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Assembleia aprova a Reforma Previdenciária Estadual

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Em Sessão que se estendeu desde a tarde de ontem (28) até as seis horas da manhã desta quarta-feira , ainda foram aprovados outras matérias do Plano de Sustentabilidade Financeira do governo gaúcho

Com 30 votos favoráveis e 21 contrários, a Assembleia Legislativa aprovou, no início da madrugada desta quarta-feira (29), o projeto de lei complementar 189/2011, do governo Tarso Genro, que trata da reforma da Previdência estadual, cria o Fundo Previdenciário e eleva de 11% para 14% o desconto nos salários do funcionalismo gaúcho para a Previdência estadual. A proposta original do governo, que tramitou em regime de urgência, inicialmente previa a alíquota de desconto de 11% até a faixa salarial dos R$ 3.689,66, e de 16,5% para salários acima desse valor. A unificação para os 14%  ocorreu com a aprovação de emenda neste sentido, apresentada pela líder do governo, deputada Miriam Marroni (PT).

Aprovada com 31 votos a favor e 21 contrários, a emenda ainda prevê que a base de cálculo para aplicação da alíquota prevista  será o total do salário de contribuição dos servidores ativos, observadas as seguintes deduções: 21,43%, no primeiro caso,  aplicados sobre a base de cálculo para os servidores cujo salário de contribuição corresponder a até o valor limite estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), de que trata o artigo 201 da Constituição Federal, e 21,43% , no segundo caso, aplicado sobre o valor limite estabelecido para os benefícios do RGPS para os servidores cujo salário de contribuição seja maior que o estabelecido no caso anterior e até duas vezes aquele valor.

A proposta  foi aprovada com outras duas emendas governistas, uma delas garantindo a proibição de aplicação da utilização dos recursos do Fundo pelo caixa do Estado ou para outros fins que não previdenciários, bem como veda a aplicação dos valores em instituições financeiras que não as oficiais.

Nos mesmos índices, foi aprovado, com 31 votos a favor e 20 contrários, o projeto de lei complementar 190/2011, que dispõe sobre o regime da previdência dos servidores militares do Estado.
 
RPVs
Com 29 votos favoráveis e 22 contrários, também foi aprovado o projeto de lei 191/2011, que dispõe sobre o procedimento para o pagamento das requisições de pequeno valor (RPVs) devidas pelo Estado (que não excedam a 40 salários mínimos). A matéria prevê o depósito mensal de 1,5%  da receita corrente líquida de cada uma das entidades integrantes da administração pública estadual, em conta criada especialmente para o pagamento das RPVs.

Conforme a matéria, o crédito de pequeno valor não estará sujeito ao regime de precatórios e deverá ser pago, mediante depósito judicial, no prazo de até 180 dias, enquanto o prazo para pagamento de requisições, destinadas ao valor principal, cujo valor total atualizado seja igual ou inferior a sete salários mínimos será de até 30 dias, contados da data em que a requisição expedida pelo juízo da execução for protocolada perante o órgão competente, observada ordem cronológica específica.
 
Ainda foram aprovados o projeto de lei 192/2011, que autoriza a alienação de 13 imóveis situados em Porto Alegre, mediante licitação, cujo produto será destinado ao Fundo Estadual de Gestão Patrimonial, e projeto de lei 193/2011, que institui o Cadastro Técnico Estadual de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais e a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental.
 
Retirada
 No início da Sessão, na tarde de terça-feira, foi aprovado requerimento do Executivo para retirada  do regime de urgência do projeto de lei 177/2011, também do governo estadual,  que  cria funções gratificadas na Quadro dos Cargos em Comissão e Funções Gratificadas - reorganizado pela lei 4914, de 31 de dezembro de 1964 - com lotação privativa na Susepe. Com isso, a proposta saiu da Ordem do Dia e agora segue tramitação normal no Legislativo.

