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Dilma é aprovada por 71%, segundo Vox Populi/PT

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pesquisa encomendada pelo PT junto ao Vox Populi mostra que 71% da população aprova o desempenho da presidenta Dilma Rousseff. Segundo números divulgados pelo PT, 4% dos entrevistados consideram o governo Dilma ótimo, 30% classificam como bom e 37% como regular positivo.

Os outros 29% se dividem entre regular negativo, ruim e péssimo. O Vox Populi ouviu 2.200 eleitores em todo o Brasil na primeira quyizena de junho. Antes, portanto, da crise que levou à demissão do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR).

O resultado da pesquisa foi apresentado na reunião da executiva nacional do PT, em um hotel no Rio de Janeiro. Segundo pessoas que participam da reunião, os números foram recebidos com otimismo.

O Vox Populi também ouviu os eleitores sobre a imagem do partido. Do total, 32% disseram ter simpatia pelo PT. O Número corresponde a quatro pontos a mais do que a última pesquisa, realizada em 2009. Todos os demais partidos somaram 24%.

Além disso, 15% dos entrevistados disseram que o PT é a legenda que tem os políticos mais honestos. Para as demais siglas os números variam entre 5% e 7%.

O PT foi considerado o maior parttido do país por 48% e 81% disseram considerar a sigla de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "forte ou muito forte".

Fonte: Portal Último Segundo

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Posse de Dilma Rousseff

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010


Amanhã às 14 horas acontece um momento histórico do país, a passagem da faixa presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva, o primeiro presidente operário e o mais popular da história do país para Dilma Vana Rousseff, a primeira mulher presidente.


Definida a posse de Dilma no Planalto

O ato de posse da presidenta eleita Dilma Rousseff, no dia 1º de janeiro, deve começar às 14h30 no plenário Ulysses Guimarães do Congresso Nacional. Às 14h, Dilma sairá da Catedral de Brasília, em carro aberto, em direção ao Legislativo. As informações são do Ministério das Relações Exteriores, que participa da organização do evento.

A posse à tarde permitirá a presença de governadores eleitos, que tomarão posse em seus estados pela manhã. Cerca de 1.700 convidados devem comparecer à cerimônia no Congresso Nacional, onde Dilma e o vice Michel Temer farão, individualmente, perante a Nação, o juramento de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.
Além dos parlamentares, a solenidade reunirá autoridades do Judiciário, ministros de Estado, representantes estrangeiros e parentes da presidenta e do vice-presidente.

Após ser empossada, ainda no Congresso, Dilma fará o primeiro discurso como presidenta da República. Às 16h30, seguirá até o Palácio do Planalto, onde será recebida na rampa pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que passará a faixa presidencial à sucessora. No Planalto, Dilma receberá os cumprimentos dos chefes de Estado e de autoridades presentes. Às 17h, Lula e Dilma devem falar ao público do parlatório do palácio, em frente à Praça dos Três Poderes. Depois, dará posse aos seus ministros.

À noite, a partir das 18h30, Dilma oferecerá um coquetel no Palácio do Itamaraty para autoridades e missões estrangeiras enviadas especialmente para a posse.


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Diplomação Tarso Genro e Dilma Rousseff

terça-feira, 28 de dezembro de 2010


O governador eleito Tarso Genro foi diplomado na sexta-feira (17), durante a solenidade no Salão de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Na sessão solene do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), também foram diplomados o vice-governador Beto Grill, além dos senadores e deputados estaduais e federais eleitos em outubro.




A presidente eleita Dilma Rousseff e o vice Michel Temer foram diplomados pelo TSE na sexta-feira (17). Com um discurso de seis minutos e meio, ela exaltou a figura do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ressaltou a importância da chegada de uma mulher ao posto mais alto de comando do País.

"É uma grande emoção tanto do ponto de vista da minha trajetória política como também da minha situação como mulher brasileira", disse Dilma.

Dilma afirmou que é uma “grande responsabilidade” suceder um presidente da “estatura” do presidente Lula e prometeu “honrar as mulheres, cuidar dos mais frágeis e governar para todos". Disse ainda que vai trabalhar pela estabilidade econômica do país e defender a liberdade de imprensa.

Declarou que é preciso aliar crescimento econômico com desenvolvimento social. “Nenhuma estratégia política e econômica é efetiva se não se refletir na vida de cada trabalhador, empresário e família.”

Dilma elogiou a Justiça Eleitoral pela modernidade na apuração dos votos nas eleições deste ano a forma como conduziu o processo eleitoral.

“Nós conquistamos no Brasil um processo excepcional. A lisura e eficiência da nossa justiça eleitoral são reconhecidas em todo o mundo”, disse.

A presidente eleita afirmou que o povo brasileiro amadureceu ao eleger um trabalhador e uma mulher para a Presidência da República.

Dilma também se disse emocionada . "Sem sombra de dúvida é uma imensa emoção receber esse diploma da corte responsável pelo processo eleitoral brasileiro", declarou.


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Continuidade da política econômica do governo Lula

terça-feira, 30 de novembro de 2010


A nova equipe econômica da presidenta eleita Dilma Rousseff, composta por Guido Mantega (Ministério da Fazenda), Alexandre Tombini (Banco Central) e Miriam Belchior (Ministério do Planejamento), concedeu a primeira entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (24), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. A tônica das exposições foi a continuidade política econômica do governo Lula.

