão localizadas na região Metropolitana de Porto Alegre. “A partir disso irei interceder junto ao Ministério da Educação para que a Metade Sul do estado seja incluída no programa que tem muito a contribuir com a qualidade da educação oferecida pela rede pública”, disse.

do Informativo do Dep. Fed. Fernando Marroni

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O que uma escritora holandesa falou do Brasil

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL

LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.

Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.

Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.

Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO- 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?

3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando..

É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.

Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!

Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser BRASILEIRO!!

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Audiência em Porto Alegre discute democratização dos investimentos em Cultura

segunda-feira, 10 de maio de 2010


A Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal promoveu na tarde desta terça-feira (4), audiência pública para recolher propostas e sugestões dos gaúchos ao Projeto de Lei 6.722/2010, que cria o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Procultura), do governo federal. O evento foi realizado no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa.

O presidente da comissão, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), afirmou que nos últimos anos foram muitas as modificações na área da educação e que o desafio agora é formatar uma legislação para a cultura. "Cultura neste país deve ter uma política de estado e não de governo". Ele destacou que a Lei Rouanet proporcionou o incremento de recursos para a produção cultural, quando R$ 1,2 bilhão financiaram atividades culturais.

Representando a relatoria do projeto, a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) destacou que a proposta visa a democratização. "O principal objetivo é garantir mais recursos para a Cultura, fortalecendo o Fundo Nacional de Cultura e rompendo a concentração de investimentos no Rio de Janeiro e em São Paulo", afirmou.

Atualmente os investimentos da renúncia fiscal estão concentrados nos dois estados, nos quais apenas 3% dos proponentes ficam com mais da metade dos recursos. "Não é possível aplicar dinheiro público de forma tão concentradora e privilegiada. A Lei Rouanet não tem critérios públicos, mas privados", disse o secretário de Política Cultural do Ministério da Cultura, José Luis Herêncio, ao mencionar que a renúncia fiscal corresponde a 80% do total aplicado pelo governo federal em produção cultural.

De acordo com o projeto que institui o Procultura, haverá uma inversão: 20% do financiamento será via renúncia, e 80% se dará pelo orçamento do ministério. Isso possibilitaria que projetos culturais que não têm apelo de mercado, mas são importantes para a construção da identidade brasileira, possam ter mais acesso a recursos públicos.

Também participaram da audiência, que lotou o Teatro Dante Barone, produtores culturais, artistas de teatro, músicos, conselheiros de cultura entre outros agentes do setor. Ele encaminharam sugestões para aprimorar o projeto do governo federal.

Jackson Raymundo
Assessor Parlamentar Dep. Fed. Maria do Rosário

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PSB confirma apoio à pré-candidatura de Dilma à Presidência

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou na tarde desta quarta-feira (6), em Brasília, o apoio oficial à pré-candidata do PT, ex-ministra Dilma Rousseff , à Presidência da República.

O anúncio foi feito pelo presidente nacional da sigla, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, durante entrevista coletiva no Hotel Brasília Alvorada, que contou também com a presença do presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, e da pré-candidata Dilma Rousseff. O secretário geral nacional do PT, José Eduardo Cardozo, também participou do evento, juntamente com demais membros da direção nacional do PSB.

Eduardo Campos afirmou que o partido reunirá sua direção nacional no próximo dia 21 para formalizar o apoio á pré-candidata do PT, Dilma Rousseff. O partido desistiu da candidatura própria do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) para apoiar o projeto petista.

As direções do PT e do PSB almoçaram hoje com Dilma e trataram da aliança. Dilma disse que está muito feliz com a decisão e que seu projeto ganha muito com a adesão dos PSB. “É uma decisão muito importante porque o PSB foi um aliado histórico do projeto do PT ao longo do processo desde a redemocratização. Considero que nós temos uma visão de país comum e temos uma visão de projeto extremamente próxima. Por isso, eu fico muito feliz porque também tenho relações afetivas muito grandes com os integrantes do PSB”, disse Dilma.

Ela fez questão de falar novamente que nutre respeito e afeto pelo deputado Ciro Gomes e que conversará com ele sobre a aliança do PT e do PSB. “Vou repetir o que eu disse ao longo de todo esse processo. Eu respeito, admiro e tenho a maior consideração pelo deputado e ex-ministro Ciro Gomes e, além disso, tenho relações afetivas com o deputado. E como eu disse tenho certeza que nós sempre estaremos do mesmo lado, porque eu conheço, sobretudo, a capacidade de luta e a lealdade do deputado. Farei sempre questão de procurá-lo, porque eu o considero um amigo”, comentou.