Renato Annes - MTB 6164 | Legislativo   06:16 - 29/06/2011

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Assembleia inclusiva

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tomamos a liberdade de enviar a matéria abaixo publicada no jornal Zero Hora deste domingo, 19 de junho de 2011. No texto, o projeto Assembleia Inclusiva, uma das principais ações do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adão Villaverde, é destacado como uma grande iniciativa do Parlamento gaúcho.

Transformar a Assembleia Legislativa em um local acessível é prioridade para Villaverde. Entre as ações já executadas, destacam-se a cartilha Dicas de Convivência com Pessoas com Deficiência (detalhe), à disposição na Assembleia Legislativa, a assinatura de acordo de cooperação técnica entre o Legislativo e o e a Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas Portadoras de Deficiência e de Altas Habilidades no RS (Faders) e os preparativos para a Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência, em agosto.






 Álvaro Corrêa
Chefe de Gabinete
Dep. Adão Villaverde 

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Marcon é eleito presidente da subcomissão do endividamento agrícola

Foi instaurada na tarde desta quarta-feira (15) a subcomissão do endividamento agrícola na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados - CAPADR. A proposição, inicialmente encaminhada pelo deputado Marcon (PT-RS), se origina de uma petição dos movimentos sociais do campo, sendo que o parlamentar gaúcho foi o escolhido para presidir a mesma.

Para Marcon, esta subcomissão tem o dever de acompanhar, fiscalizar, avaliar e propor medidas sobre o endividamento do setor agropecuário brasileiro. Em seu discurso de posse, o deputado enfatizou a necessidade de se discutir este tema na Câmara dos Deputados e apontar medidas para resolver a questão do endividamento agrícola.

As dívidas agrícolas vêm sendo renegociadas desde 1997, formando um circulo vicioso que não promove o desenvolvimento das unidades produtivas e acarreta prejuízo aos cofres públicos. Marcon trouxe como exemplo o endividamento da agricultura familiar que, no Brasil, gira em torno de 30 bilhões de reais.

Ainda segundo o parlamentar gaúcho, as dívidas são oriundas dos financiamentos do Pronaf, Progera, Crédito Fundiário e Fomento, que não puderam ser pagos por causa de quebras na produção geradas pelas intempéries climáticas e variações de preços de insumos e produtos agrícolas. “Só no Rio Grande do Sul, a dívida da agricultura familiar é de aproximadamente 8 bilhões de reais...precisamos estudar uma maneira de fazer com que estes agricultores permanecem no campo” declarou Marcon.

Para o presidente da subcomissão, é importante estabelecer um diálogo com o governo federal, com os estados e suas assembléias, bem como entidade que representem os agricultores e agricultoras do Brasil.

Na eleição, Marcon (PT-RS) foi escolhido como presidente por unanimidade; Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR) como vice-presidente; e Nelson Padovani (PSC-PR) como relator. Formada por oito integrantes titulares e oito suplentes, a subcomissão será desenvolvida ao longo de toda a atual legislatura.

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Boletim Informativo Adão Villaverde

terça-feira, 1 de março de 2011


  • Ministro dos Esportes vistoria obras para Copa do Mundo 2014 em Porto Alegre
  • Seminário apresenta ações e conceitos de um Sistema Estadual de Participação Cidadã
  • AL criará grupo de trabalho para discutir plano de ações para pessoas com deficiência
  • Tributo à Legalidade resgata protagonismo da Assembleia na defesa da democracia
  • Municípios da Fronteira Oeste apresentam prioridades ao Parlamento gaúcho e ao Piratini
  • Villaverde representa Assembleia Legislativa no Parlasul


Clique aqui para visualizar e baixar o Informativo.

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Informações Miriam Marroni

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

No início deste mês a Deputada Estadual Miriam Marroni (PT) tomou mais uma vez posse de uma cadeira na Assembleia Legislativa. E também assumiu a função de líder do Governo a convite do Governador Tarso Genro.

Além do Gabinete na Capital, a deputada atenderá em um Escritório Regional no centro de Pelotas. Sendo que o escritório em Pelotas estará aberto todo dia, com intervalo ao meio dia.