O ministro disse que irá manter a produção do superávit primário (economia que o governo faz para pagar a dívida pública, não contando com o custeio público), para reduzir a dívida pública brasileira. “O Brasil tem um dos menores déficits do mundo e vamos continuar assim, porque o sistema de metas vai continuar sendo cumprido”.

De acordo com Mantega, o objetivo para esses próximos quatro anos é reduzir os gastos do governo.“Dois mil e onze será ano de consolidação fiscal”, afirmou. E, segundo o ministro, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) vai receber menos recursos do Tesouro Nacional, diminuindo os subsídios gastos pelo Estado e aumentando condições para que o setor privado possa fazer financiamentos a longo prazo.

Infraestrutura

A engenheira e coordenadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Miriam Belchior, deu ênfase ao aprimoramento do planejamento das ações governamentais, melhorando a qualidade dos gastos e dos serviços prestados aos cidadãos. Para isso, segundo ela, é essencial o aumento dos investimentos públicos e privados, que têm papel virtuoso no crescimento econômico e de infraestrutura. “O que nos move é a convicção de que o planejamento de boa qualidade gerencial nos leva a responder aos desafios da realidade nacional”.

“Dilma gostaria de valorizar o planejamento, potencializar ações de curto e médio prazo e mapear as de longo prazo para que o Brasil possa crescer e ser menos desigual. Como medidas prioritárias então, por exemplo, a melhoria da segurança, o combate às drogas e o nfrentar disparidade entre os recursos disponíveis e aquele que é necessário para cumprir a demanda. Queremos seguir modernizando a administração pública Federal focada no cidadão”, afirmou a coordenadora do PAC.

Como exemplo de políticas nesse sentido ela citou a eliminação das filas do INSS: “Quem poderia dizer há alguns anos que nós não teríamos mais filas? Unificação da Receita Federal (Fazenda e Previdenciária) permitiu que tanto pessoa jurídica como física tenha uma única porta para bater”.

Miriam falou ainda sobre continuar a ampliar e melhorar o atendimento governamental pela Internet, que de acordo com ela, já conta com 80% dos serviços realizados por meio eletrônico; os serviços de ouvidoria, com o objetivo de descobrir onde estão os problemas na prestação da administração e trabalhar com foco em resultados.

Banco Central

Já o economista Alexandre Tombini, que é o atual diretor de Normas do Banco Central (BC) e ainda vai depender da sabatina no Senado para ser ministro-diretor do BC, falou dos três pilares da estrutura macroeconômica brasileira: continuar com as metas de inflação, regime simplificado e de fácil entendimento para a sociedade e a prestação de contas com transparência. “Esse regime precisa de transparência e isso vem sendo feito e vem sendo consolidado”.

Tombini afirmou a importância continuar com a redução das vulnerabilidades econômicas no cenário internacional. “O País acumulou e vem acumulando reservas que nos dá segurança. Pela primeira vez na história o Brasil, tivemos condições de adotar medidas macroeconômicas de apoio à economia durante a crise. E é de conhecimento mundial a rapidez com que saímos da crise”.

“Tive longas e muito boas conversas com a presidenta Dilma nesse processo de escolha, e ela disse que nesse regime não há meia autonomia, é autonomia total, perseguindo objetivos do governo e a meta de inflação. O BC precisa continuar contribuindo com o protagonismo na cena internacional, buscando a regulação financeira internacional que evite que o mundo passe por outra crise como à de 2008.

Do Portal Dilma


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Dilma apresenta equipe econômica



A presidenta eleita da República, Dilma Rousseff, confirmou na quarta-feira (24) os primeiros três ministros de Estado convidados a integrar seu governo, com início dia 1º de janeiro de 2011.

Dilma convidou o economista Guido Mantega para permanecer à frente do Ministério da Fazenda, a engenheira e coordenadora do PAC, Miriam Belchior, para assumir o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e o economista Alexandre Tombini, atual Diretor de Normas, para presidir o Banco Central. A indicação de Tombini será submetida ao Senado Federal para aprovação.

A presidenta eleita determinou que a nova equipe assegure a continuidade da bem sucedida política econômica do Governo Lula - baseada no regime de metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal – e promova os avanços que levarão o Brasil a vencer a pobreza e alcançar o patamar de nação plenamente desenvolvida.

Do Portal Dilma

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Informativo Paulo Pimenta

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Pimenta participa de plenária do PT com Presidente Dilma


O deputado federal mais votado do PT gaúcho, Paulo Pimenta, parabenizou a Presdiente eleita Dilma Rousseff na reunião nacional do Partido dos Trabalhadores, que aconteceu na manhã de sexta-feira (19) na capital federal. O encontro foi um momento para uma profunda análise do desempenho do partido nas eleições de 2010, além de debater a conjuntura política. “Depois das eleições, foi a primeira vez que nos encontramos. Desejei a Dilma que faça um ótimo governo".
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Sua Proposta pode virar lei