Campos afirmou ainda que o PSB quer ajudar na construção do programa de governo e ajudar nas alianças regionais do grupo político que apóia Dilma. “Queremos participar no conteúdo do programa, na coordenação da campanha para que ela seja de todos [os aliados] e não de alguns partidos”, disse.

Os socialistas vêm somar ao PMDB, PCdoB, PDT e PR que também já anunciaram apoio à pré-candidata do PT.

do Portal do PT

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Tarso Genro: Decisão do STF é erro jurídico e deformação histórica

terça-feira, 4 de maio de 2010

“A decisão do STF rejeitando o pedido de revisão da Lei da Anistia revela que, se já alcançamos a maturidade da democracia política, ainda não nos livramos do medo da ditadura e da sombra asfixiante de seus algozes”.

A afirmação é do ex-ministro da Justiça, Tarso Genro, que, em entrevista exclusiva à Carta Maior, classifica a decisão como um “erro jurídico e uma deformação histórica”. Para Tarso, o voto do relator Eros Grau repetiu argumento do jurista nazista Carl Schmitt, para quem em um estado de exceção, o Estado continua a existir enquanto o direito desaparece.

Na avaliação do ex-ministro da Justiça, Tarso Genro, a decisão do Supremo Tribunal Federal rejeitando o pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) por uma revisão na Lei da Anistia representa um erro jurídico e uma grave deformação histórica. A OAB queria que o STF anulasse o perdão concedido a representantes do Estado (policiais e militares) acusados de praticar atos de tortura durante o regime militar. O pedido foi rejeitado por 7 votos a 2. “Uma das coisas que ela revela é que, se já alcançamos a maturidade da democracia política, ainda não nos livramos do medo da ditadura e da sombra asfixiante de seus algozes”, diz Tarso Genro, em entrevista exclusiva à Carta Maior.

Em julho de 2008, durante a gestão de Tarso Genro, o Ministério da Justiça realizou uma audiência pública sobre os limites e possibilidades para a responsabilização jurídica de agentes públicos que cometeram crimes contra a humanidade durante períodos de exceção. Essa audiência pública gerou um movimento para a construção de uma nova cultura político-jurídica no país. Seu ápice foi a propositura da Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental pela OAB junto ao STF, com o objetivo de interpretar a lei brasileira de anistia de modo compatível com a Carta Magna e o direito internacional. Pela primeira vez, o Governo brasileiro tratou formal e oficialmente do tema.

Para o ex-ministro da Justiça, “o ministro Eros Grau, que era conhecido como marxista, demonstrou que é um bom adepto de Carl Schmitt, para quem, em um estado de exceção, o Estado continua a existir enquanto o direito desaparece”.

Confira a entrevista:

Qual a sua avaliação sobre a decisão do STF relativa à Lei de Anistia?Esta decisão do STF ainda vai mudar. Em outra decisão no futuro, deste mesmo tribunal. Uma das coisas que ela revela é que, se já alcançamos a maturidade da democracia política, ainda não nos livramos do medo da ditadura e da sombra asfixiante de seus algozes. A decisão insiste que uma conciliação entre os que comandaram os cárceres e os que estavam dentro dos cárceres é legítima para fundar o Estado de Direito.

A partir da convicção de que a transição democrática veio pela “via” da conciliação, tanto os que se opuseram -politicamente ou pela resistência armada ao regime- como os que defenderam o regime cometendo, por exemplo, torturas por motivação política, estão abrangidos pela Lei de Anistia. Porque, no caso, a tortura, como integrada ao processo político, seria crime “conexo”. Esta é, de maneira, simples e direta, a conclusão do voto vencedor do Min. Eros Grau, que teve a oposição frontal e digna apenas dos Ministros Ayres Brito e Levandowski.

Considerar passível de anistia política quem torturou, matou, estuprou, esquartejou -como fizeram com Davi Capistrano - e, assim, colocar num mesmo plano ético-moral, estes e os que resistiram ao regime militar, ou se insurgiram contra ele, e mesmo os que defendiam o regime porque acreditavam nele - inclusive usando a força, mas que não acreditavam que havia torturas, estupros ou assassinatos - é uma deformação histórica brutal.