Segue abaixo os novos telefones, e-mails e endereços para contato.

O e-mail: gabinetevereadoramiriam@ig.com.br foi extinto, portanto favor enviar e-mail para os 2 e-mail's abaixo informado...

E-mails: miriam.marroni@al.rs.gov.br - miriam.marroni@ig.com.br


Colocamo-nos a sua disposição
Att.

Sidnei Matias Fagundes - Assessor Parlamentar - (53) 9136-3769
Deputada Estadual e Líder do Governo Miriam Marroni (PT)

Onde encontrar Deputada Miriam Marroni

Gabinete Assembleia Legislativa
Praça Marechal Deodoro, 101 - 3º andar, sala 308
Centro, Porto Alegre-RS
Cep 90.010-300
(51) 3210-2316

Gabinete Regional
Rua Três de Maio, 960
Centro, Pelotas-RS
Cep 96.010-620
(53) 3305-0983

E-mails: miriam.marroni@al.rs.gov.br - miriam.marroni@ig.com.br

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Convite para Posse Deputados Miriam Marroni e Nelsinho Metalúrgico

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

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Convite para Eleição e Posse do Novo Presidente da AL do RS



Prezada, prezado.

Gostaríamos muito de contar com tua presença no ato de posse dos parlamentares estaduais e da eleição da mesa diretora da Assembleia, no próximo dia 31,
quando Adão Villaverde será confirmado como presidente do Parlamento gaúcho.
O evento se reveste de grande importância sobretudo para o nosso mandato, que tens ajudado a construir de forma solidária e imprescindível.

Forte abraço,

Ass.Gabinete Villaverde

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Miriam Marroni é confirmada como líder de governo do Estado

terça-feira, 28 de dezembro de 2010



O futuro governador, Tarso Genro, anunciou oficialmente que a deputada estadual eleita, Miriam Marroni (PT), será a líder do governo do Estado na Assembleia Legislativa (AL). A confirmação foi dada na tarde de terça-feira (21) através de nota emitida pela assessoria do governador eleito.

Miriam se diz muito honrada de ter sido lembrada por Tarso, ainda mais porque ela é a primeira mulher indicada para liderança de um governo petista. "Será uma missão boa devido à identidade histórica da base aliada com o projeto político do governo e a forma com que essa coalização se deu". A deputada considera que a decisão da futura presidente Dilma Rousseff de dar “bastante espaço para as mulheres” em seu governo motivou Tarso a se definir por uma mulher.

A futura líder acrescentou que esta é uma missão para garantir que os projetos do governo, homologados pelo povo gaúcho, sejam efetivados. "E isso se dará através da confiança, do diálogo permanente e fraterno, que estabelece a concertação política". Miriam acredita que essa tarefa será desempenhada com êxito. "A base aliada foi acertada. Temos, como exemplo, a maturidade do governo Lula, para sabermos respeitar as diferenças e valorizar o diálogo com a oposição".

Foto - participação de Tarso no jantar de lançamento da candidatura de Miriam Marroni, em 26 de agosto
Créditos: Taline Schneider

Taline Schneider
Jornalista Mtb. 13.593
Assessoria de Comunicação
Vereadora Miriam Marroni (PT)
jornalis_taline@hotmail.com
(53) 3222-1305/9955-7375

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Deputados gaúchos aprovam reajuste de 73% nos próprios salários

A partir de 1º de fevereiro de 2011, o vencimento dos parlamentares será fixado em R$ 20.042,34


Por 36 votos a favor e 11 contrários, os deputados gaúchos aprovaram nesta terça-feira o reajuste dos próprios salários, com índice de 73,3%. A partir de 1º de fevereiro de 2011, o vencimento do parlamentares, que hoje é de R$ 11.564,76, ficará fixado em R$ 20.042,34.

O novo subsídio equivale a 75% do vencimento de um deputado federal, que, na semana passada, foi fixado em R$ 26.723,13.