A Comissão de Legislação Participativa (CLP) é uma das 20 comissões permanentes da Câmara dos Deputados. Por meio desta Comissão, a Câmara abre à sociedade civil organizada um portal de acesso ao sistema de produção das normas que integram o ordenamento jurídico do País. O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) é o atual Presidente da CLP, e sua gestão tem sido marcada pelo constante estímulo a inciativas populares, buscando aproximas a sociedade do parlamento brasileiro.
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Mandato Digital: Valorização de iniciativas colaborativas

Gostaria de compartilhar com todos vocês dois documentos digitais que constantemente são solicitados ao nosso gabinete: um, é a Constituição Federal, o outro é um material didático que explica Como se Fazem as Leis. Espero contribuir de alguma forma no dia-a-dia de vocês, e que esses materiais sejam muito úteis. Gostaria também que vocês se manifestassem sobre essa iniciativa para que possamos aprimorá-la.
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Pimenta destina recursos para municípios gaúchos

Mais de 100 cidades gaúchas receberão retroescavadeiras
Bagé
São Borja
Rosário do Sul

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Discurso da Dilma, após ser eleita a 1ª mulher presidente do Brasil

quarta-feira, 10 de novembro de 2010



Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,

É imensa a minha alegria de estar aqui. Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida. Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.

A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!

Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:

Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.
Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.
Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.
Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.
Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.
Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões. O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família. É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.

Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.

Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.

O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro. Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.

Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.

No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.

Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.

Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.

É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.

Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.

Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos. Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.

Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.

Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público. Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo. Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.

As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.
Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.

Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.

Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.

Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.

O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.

Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas. Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde. Me comprometi também com a melhoria da segurança pública. Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.

Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos. Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.

A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade. É aquela que convive com o meio ambiente sem agredí-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.

Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa. Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.

Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.

Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.

Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.

A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.

Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.

Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.

Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.

Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.

Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho. Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.

Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.

Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.

Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.

Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós. Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta. Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado. Saberei consolidar e avançar sua obra.

Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo. Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.

Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união. União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.

Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.

Muito obrigada.
Dilma Vana Rousseff

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Comparativo entre Dilma e Serra

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Companheiras e companheiros,

Depois de oito anos do governo Lula, que reduziu as desigualdades e proporcionou desenvolvimento para todos, a direita deu-se conta que se não retomar o poder agora, não o fará na próxima década. Por isso, o desespero e o vale-tudo para desmoralizar a candidatura Dilma.

Portanto, temos a responsabilidade histórica de fazer um contraponto à mídia e aos setores reacionários, esclarecendo:

Quem é Dilma?

Dilma, que foi uma das pessoas mais importantes no Governo Lula e dará continuidade ao governo que:

1) deu aumento real ao salário mínimo que chegou a quase 300 dólares;
2) criou o Bolsa-Família – programa que tirou da miséria 28 milhões de brasileiros e programas de geração de emprego que elevaram à classe média outros 35 milhões de pessoas;
3) criou programas de educação de sucesso como o ProJovem, o ProUni e o ReUni, levando milhares de jovens às universidades;
4) criou o ProFuncionário, programa de qualificação para funcionários de escola;
5) criou o Piso Salarial Profissional Nacional para os professores;
6) criou o maior número de universidades de toda a história do Brasil (14 novas universidades e 134 novos campi espalhados pelo interior do Brasil);
7) criou o programa “Minha Casa Minha Vida”, que financiou casa própria para mais de 500 mil famílias;
8) Manteve e ampliou os programas de fortalecimento às micro e pequenas empresas, com redução de impostos;
9) criou o “Luz para Todos” e o “Programa de Aceleração do Crescimento – PAC”, gerando 10 milhões de postos de trabalho;
10) investiu na Petrobrás, descobrindo novas bacias petrolíferas e o pré-sal – que significará investimento em melhorias para todo o Brasil.

Quem é Serra?

Através do sucateamento da educação, Serra quer manter os privilégios de uma elite rançosa e excludente. Depois de o DEM, partido de seu vice, entrar no Supremo Tribunal Federal para acabar com o Programa Universidade para Todos (ProUni), agora o candidato José Serra atacou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), demonstrando sua plataforma elitista para a educação.

Obs.: O ProUni concedeu, desde sua criação,700 mil bolsas de ensino integrais para alunos do ensino público que tenham bom desempenho durante sua vida escolar. Desempenho medido através do Enem.

Serra é o candidato das elites. Para ele, os trabalhadores devem ser “serviçais”. Veja abaixo os votos do então deputado José Serra na Constituinte.

1) votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo. Vai privatizar a Petrobras;
2) votou contra garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego;
3) votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;
4) votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
5) negou seu voto pela garantia do salário mínimo real. No governo do PSDB o salário mínimo não passava de 80 dólares;
6) negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;
7) negou seu voto pelo aviso prévio proporcional;
8) negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio. Para ele, estas são “mordomias” para os trabalhadores.
9) negou seu voto pelo direito de greve;
10) negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;

Serra teve nota 3,75 pelo DIAP (Departamento Intersindical e Assessoria Parlamentar) numa escala de zero a 10.

Os dados estão no livro "Quem foi quem na Constituinte", página 621

O que isso significa? O que vimos dizendo sempre: Serra é o candidato das elites que só com o Governo Lula perderam seus privilégios.

Dilma é a candidata do Governo Lula. A candidata do povo brasileiro!

Vamos para as ruas para eleger Dilma Presidente!!!

Repassamos para sua análise alguns dados comparativos dos governos FHC e Lula.