Em que sentido é uma deformação histórica?O voto estabelece uma identidade total entre torturadores, resistentes, e também aprovadores do regime que jamais tiveram qualquer relação com as torturas, pois todos estão, pelo voto de Eros Grau, abrigados nas mesmas normas de anistia política. Esta é a conseqüência de considerar estes delitos como “conexos”.

O método interpretativo usado pelo Relator é o seguinte, apesar de floreios e disfarces teóricos que constam no seu voto: há um conjunto de normas que trata do assunto, que remete para o texto constitucional. O que se precisa verificar é, apenas, se a palavra “conexos” pode vincular-se aos torturadores, ou seja, se aqueles agentes públicos que, responsáveis pelo cumprimento da legalidade do próprio regime, estavam agindo por motivação política, quando torturaram, mataram ou estupraram. Ora, prossegue o raciocínio do Relator, se estavam a serviço do regime, para defendê-lo, fizeram-no por motivação política, logo, estão abrangidos pelo regime da anistia. Não cogita, o raciocínio do Relator, de nenhum elemento valorativo e de nenhuma correspondência entre fins e meios.

O ministro Eros Grau, que era conhecido como “marxista”, demonstrou que é um bom adepto de Carl Schmitt, para quem, em um estado de exceção, o Estado continua a existir enquanto o direito desaparece. Schmitt vê no estado de exceção precisamente o momento em que Estado e direito mostram sua irredutível diferença. O Estado persevera apesar do Direito. Esse é o ponto de Schmitt e parece ser também o que embasa o voto do relator.

A conexão alegada pelo ministro consiste em situar todas as ações, de qualquer natureza, desde que políticas, durante o período abarcado pela lei de anistia, como anistiadas. O problema aí é que, se o direito se esgota na lei, como aparentemente o ministro afirma na interpretação que orienta seu voto, recorrer à intenção dos torturadores, enquanto supostas partes apoiadoras do regime operando dentro das regras da exceção que lhe são próprias, não faz qualquer sentido. Salvo, é claro, se o “poder soberano” defendido por Schmitt estiver a perseverar apesar do direito, ainda hoje. E salvo se era essa a intenção da lei de anistia, a saber, a de ratificar a ditadura soberana a perpetuar seus efeitos.

A intenção da lei vale ou deve valer, em qualquer estado de direito; a intenção dos agentes de um regime não importa à lei, salvo quando se expressam como força, contra o direito.

Alguns dos juízes que votaram contra a revisão da Lei da Anistia se referiram ao caráter político da ação dos agentes públicos acusados de tortura. Em que sentido é possível falar de uma “dimensão política” da prática de tortura?Ora, se um agente público, cumprindo o seu dever formal de natureza funcional, mata alguém em combate, mesmo defendendo um regime injusto, não é possível inculpá-lo depois da queda do regime, pois seria exigir dele que tivesse um discernimento, num determinado contexto histórico, inexigível para a maioria dos cidadãos comuns. Obviamente, esta sim seria uma ação delituosa, perante os princípios da democracia, de pessoa sujeita às conexões políticas do estado ditatorial, mas dentro das regras do próprio regime. E se, no entanto, este mesmo agente, além de matar alguém em combate, profana o seu cadáver? É óbvio que a própria ditadura, se tiver lei penal em vigor, vai tratar este delito como delito comum.

Na sua opinião, uma revisão da Lei da Anistia poderia abalar a estabilidade jurídica e política do país, que estaria baseada num “pacto de conciliação” firmado na transição da ditadura para a democracia?O voto do Relator usou, para dar o benefício da aplicação da Lei de Anistia aos torturadores, o mesmo método interpretativo dos juizes na época do nazismo: o Direito é um jogo de formas, que se legitimam umas às outras, e elas são carentes de apreciação valorativa, por isso a lei não pode ser “revisada”, o que quer dizer simplesmente não pode ser interpretada fora do que atualmente se pensa que quiseram dizer à época. Aliás, insinuando de maneira totalmente manipulatória que os movimentos pela anistia também continham um pedido de perdão para os torturadores, o que é uma falsificação gritante.