Os 10 deputados da bancada petista presentes na sessão e o deputado Cassiá Carpes (PTB) foram contrários ao reajuste de 73,3%. A proposta do PT, apresentada por meio de emenda, era fixar os salários em R$ 15.521,06 a partir de 1º de fevereiro de 2011, e em R$ 17.400,66 a partir de 2013, mas não chegou a ser votada.

Os deputados petistas Adão Villaverde e Raul Pont defenderam a emenda de seu partido, na qual o reajuste de 34% era calculado por meio do índice de correção do salário mínimo.

— Os novos valores podem ser votados com base em outros índices, e não com o teto, previsto em 75%. O teto não precisa ser um indexador — defendeu Pont.

Já Cassiá Carpes comparou o salário dos deputados ao de categorias do Poder Judiciário, para mostrar que os parlamentares gaúchos ganham menos que outros profissionais:
— Quero manter minha coerência, porque acho demais, embora reconheça que o deputado ganhe menos que muitas das categorias que tiveram reajustes aprovados nessa Casa — disse.

Veja como votaram os deputados:

Votaram contra o reajuste:

— PT: Adão Villaverde, Daniel Bordignon, Dionilso Marcon, Elvino Bohn Gass, Fabiano Pereira, Ivar Pavan, Marisa Formolo, Raul Pont, Ronaldo Zülke, Stela Farias
— PTB: Cassiá Carpes

Votaram a favor do reajuste:

— PMDB: Alberto Oliveira, Alceu Moreira, Alexandre Postal, Edson Brum, Gilberto Capoani, Luiz Fernando Záchia, Márcio Biolchi, Marco Alba, Nelson Härter
— PP: Adolfo Brito, Francisco Appio, Frederico Antunes, João Fischer, Pedro Westphalen, Silvana Covatti
— PSDB: Adilson Troca, Paulo Brum, Pedro Pereira, Zilá Breitenbach
— PDT: Adroaldo Loureiro, Ciro Simoni, Gerson Burmann, Gilmar Sossella, Kalil Sehbe
— PTB: Abílio dos Santos, Aloísio Classmann, João Scopel
— PPS: Berfran Rosado, Luciano Azevedo, Paulo Odone
— PRB: Carlos Gomes
— DEM: Francisco Pinho, Paulo Borges
— PSB: Heitor Schuch, Miki Breier
— PCdoB: Raul Carrion

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Agradecimento da Miriam

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Companheiros,

É com muita alegria e satisfação que passo por aqui para manifestar o meu sincero agradecimento a cada uma das 45.450 pessoas que confiaram seu voto em mim. Com certeza, buscarei honrá-los com a continuidade do meu trabalho.

Quero agradacer ainda cada manisfetação de amizade, carinho e, principalmente, apoio, durante as caminhadas, comícios e pela internet. Cada mensagem de incentivo e força e as centenas de recados enviados pelo orkut, e-mail, twitter e site - antes das eleições - e também aos de parabenização após o resultado. Sem falar nas flores, dezenas de mensagens de celular e ligações que recebi.

Aproveito a oportunidade para pedir desculpas pelas ligações que não pude atender em determinada ocasião, mas recebi os recados deixados a minha assessoria.
Para a felicidade ser completa, depois dessa vitória e a do Governador Tarso, vamos nos unir, fazer uma grande corrente de pedidos de votos aos amigos, vizinhos, conhecidos, ex-colegas, com o objetivo de garantir a continuidade do projeto bem sucedido do nosso presidente Lula. Conto mais uma vez com teu apoio, nesse segundo turno, pois não basta eu representar a região na Assembleia Legislativa, precisamos trabalhar em equipe, com um time de mesma ideologia, afinado às mesmas realizações dos últimos oito anos. Vote 13 no segundo turno!!!