Geração de empregos (incluindo com e sem carteira assinada):
FHC/Serra = 5 milhões x Lula/Dilma = 15 milhões
http://blogdolen.files.wordpress.com/2010/01/taxadesemprego.jpg

Salário mínimo:
FHC/Serra = 64 dólares x Lula/Dilma = 290 dólares
http://blogdolen.files.wordpress.com/2010/01/salariominimoxcestabasica.jpg
http://blogdolen.files.wordpress.com/2010/01/salario-minimo-reajustado.jpg

Mobilidade social (brasileiros que deixaram a linha da pobreza):
FHC/Serra = 2 milhões x Lula/Dilma = 27 milhões
http://blogdolen.files.wordpress.com/2010/01/linhadamiseria.jpg

Risco Brasil:
FHC/Serra = 2.700 pontos x Lula/Dilma = 200 pontos

Dólar:
FHC/Serra = R$ 3,00 x Lula/Dilma = R$ 1,78

Reservas cambiais:
FHC/Serra = menos 185 bilhões de dólares x Lula/Dilma = mais 239 bilhões de dólares

Relação crédito/PIB:
FHC/Serra = 14% x Lula/Dilma = 34%

Inflação:
FHC/Serra =12,5% (2002) x Lula/Dilma = 4,7% (2009)

Produção de automóveis:
FHC/Serra = queda de 20% x Lula/Dilma = aumento de 30%

Taxa de juros:
FHC/Serra = 27% x Lula/Dilma = 10,75%

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Lula: a esperança vai vencer o ódio com a eleição de Dilma


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Os bastidores do debate na TV Record


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Mensagem aos militantes



Companheiras e companheiros,

A confiança de Dilma e Lula na militância para conquistar a vitória é total.

Nessa última semana de campanha, a energia da nossa militância vai fazer a diferença, como sempre fez.

Vamos às ruas deixar claro que Dilma é a única garantia de que o país vai continuar no caminho iniciado pelo Governo Lula, com desenvolvimento econômico, respeito à democracia e ao meio ambiente. É a única alternativa para continuarmos gerando empregos, distribuindo renda, garantindo moradia digna, saúde, segurança e edudação. É a única candidata que se compromete com a defesa do pré-sal, com uma política externa independente, com o fortalecimento das empresas estatais.

Vamos levar informações para combater a onda de boatos e calúnias em que se apóia a candidatura adversária, e não vamos em hipótese alguma, aceitar provocações.

Vamos falar com as pessoas, no trabalho, no ponto de ônibus, na comunidade e também na internet. Vamos de casa em casa conversar com as famílias.

Vamos usar bem os materiais de campanha. Se você não tem, produza o seu. No site da Dilma, você encontra tudo pronto para imprimir.

É muito importante estar presente em toda a parte, mostrando com paz e tranquilidade a opção Dilma13.

É dessa forma que vamos assegurar e ampliar a expressiva votação que deu vitória a Dilma no 1º turno e conquistar mais votos para reafirmar o nosso desejo de continuar construindo um Brasil justo, igualitário e fraterno. Vamos juntos(as), rumo à vitória!

Lembre-se: no dia da votação, é permitido o uso de camiseta, boné, botton, adesivo, símbolos dos partidos coligados ou de bandeira.


Veja aqui a lista de Materiais Dilma13

Adesivos - Lembre-se, adeviso não é panfleto. É para colar e não apenas para distribuir;

Perfurades, adesivos para carro - os adesivos maiores são preferencialmente para carros que circulam bastante. Nossa presença nas ruas é fundamental nessa reta final;

Folhetos - importantíssimo para o corpo-a-corpo, para entregar quando conversar com as pessoas;

Adesivos e cartazes - se você não os tem, escolha um. Clique e imprima o seu;

Bandeiras - devem estar na rua, sempre. Vale revezar, quando não estiver usando, empreste-a;

Faixas - são importantíssimas. Mapeie os lugares com boa visibilidade e peça autorização às pessoas para colocá-las;

Praguinhas e bottons - o uso incentiva outras pessoas a fazer o mesmo. Utilize sempre e distribua. Se for possível, cole uma nos simpatizantes que encontrar;

Colinhas - imprima tantas quantas puder distribuir aos seus amigos e conhecidos simpatizantes antes das eleições, pois no dia da eleição não é permitida a distribuição de material fora da sede do Partido.



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Quarta-feira (27) é o Dia Nacional de Mobilização

No dia 31 de outubro, o povo vai teclar 13 e confirmar a continuidade do projeto político que governou o Brasil desde 1º de janeiro de 2003.

Para isso, é necessário que o Partido dos Trabalhadores se mantenha em permanente ação.

Cada um de nossos 1 milhão e 400 mil filiados.
Cada um de nossos 60 mil dirigentes nacionais, estaduais, municipais e setoriais.
Cada um de nossos 4.193 vereadores, 558 Prefeitos e 535 Vice-Prefeitos, 149 Deputados Estaduais e 88 Deputados Federais e 13 Senadores eleitos.
Cada um de nossos governadores eleitos no primeiro turno. E todos os que foram candidatos e contribuíram para com a nossa vitória.
Cada um e todos nós temos uma única tarefa de hoje até o dia 31 de outubro: garantir a continuidade das mudanças e eleger Dilma Presidente do Brasil.