Todo o raciocínio se escora na existência de uma “conciliação” para a transição democrática, que redundou numa concessão da ditadura -concessão conquistada sob pressão política- mas que não teve força para ensejar uma ampla autoanistia, através de um diploma jurídico obscuro e obviamente aberto à interpretação. Ele, na verdade, insinuava um perdão absoluto, antecipado aos torturadores, pois os “subversivos” já tinham sido, muitos, presos, torturados ou mortos.

O ministro Eros Grau poderia dizer no seu voto, mesmo julgando parcialmente improcedente a ação da OAB, que torturas, estupros, assassinatos em interrogatórios, esquartejamentos, jamais podem ser considerados como delitos políticos ou “conexos” a crimes políticos, ou seja, vinculados a eles, e isso não ofenderia nenhum militar -se é que era esse o seu temor- pois as Forças Armadas brasileiras não orientaram, como instituição, ninguém para torturar ou estuprar. Quando se pede o julgamento -não se pede que ninguém seja torturado ou morto- o que se quer é que estes agentes públicos sejam julgados e os seus atos sejam expostos publicamente como foram os atos dos “subversivos” julgados, aliás, diferentemente dos crimes dos torturadores, e muitos presos e torturados.

Qual é a consequência dessa decisão para a luta pela anistia e pelo julgamento dos crimes cometidos durante a ditadura?A idéia de regulação no Direito contemporâneo, moldada a partir do renascimento e passando pelo iluminismo revolucionário, nos diz o seguinte, como verdadeira centralidade do Estado de Direito e da democracia moderna, que não parece sensibilizar Eros Grau: nada pode ser acordado e executado no Estado que não possa ser acordado a partir de um contrato. Este é o fundamento da legitimidade do Estado, que foi violentada partir da decisão do Supremo. Ao sustentar que um contrato político anistiou também torturadores e estupradores o voto do Relator deslegitimou a luta pela anistia, que assim passou a alcançar também criminosos comuns.

Gostaria de lembrar, por fim, que Nelson Mandela, quando estava no cárcere, negava-se a pedir para cessar a luta armada. Ele dizia que só faria isso quando estivesse solto. Uma vez solto, dialogou, negociou e fez a transição por meio da Comissão da Verdade e da Reconciliação, mas os assassinos reconheceram publicamente os tormentos que infligiram ao seu povo. Por essa razão, foi desnecessário que fossem para o cárcere.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16563

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O petróleo é do Brasil

segunda-feira, 3 de maio de 2010

por Henrique Fontana*


As novas jazidas de petróleo na camada do pré-sal, descobertas pela Petrobras, inserem o Brasil entre os países com maiores reservas petrolíferas do mundo. Isso, como é natural, mobiliza interesses diversos, dentro e fora do país, e pode gerar polaridades que criam um debate onde o essencial pode ficar secundarizado.

A recente polêmica em torno da distribuição dos royalties é importante, mas não deve nos afastar da essência deste debate. Minha posição, expressa através de projeto de lei que protocolei em dezembro de 2008, é de que mantenhamos a forma de distribuição existente para o volume de produção atual e implementemos um novo sistema de distribuição de royalties que garanta igualdade entre Estados e municípios apenas para o que for acrescido na produção atual de petróleo e gás. Dessa forma, ninguém será prejudicado e todos ganharemos, já que a produção, segundo os dados da própria Petrobras, deverá triplicar no médio prazo.

A disputa que se insinuou, opondo Estados e municípios produtores aos demais, pode nos fazer esquecer que o fundamental, nesse caso, é defender o interesse nacional, garantindo que essa riqueza que se agregará ao patrimônio da nação seja distribuída socialmente e sirva para alçar, definitivamente, nosso país para um novo patamar de desenvolvimento.

Nesse sentido, ganha importância e deve ser o centro das nossas atenções a proposta do governo que muda o sistema de concessões para o de partilha, criando um novo marco regulatório para a exploração de petróleo e gás. Segundo essa proposta, o Brasil passa a ser dono do petróleo extraído em território brasileiro e amplia sua participação no regime de partilha, ficando com a parcela da renda do petróleo aproximadamente três vezes maior do que no sistema atual. São recursos que serão investidos em todos os municípios e Estados em educação, ciência e tecnologia, saúde e programas de proteção ambiental e de combate à pobreza. Além disto, os projetos do governo Lula pretendem fortalecer a Petrobras e garantir exclusividade a nossa empresa nacional na operação desses campos do pré-sal, o que considero importantíssimo e estratégico.