Um abraço fraterno e grande beijo

Miriam Marroni




Taline Schneider
Jornalista Mtb. 13.593
Assessoria de Comunicação
Vereadora Miriam Marroni (PT)
jornalis_taline@hotmail.com
(53) 3222-1305/9955-7375


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Grande Expediente em Homenagem aos 100 anos da União Israelita Porto Alegrense

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Boletim Eletrônico PT Sul - Junho/2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010



LDO 2011

Emendas do PT colocam Rio Grande em sintonia com o Brasil

A Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2011, encaminhada pelo governo gaúcho à Assembléia Legislativa, é uma melancólica volta ao passado. Nela, a governadora Yeda Crusius expressa a visão neoliberal tardia que move suas principais ações e insiste nas fórmulas que desbancaram o Rio Grande do Sul de posições de destaque no cenário nacional.

A obsessão pelo déficit zero continua sendo a principal baliza da proposta orçamentária do governo tucano, apesar dos resultados pífios obtidos nos últimos três anos. A única coisa que cresceu, sob o forte ajuste fiscal de Yeda, foi a dívida social. Já o PIB gaúcho ficou abaixo da média nacional.

O projeto, que deverá ser votado até metade de julho pelos deputados, representa um entrave para que o Rio Grande do Sul cresça no mesmo ritmo do Brasil e aproveite as enormes oportunidades abertas pelo governo Lula. Aprová-lo sem alterações, significa condenar o Rio Grande a ficar de fora do ciclo de desenvolvimento social e econômico em curso no País.

Para evitar que isto aconteça, a bancada do PT apresentou 36 emendas. As alterações asseguram a participação de nosso Estado em programas federais, retomam projetos sociais de ampla abrangência, enfrentam os obstáculos ao desenvolvimento, especialmente na área da infraestrutura, e retomam funções essenciais do Poder Público.



Áreas Sociais

Na contramão do governo Lula, que se notabilizou pelos pesados investimentos nas áreas sociais, o governo tucano acabou com os principais programas para beneficiar a população de baixa renda.

Ao completar seis anos de existência no final de 2009, o Bolsa Família, maior programa de transferência de renda do mundo, atendia mais de 12 milhões de lares brasileiros. Já no RS, a governadora Yeda paralisou os programas Família Cidadã, Coletivos de Trabalho e Primeiro Emprego.

Vejas as emendas do PT nas Áreas Sociais

- Ampliação dos programas Primeiro Emprego, Família Cidadã, Frentes de Trabalho e Aproveitamento de Alimentos não Consumidos

- Apoio à implantação de Redes Municipais de Assistência Social de Proteção à Criança, Adolescente, Idoso, Dependente Químico e Pessoa Portadora de Deficiência

- Constituição de Centros de Formação e Qualificação Profissional para Trabalhadores Desempregados

- Incremento da habitação popular por meio do sistema financeiro estadual

- Reconhecimento e promoção da quilombolas

- Promoção do artesanato como política de geração de emprego e renda




Infraestrutura

Só PAC I (Programa de Aceleração do Crescimento) prevê investimentos de quase R$ 40 bilhões no Rio Grande do Sul em estradas, logística e infra-estrutura social e urbana. Com a construção do metrô de Porto Alegre, da Ferrovia e da Hidrovia do Mercosul, previstos no PAC II, serão mais R$ 67 milhões investidos em nosso Estado.

Já o governo Yeda, que sequer consegue conservar as estradas gaúchas, não prevê na LDO qualquer ação para vencer os obstáculos ao crescimento do Estado.

Veja as emendas do PT para Infraestrutura

- Intensificar ações conjuntas com o governo federal para consolidar o Porto de Rio Grande como hub port do Mercosul

- Implantar a Ferrovia do Sul

- Concluir a duplicação da RS-118

- Ampliar a rede de esgoto sanitário e ampliar as estações de tratamento por meio de parceria com o governo federal (Programa Saneamento para Todos)




Inovação Tecnológica

Estratégica para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, a inovação tecnológica foi banida da LDO pela governadora. As duas principais instituições existentes no Estado para este fim - CEITEC e FAPERGS - sequer foram lembradas pelos tucanos.