Todo dia é dia de Dilma.
Todo dia é dia, toda hora é hora de panfletagem, carreata, passeatas, plenárias e visitas a eleitores.

É preciso deixar claro para o povo: não se trata apenas de uma disputa eleitoral.Trata-se de defender a soberania nacional contra os que querem fazer nosso país voltar a ser submisso a interesses estrangeiros. Trata-se de defender a democracia contra os que querem calar o povo. Trata-se de defender a igualdade contra os que querem impedir que os trabalhadores tenham direito a emprego, salário digno e boas condições de vida, incluindo habitação, saúde e educação. Trata-se de defender o Brasil.

É por isso que a Comissão Executiva Nacional do PT convoca toda a militância do PT, em conjunto com os partidos que apóiam Dilma e com os movimentos sociais, a realizar no dia 27 de outubro, próxima quarta-feira, o DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO para a arrancada final da campanha.

Vamos juntos garantir a vitória de Dilma!
Viva o povo brasileiro, viva o Brasil!

Comissão Executiva Nacional do PT

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#LulaDay é #NaRuaComDilma


Car@ internauta,

Eis que o grande dia se aproxima. Neste domingo (31), milhões de brasileir@s irão às urnas para decidir o futuro do país. Mas temos ainda alguns dias de trabalho pela frente e, por isso, somos convocados para mais uma missão.

Nesta quarta-feira (27) realizaremos o Dia Nacional de Mobilização #NaRuaComDilma. A data marca também o #LulaDay, aniversário do Presidente Lula, o mais competente e generoso governante que este país já teve.

Portanto, vamos conquistar um presente não apenas para o Lula, mas para todo o povo brasileiro! Converse com seus vizinhos, telefone para os familiares que moram longe, bata um papo com os amigos e conquiste mais votos para Dilma.

Com propostas e respeito aos nossos adversários, no dia 31 ergueremos um imenso arco de apoiadores com a cara do Brasil! Como diz a nossa futura presidenta, não esqueça: o lema é humildade 10 e provocação 0!

Chegou a hora de reunirmos o que há de melhor em cada um de nós para elegermos uma das melhores de nós! Dilma é uma mulher de fibra, que sempre defendeu os interesses do nosso país e jamais fugiu da batalha. Nós também vamos à luta!

Confira aqui a atividade #NaRuaComDilma mais próxima da sua casa!

Acompanhe aqui também a agenda da militância

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Manifesto Professores e STAs da UFPEL com Dilma

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Caros amigos e colegas,

Nós, professores e STAs da UFPEL, viemos a público externar nosso apoio à candidatura Dilma Rousseff, por meio do Manifesto Professores e STAs da UFPEL com Dilma (assinado por 183 apoiadores), em que, preocupados com o futuro do Brasil, de nossa região, de nossa cidade e de nossa universidade, expomos alguns dos fundamentos de nosso voto.

Pedimos que propaguem a nossa voz.

Gratos pela atenção.

Fábio Vergara Cerqueira


MANIFESTO PROFESSORES E STAs COM DILMA

Estimados estudantes, professores e técnico-administrativos da UFPEL, Prezados cidadãos e cidadãs pelotenses, Somos professores e técnico-administrativos de diversos cursos e unidades acadêmicas e administrativas da Universidade Federal de Pelotas e viemos a público firmar nosso convicto apoio à candidatura de Dilma Rousseff à
presidência da República.

Nosso apoio se funda na importância da continuidade do trabalho iniciado no governo Lula para a universidade brasileira, para a região e para o país.

O governo Lula, após anos de sucateamento promovido pelo governo FHC, do qual o candidato José Serra foi um dos protagonistas, iniciou um eficiente processo de valorização do ensino público federal, por meio da expansão do ensino superior e do ensino técnico. Estes investimentos têm trazido importantes resultados para Pelotas: a expansão da UFPEL e do IF-Sul significou a contratação de centenas de professores, a abertura de milhares de vagas para estudantes, a aquisição de equipamentos e a expansão da estrutura física, o aumento do número e valor de bolsas, verbas para pesquisa e projetos de extensão. Essa ampliação também repercutiu de forma positiva
na dinâmica da economia pelotense.

Contudo, é de ciência da comunidade acadêmica que o REUNI ampliou a estrutura do ensino superior no Brasil, e precisa agora de manutenção e qualificação daquilo que foi erguido ou está em processo de consolidação.

Vemos a candidatura de José Serra como um risco de interrupção deste processo. Traria resultados catastróficos para nossa universidade e para nossa cidade, bem como para o ensino superior como um todo em nosso país.

A candidatura Dilma Rousseff representa a continuidade de um conjunto de ações e investimentos federais que têm contribuído de forma determinante para a retomada do desenvolvimento em nossa região: os investimentos na UFPEL, FURG, IF-Sul e UNIPAMPA somam-se a tantos outros, como a expansão do Porto de Rio Grande, a indústria naval, a duplicação da BR. Além do avanço do ensino e da cultura, significa a expansão do emprego. Dilma representa o compromisso com a continuidade da política de descentralização dos investimentos federais. Contrariamente, o governo de FHC, representado por Serra, tinha como prática a centralização dos recursos nos ditos “centros de excelência”, precarizando a universidade pública brasileira.