A ideia deste novo modelo é proporcionar um amplo processo de industrialização do Brasil, garantindo que a apropriação dos lucros da produção de petróleo e gás nos permita investir nas futuras gerações de forma definitiva.

*Deputado federal (PT-RS), ex-líder do governo Lula

Artigo publicado em Zero Hora - 23 de abril de 2010

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Brasil é uma potência eólica

terça-feira, 27 de abril de 2010

O deputado Fernando Marroni reiteradamente comenta sobre o grande potencial de energia eólica do Brasil. Seja na Tribuna da Câmara ou em reuniões pelo interior do estado, Marroni sempre alerta a todos para a vocação brasileira no setor. A revista Furnas, do mês de março, confirmou aquilo que o parlamentar pelotense tem falado. A publicação apresenta uma entrevista com Antônio Leite de Sá, responsável pelos projetos de energia eólica do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel).

Segundo Sá, no Brasil a capacidade de geração de energia elétrica a partir da força dos ventos é de 143.000 MW a 50 metros de altura do solo, conforme o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, editado em 2001. Espera-se que o novo atlas - em fase de desenvolvimento - com os resultados a 100 e 150 metros de altura, apresente um potencial ainda maior.

Sá afirma, ainda, que a capacidade instalada hoje o país é da ordem de 709,28 MW, o suficiente para abastecer uma cidade de 724.598 famílias em consumo médio de 250 kWh/mês. Em 2009, a geração aumentou 77,7% em comparação com o ano anterior. Segundo dados do Conselho Global de Energia Eólica o Brasil cresceu 31% mais que a média mundial. A energia eólica tem hoje 0,6% de participação na matriz energética do país.

Para Marroni, isto é só o começo, pois o país tem potencial para crescer ainda mais. “Sempre defendi a energia limpa e esses dados confirmam o meu otimismo. Nos próximos anos a tendência é que o Brasil cresça cada vez mais.”, disse.

Fonte: Revista Furnas – ANO XXXVI – Nº 373 – MARÇO 2010.
do Informativo do Dep. Fed. Fernando Marroni.

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Balanço do Salário Mínimo Nacional na era FHC x Lula

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Getúlio Vargas foi o responsável pela instituição do salário mínimo no Brasil. Sua instituição foi regulamentada pela lei nº 185 de janeiro de 1936 e pelo decreto-lei nº 399 de abril de 1938. O Decreto-Lei nº 2162 de 1º de maio de 1940 fixou os valores do salário mínimo, e foi nesse ano que ele passou a vigorar. O salário mínimo da época tinha 14 valores diferentes cuja variação entre o menor e o maior era de 2,67 por cento. A atribuição desses valores foi feita da seguinte forma: o país foi dividido em 22 regiões (os 20 estados da época mais o Distrito Federal e o território do Acre), que por sua vez foram dividas em 50 sub-regiões. Essa tabela tinha vigência mínima de três anos, sendo assim o primeiro reajuste ao salário mínimo só ocorreu em 1943, no mês de julho. O salário mínimo teve outro aumento em dezembro do mesmo ano. Esses dois aumentos, além de proporcionarem recuperação do poder aquisitivo dos salários, diminuíram a diferença entre o menor e o maior salário para 2,24 por cento. Aos aumentos de 1943 seguiram-se oito anos sem reajuste.

A nova constituição do Brasil de 1988 estabelece no capítulo II (Direitos Sociais) artigo 6 o direito de todo trabalhador a um salário mínimo. A cláusula IV define o valor do salário como "capaz de atender a suas [do trabalhador] necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social". Esta cláusula também garante reajustes periódicos a fim de preservar o poder aquisitivo do trabalhador.

Baseado nesta premissa, o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulga o salário mínimo necessário para se cumprir o que a constituição estabelece.

Em 2008, o salário mínimo anual vigente no Brasil (incorporado o décimo terceiro) equivaleu a 35% da renda per capita.[1]

Desde 1994, quando a moeda corrente passou a ser o Real, houve 18 reajustes.

A valorização do Salário Mínimo ao longo das Eras FHC e Lula também pode ser vista na Figura abaixo.




http://pt.wikipedia.org/wiki/Salário_mínimo


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