Veja as emendas do PT para inovação tecnológica

- Investir no suporte à implementação do Centro Nacional de Tecnologia Avançada (CEITEC)

-Fortalecer a Fundação de Amparo à Pesquisa no Rio Grande do Sul na promoção de pesquisas e parcerias com universidades e entidades privadas ligadas ao setor de inovação




Setores Produtivos

Ao contrário do governo Lula, que implantou uma forte política de fomento aos setores estratégicos de nossa economia, o governo Yeda penalizou quem produz, aumentando impostos (fim do Simples Gaúcho) e retendo créditos das empresas.

Veja as emendas do PT para os setores produtivos

- Dar publicidade aos créditos tributários não compensados em valores mensais de 31 de dezembro de 2006 a 31 de junho de 2009 e divulgar a previsão de saldo de créditos não compensados de 31 de dezembro de 2009 a 31 de dezembro de 2010
- Estimular o empreendedorismo, cooperativismo, o associativismo, as parcerias com o terceiro setor e a economia popular e solidária
- Viabilizar a captação de recursos junto às agências nacionais e internacionais de financiamento de programas de desenvolvimento do turismo e promover a inserção de empresas gaúchas no mercado internacional



Segurança

Além de não cumprir o orçamento da segurança, Yeda não aplicou nem os recursos encaminhados pelo governo Lula ao Rio Grande do Sul, como é o caso dos R$ 69 milhões destinados à construção de novos presídios.

Veja as emendas do PT para segurança

- Instituir uma bolsa para a formação dos servidores da área da segurança

- Desenvolver políticas de capacitação dos servidores por meio de convênios com instituições de ensino superior

- Criar programas para o reaparelhamento material e ampliar o efetivo das polícias gaúchas

- Implantar programa de atendimento em saúde mental para servidores da segurança

- Recuperar e qualificar o sistema prisional

-Implantar programa de atendimento ao egresso do sistema penitenciário

- Desenvolver políticas de prevenção e recuperação de usuários de crack




Direitos Humanos

O respeito aos direitos humanos, a promoção da igualdade e o combate à discriminação não estão na cartilha da governadora. Nesta área, há total falta de sintonia entre os avanços do Brasil e a concepção do governo Yeda.

Veja as emendas do PT para os direitos humanos

- Promover e divulgar os instrumentos institucionais de garantia dos direitos humanos

-Promover a igualdade e proteção de indivíduos e grupos raciais e étnicos afetados pela discriminação e intolerância, com ênfase na população negra




Educação

Sob a batuta dos tucanos, o Rio Grande do Sul vem perdendo posições de destaque que sempre ocupou no cenário nacional. A governadora se nega a pagar o piso nacional aos professores, sucateou a UERGS e transformou as escolas de lata em solução permanente para enfrentar o aumento da demanda. Além disso, Yeda não aplica no setor os 35% exigidos pela Constituição.

Veja as emendas do PT para educação

- Fortalecer a UERGS com a ampliação e qualificação dos cursos já existentes, criação de novos cursos e maior articulação com universidades federais, comunitárias, escolas técnicas e institutos federais de educação tecnológica

- Qualificar o ensino de crianças, jovens e adultos




Cultura

Sem política de financiamento, a cultura no Rio Grande do Sul amarga uma suas piores crises.

Veja as emendas do PT para cultura

- Viabilizar o acesso à cultura e instituir políticas públicas para todos os segmentos artísticos

- Aprofundar o conhecimento sobre os segmentos culturais gaúchos, identificando vocações regionais e criando oportunidades nos mercados interno e externo




Agricultura e Reforma Agrária

Só para a safra 2010/2011 da agricultura familiar no RS, o governo Lula destinou R$ 3,3 bilhões. Já o governo tucano gastou apenas R$ 186 milhões (0,6% da despesa do Estado) em 2009 para atender todo o setor. O resultado prático é o fim do seguro agrícola, o desmonte da Emater, a descapitalização do FEAPER, a extinção do RS-Rural e o abandono das agroindústrias.