No que se refere ao relacionamento do Governo Federal com as universidades, hoje existe um clima positivo de diálogo respeitoso, diferentemente do ocorrido no passado.

Diante do risco representado à nação pela candidatura de Serra, vários intelectuais e artistas brasileiros têm manifesto, nos últimos dias, de forma veemente, seu apoio a Dilma Rousseff. Continuidade do governo Lula, está comprometida com os investimentos na ciência, na educação e na cultura.

Tomamos a liberdade de nos apropriarmos das palavras de Oscar Niemeyer, que, do alto de seus 102 anos de idade, argumenta que Dilma representa o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que “pela primeira vez deixou o povo brasileiro sorrir um pouco”.

O voto em Dilma é um voto pela UFPEL, pelo desenvolvimento de Pelotas e região. O voto em Dilma também é um repúdio ao preconceito, ao uso da difamação e calúnias como arma política.

Pelotas, 22 de outubro de 2010.

1. Acelino Alves Borges – STA/aposentado
2. Adair Fagundes Soares – STA/aposentado
3. Adão Zair - STA/Aposentado
4. Adriane Luisa Rodolpho (Antropologia/ICH)
5. Adriano Moraes de Oliveira (Teatro/IAD)
6. Afra Suelene Mendonça (Faculdade de Enfermagem)
7. Agostinho Mario Dalla Vecchia (FaE)
8. Álbio Ferreira Costa – STA/PRGRH
9. Alcir Nei Bach (Geografia/ICH)
10. Alfredo Luis Mendes d'Avila (Centro das Engenharias)
11. Alvaro Barreto (ISP)
12. Álvaro Borges de Araújo - STA/Aposentado
13. Amauri Barcelos (Engenharia Sanitária e Ambiental)
14. Amilcar Barum (IFM)
15. Anderson Lobato (Faculdade de Direito)
16. Andrea Czarnobay Perrot (Centro de Letras e Comunicação)
17. Angela Julia Abreu Rodrigues - STA/HE
18. Angela Machado Tavares (STA/ICH)
19. Aniê Coutinho de Oliveira (ESEF)
20. Anna Cristina Karini Martins (STA/ PPGCS/ISP)
21. Antonio Augusto da Silva Azambuja - STA/PRIE
22. Antonio Carlos Cleff - STA/FaUrb
23. Ari Dalvo Rossler Carré - STA/IB
24. Ari Wickboldt - STA/PRIE
25. Aristeu Lopes (História/ICH)
26. Aulus Mandagará Martins (Centro de Letras e Comunicação)
27. Avelino da Rosa Oliveira (FaE)
28. Barto Olivan Rosa de Freitas - STA/PRIE
29. Beatriz Ana Loner (História/ICH)
30. Carlos Alberto Santos (IAD)
31. Carlos Antônio Pereira Campani (Matemática e Estatística/IFM)
32. Catharina Beatriz dos Santos Motta (STA/IFM)
33. Celeste S. Pereira (Faculdade de Enfermagem)
34. Clademir Araldi (Filosofia/ISP)
35. Cláudio Baptista Carle (Arqueologia/ICH)
36. Cláudio Barros Goulart - STA/Aposentado
37. Conceição Paludo (FaE)
38. Cristina Gevehr Fernandes (Veterinária)
39. Daniel Maurício Viana de Souza (Museologia/ICH)
40. Daniele Fonseca (Conservação e Restauro/ICH)
41. Darci Cardoso da Silva - STA/FAEM
42. Dartagnan Padilha Vieira - STA/FaE
43. Denir Domingues Cunha - STA/Aposentado
44. Denise Bussoletti (FaE)
45. Dione Dias Torriani (Odontologia)
46. Eder Joao Lenardao (DQAI-IQG)
47. Edgar Barbosa Neto (Faculdade de Turismo e Administração)
48. Edgar Gandra (História/ICH)
49. Ediane Sievers Acunha – STA/IFM
50. Edimar Gonçalves Ribeiro - STA/HE
51. Eduardo Fontes Henriques (Física/IFM)
52. Eliana Povoas Brito (CEAD)
53. Eliane Pardo Chagas (ESEF)
54. Eliane Peres (FaE)
55. Elisandro Schultz Wittizorecki (ESEF)
56. Erika Collischonn (Geografia/ICH)
57. Evandro Piva (Odontologia)
58. Éverson da Silva Mascarenhas - STA/IAD
59. Éverton da Cunha Maciel - STA/IAD
60. Fabiana Seixas (Biotecnologia)
61. Fabiane Tejada da Silveira (IAD)
62. Fábio Kellermann Schramm (FAT/UFPel)
63. Fábio Vergara Cerqueira (História/ICH)
64. Flávia Maria Silva Rieth (Antropologia/ICH)
65. Flávio Demarco (Odontologia)
66. Flávio Reina Abib - STA/CAVG
67. Florismar Oliveira Thomaz (ESEF)
68. Francisca Ferreira Michelon (IAD)
69. Francisco dos Santos Kieling (Pedagogia a Distância/UAB/CEAD)
70. Francisco Pereira Neto (Antropologia/ICh)
71. Geonir Machado Siqueira (IQG/DQO)
72. Gerson Roberto Neumann (FL)
73. Giancarla Salamoni (Geografia/ICH)
74. Gilceane Caetano Porto (FaE)
75. Giovanni da Silva Nunes (IFM)
76. Isabel Porto Nogueira (IAD)
77. Joanna Darc Correa Marcello Machado (STA/FaE)
78. João Alberto dos Santos Pedroso (STA/FaE)
79. João Alcides de Souza da Cunha - STA/FV
80. João Hobuss (Filosofia/ISP)
81. João Vicente Cardoso de Mattos - STA/ESEF
82. José Carlos Brandão Garcia - STA/Aposentado
83. José da Costa Sacco (Professor Titular/Aposentado/Botânica/IB)
84. José Fernando Kieling (CEAD)
85. José Lúcio da Silva Tavares - STA/CI
86. Julieta Maria Carriconde Fripp (FAU)
87. Leila Macias (Depto de Botânica, IB)
88. Leticie Mendonça Ferreira (IFM)
89. Liader da Silva Oliveira - STA/FaUrb
90. Lígia Cardoso Carlos (FaE)
91. Lisandra Sauer (Matemática e Estatística/IFM)
92. Lisiane Sias Manke (História/CAVG)
93. Loiva Soares Vargas - STA/FV
94. Lorena Almeida Gill (História/ICH)
95. Lori Altmann (Antropologia/ICH)
96. Lucia Peres (FaE)
97. Luciane Prado Kantorski (Faculdade de Enfermagem)
98. Luciano Volcan Agostini (IFM)
99. Luís Rubira (Filosofia/ISP)
100. Luiz Alberto Brettas (Matemática e Estatística/IFM)
101. Luiz Carlos Boemeke Junior - STA/IB
102. Luiz Carlos Rigo (ESEF)
103. Luiz Filipe Damé Schuch (Veterinária)
104. Luiz Paiva Carapeto (Faculdade de Veterinária -HCV)
105. Manoel Vasconcellos (Filosofia/ISP)
106. Mara Lúcia Vasconcellos da Costa - STA/ICH
107. Marcelo Ramos Ramirez - STA/HE
108. Márcia Alves (FaE)
109. Márcia Bueno Pinto (Odontologia)
110. Márcia Espig (História/ICH)
111. Márcia Ondina Vieira Ferreira (FaE)
112. Maria Antonieta Dall'Igna (FaE)
113. Maria da Graça G. Ramos (FAT)
114. Maria de Fátima Alves Vieira (Nutrição)
115. Maria de Fátima Cóssio (FaE)
116. Maria de Fátima Duarte Martins (FaE)
117. Maria de Lourdes Bogacki - STA/Aposentada
118. Maria José Blaskovski Vieira. (Centro de Letras e Comunicação)
119. Maria Letícia Mazzucchi Ferreira (Museologia/ICH)
120. Maria Suzana Mendes - STA/Aposentada
121. Maria Tereza Tavares Fujii - STA/CI
122. Mariângela Silveira Bairros (FaE)
123. Mauro Augusto Burkert Del Pino (FaE)
124. Maximiano Guimarães Neves - STA/CAVG
125. Mirela Meira (FaE)
126. Moira Stein (Teatro/IAD)
127. Nara Nilcéia da Silva Santos (Turismo / FAT )
128. Nélson Araújo Cabelleira - STA/FaUrb
129. Ney Vátimo Bruck (FaE)
130. Nilton Ferreira dos Reis - STA/PRIE
131. Nilton Jalvan Ribeiro - STA/IB
132. Nilton Moraes Granada - STA/Aposentado
133. Nirce Saffer Medvedovski (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)
134. Noris Leal (Museologia/ICH)
135. Orgaides Silveira Medeiros - STA/FM
136. Paulo Cesar Possamai (História/ICH)
137. Paulo Fernando Nunes Duarte - STA/Aposentado
138. Paulo Gaiger (Teatro/IAD)
139. Paulo Koschier (STA/ICH)
140. Paulo Ricardo Mendes Prestes - STA/PRIE
141. Paulo Rigatto (FAEM)
142. Paulo Roberto Krebs (Física/IFM)
143. Paulo Toribio Fernandes Rocha - STA/Aposentado
144. Pedro Antonio S. Besko - STA/FAEM
145. Rafael Guedes Milheira (Arqueologia/ICH)
146. Regiana Blank Wille (IAD)
147. Rejane Almeida Ribeiro - STA/CAVG
148. Renata Azevedo Requião (Centro de Letras e Comunicação)
149. Renata Menasche (Antropologia/ICH)
150. Rita de Cássia Morem Cóssio Rodriguez (Botânica/IB)
151. Roberito Heiden (Conservação e Restauro/ICH)
152. Rogério Tavares Constante (CM)
153. Rosa Elane Antoria Lucas (Geografia/ICH)
154. Rosane dos Santos Brandão – STA/IAD
155. Rosane Silva de Mello - STA/IQG
156. Rudi Gaelzer (Física/IFM)
157. Rui Antonio Dutra Vahl - STA/PRIE
158. Sandra Demarco (Odontologia)
159. Sandro de Castro Pitano (Geografia/ICH)
160. Sebastião Peres (História/ICH)
161. Sérgio Batista Christino - STA/Letras
162. Sérgio Eloir Teixeira Wotter - STA/HE
163. Sérgio Ricardo Strefling (Filosofia/ISP)
164. Simone Portella Teixeira de Mello (Administração/FAT)
165. Taís Ferreira (Teatro e Dança/IAD)
166. Tânia Maria de Paula Feijó – STA Aposentado/ICH
167. Tanizia Bender - STA/PRGRH
168. Terezinha Fujita (FaE)
169. Thiago Colombo de Freitas (Conservatório de Música)
170. Thiago Silva de Amorim Jesus (DMAC/IAD)
171. Tiago Collares (Biotecnologia)
172. Urania Pereira Sperling (Turismo/ FAT)
173. Vanessa Caldeira Leite (Teatro/ÍAD)
174. Vânia Loureiro (STA)
175. Venceslau Medeiros Férsula - STA/Aposentado
176. Vera Maria de Oliveira Lopes - STA/Federal FM
177. Verno Krug (FaE)
178. Verônica Caldeira Leite - STA/IQG
179. Virgínia Alves (IFM)
180. Vitor Hugo Silva dos Santos - STA/HE
181. William Héctor Gómez Soto (Sociologia/ISP)
182. Wilson Marcelino Miranda (DAV/IAD)
183. Zedeni da Silva Braun - STA/Aposentada