Veja as emendas do PT para a agricultura e reforma agrária

- Implantar o Plano Estadual de Irrigação e otimizar os usos múltiplos das águas com prioridade para o consumo humano e agricultura familiar em parceria com o governo federal

- Abrir linha de crédito no Banrisul para financiar a implantação, ampliação e reforma de agroindústrias familiares com recursos do Estado e do PRONAF Agroindústria, do governo federal

- Aumentar a competitividade da agricultura familiar por meio da inovação tecnológica, pesquisa, assistência técnica, inclusão digital e implantação do SUASA

- Promover a reforma agrária e a estruturação dos assentamentos em parceria com a União

- Incentivar projetos de regularização fundiária, prioritariamente, em regiões com densidade populacional acima de 50 mil pessoas




Participação e combate à corrupção

Marcado por denúncias de corrupção e escândalos, o governo Yeda não fez até agora qualquer movimento para dar mais transparência e aumentar o controle públicos sobre suas ações.

Veja as emendas do PT para o combate à corrupção

- Instituir a participação de toda a sociedade na elaboração do orçamento e no estabelecimento de programas, projetos e metas do governo

- Ampliar mecanismos de combate à corrupção e de promoção da transparência nas ações do governo




Apoio às mulheres

A Lei Maria da Penha, sancionada pelo presidente Lula, é um marco na luta das mulheres contra a impunidade. No entanto, estados e municípios não possuem ainda a estrutura necessária para atender as vítimas da violência doméstica.

Veja as emendas do PT em apoio às mulheres

- Qualificação da política estadual de atenção às mulheres vítimas de violência por meio da estruturação de uma rede integrada de serviços públicos ou conveniados

- Criar delegacias especializadas no atendimento às vítimas da violência familiar




Apoio às emendas populares

Além das 36 emendas, a bancada do PT trabalha para a aprovação de duas emendas populares, subscritas por entidades da sociedade civil. Uma delas determina a aplicação de 35% da receita líquida de impostos e transferência na educação. Embora isso seja uma exigência da Constituição Estadual, o governo Yeda pretende gastar apenas 26% no setor.

A outra estabelece a aplicação de 12% na saúde, como prevê a Emenda Constitucional 29. Para simular o cumprimento da legislação, a governadora contabiliza gastos da CORSAN e do IPE, que não têm qualquer relação com o Sistema Único de Saúde.


Hora de pressionar

Muitas das emendas do PT já foram apresentadas em anos anteriores, mas derrotadas pela base governista (PP, PMDB, PPS, PTB e PSDB), que detém a maioria no parlamento gaúcho. No entanto, com a proximidade das eleições, os aliados de Yeda estão menos coesos e mais abertos aos apelos do povo. A hora é de mobilizar a população e pressionar os governistas para aprovar as emendas.

do boletim do PT Sul

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Assembleia Legislativa terá coleta seletiva de resíduos sólidos

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Proposta é de autoria do deputado Daniel Bordignon, e foi aprovada por unanimidade

Nesta terça-feira (18), a Assembleia Legislativa aprovou o Projeto de Resolução nº 15/2007, de autoria do deputado Daniel Bordignon (PT). A proposta prevê a coleta seletiva de resíduos sólidos no âmbito do Legislativo estadual. “Com a aprovação do projeto, a Assembleia assume sua responsabilidade na administração de seus resíduos, contribuindo assim com o desenvolvimento sustentável e promovendo a cultura de utilização responsável de recursos materiais”, declara o petista.

A coleta seletiva consiste na disposição do resíduos sólidos produzidos nas dependências do Parlamento gaúcho, em recipientes separados e visualmente identificados. Bordignon alerta que a implantação do sistema deve ser acompanhada de um processo permanente de educação para a redução desses resíduos.

Conforme a proposta, os resíduos deverão ser separados pelo menos em três categorias: orgânico (restos de comida, de jardim, papel higiênico, guardanapos e lenços de papel, absorventes, borra de café, erva-mate, pó de limpeza, todos de cigarro e cinza); seco (vidros quebrados ou não, papel, papelão, metais, plásticos, restos de tecido e de madeira); e pilhas baterias e assemelhados. A coleta deverá ser uma ação integrada ao programa de gerenciamento de resíduos sólidos de Porto Alegre.