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Discurso de Leonardo Boff e Chico Buarque no ato de intelectuais e artistas (18 de outubro)

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Vamos votar Dilma para Presidente


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Estudantes comparam FHC/Serra e Lula/Dilma

Com objetivo de avaliar os governos FHC/Serra e Lula/Dilma, o senador Cristovam Buarque, o cientista político Emir Sader e líderes de movimentos juvenis participaram de um debate na Universidade de Brasília (UnB).

Os participantes discutiram, com cerca de 400 universitários, a importância da continuidade dos avanços obtidos nos últimos anos. Educação, melhoria na desigualdade social e valorização do patrimônio público foram os principais temas abordados no debate que aconteceu nesta quinta-feira, 21/10.

“Não há duvidas de que nesses oito anos nós tivemos um governo que honrou e orgulhou o povo brasileiro. Por isso, temos que votar em Dilma principalmente pelo compromisso com o futuro do Brasil e pela competência de conduzir o país. Dilma representa o capital visto pela ótica do trabalhador”, disse o senador Cristovam.

Já o professor Emir Sader falou sobre privatização: “Um eventual governo Serra, poderá ser um governo que vai vender a alma para qualquer empresa estrangeira. Então, vocês podem imaginar o estrago que isso seria para o Brasil”.

Apoio da UNE – O Presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, que também participou do evento, falou sobre o apoio da entidade à candidatura de Dilma Rousseff.

“A UNE optou em apoiar a plataforma da candidata Dilma pela continuidade dos avanços na educação. No governo FHC, não se construiu nenhuma Universidade. Com Lula, o Brasil voltou a construir universidades públicas. Foram 14 novas instituições e nós não podemos retroceder”.

Ele também lamentou os ataques que o candidato José Serra (PSDB) tem feito contra a UNE: “É ele e sua candidatura que representam o que tem de mais atrasado na política brasileira. É por isso, que nós queremos convocar todos os estudantes para fazer valer aquilo que é nosso diferencial, nós temos capacidade de mobilizar a juventude”.

Ao final do debate, mesmo com a falta de energia, os estudantes saíram do auditório cantando: “olê, olê, olê, olá, Dilma, Dilma!

Do Portal Galera da Dilma

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DataFolha: Dilma cresce 6 pontos entre eleitorado jovem

Pesquisa DataFolha, divulgada nesta sexta-feira, 22/10, indica que 50% dos jovens, entre 16 a 24 anos, declaram que irão votar na candidata da coligação “Para o Brasil seguir mudando”, Dilma Rousseff, enquanto somente 39% afirmam o mesmo sobre o demotucano. 6% são de votos nulos/brancos e 5% de indecisos.

O mais fantástico é que, em relação à última pesquisa, realizada no dia 14 e 15 de outubro, a candidata subiu 6 pontos percentuais! Já Serra caiu 6! Trata-se de um reflexo direto de mudança de opinião de parte da juventude brasileira a favor de Dilma e sinal de que a militância jovem está conseguindo, cada vez mais, melhores resultados nas atividades de rua e na internet.

O levantamento foi realizado no dia 21 de outubro, com quatro mil entrevistas, em 243 municípios, e margem de erro máxima de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Sem esmorecer, vamos continuar a caminhada rumo à vitória, lembrando que ainda temos que convencer 5% dos indecisos.

História da virada – No fim de agosto, narramos aqui no blog, uma “virada épica” de Dilma frente ao demotucano. Entre março e agosto de 2010, houve uma brusca inversão na preferência dos jovens por Dilma.

Em 26 de março, 27% dos eleitores entre 16 e 24 anos, afirmavam votar em Dilma e 45% no candidato. Na pesquisa do fim de agosto, a candidata já aparecia com com 52%, enquanto o adversário amargava apenas 28%.

Do Portal Galera da Dilma

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Pedido de apoio para Dilma 13 - para o Brasil seguir mudando

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Somos Dilma: em defesa do ensino técnico e da educação pública


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