Gabinete do Deputado Daniel Bordignon (PT)
Assessoria de Imprensa
Jornalista Marcela Santos

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Convite "As conquistas de Porto Alegre no Governo Lula"

segunda-feira, 26 de abril de 2010

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Implantação da coleta seletiva na AL será apreciada nesta quarta-feira (7)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Nesta quarta-feira (7), a Comissão de Saúde e Meio Ambiente irá apreciar o Projeto de Resolução nº 15/2007, de autoria do deputado Daniel Bordignon (PT), que prevê a implantação da coleta seletiva de resíduos sólidos na Assembléia Legislativa.

A proposta foi apresentada em maio de 2007. “Precisamos assumir nossas responsabilidades, e fazer nossa parte para a promoção do desenvolvimento sustentável”, diz o petista.

Conforme a proposta, os resíduos deverão ser separados pelo menos em três categorias: orgânico (restos de comida, de jardim, papel higiênico, guardanapos e lenços de papel, absorventes, borra de café, erva-mate, pó de limpeza, todos de cigarro e cinza); seco (vidros quebrados ou não, papel, papelão, metais, plásticos, restos de tecido e de madeira); e pilhas baterias e assemelhados. A coleta deverá ser uma ação integrada ao programa de gerenciamento de resíduos sólidos de Porto Alegre.


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Gabinete do Deputado Daniel Bordignon (PT)
Assessoria de Imprensa
Jornalista Marcela Santos

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Ivar Pavan (PT) é eleito vice-presidente da Comissão de Saúde

segunda-feira, 22 de março de 2010



Na manhã desta quinta-feira (17/03) o deputado Ivar Pavan (PT) foi eleito vice-presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa. O parlamentar tem histórica atuação na área. Nas quatro legislaturas em que ocupa o cargo de deputado no parlamento gaúcho, Pavan sempre integrou esta comissão desde 1990. Ele deixou a Comissão em 2009, ano em que foi presidente da Assembleia.

Foi o primeiro deputado gaúcho, em 1993, junto com os movimentos populares e sindicais, a propor e aprovar 10% do orçamento para a saúde. Liderou o movimento que criou a Associação Comunitária Hospitalar de Arativa (Acha), em 1986, realizando trabalho pioneiro em promoção de saúde, com redução nas internações e mortalidade infantil. Foi secretário de Saúde de Erechim em 1997.

Ivar Pavan atuou em conjunto com a bancada, sindicatos e movimentos sociais exigindo que o Executivo estadual destine 12% da Receita Líquida de Impostos como prevê a Constituição. A mobilização garantiu que o Judiciário determinasse o cumprimento e a devolução dos recursos ao setor.

Controle social

Na última semana Ivar Pavan também entregou ao Procurador-Geral do Ministério Público de Contas (MPC), Geraldo Da Camino, informações que confirmam a aplicação de R$ 164,7 milhões da saúde no mercado financeiro, configurando desvio de finalidade na aplicação de verbas do SUS pela Secretaria Estadual de Saúde, situação constatada por uma auditoria do Ministério da Saúde.

O parlamentar solicita que o MPC proponha medida cautelar obrigando o governo gaúcho a aplicar, imediatamente, os recursos repassados pela União em ações e serviços públicos de saúde previstos nos convênios firmados entre o Estado e o governo federal. “É inadmissível que a população fique sem atendimento ou sofra com a precariedade dos serviços, enquanto o governo mantém recursos rendendo nos bancos”, destaca o petista.

As reuniões ordinárias da Comissão de Saúde ocorrem todas as quartas-feiras, às 9h30, no terceiro andar.

Crédito: Marcos Eifler
Gabinete do Deputado Ivar Pavan - Assembleia Legislativa
Stela Pastore - Assessoria de Comunicação
(51) 3210.2232 / 9662.2230
www.al.rs.gov.br

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Calçados: deputados do PT voltam de Brasília otimistas

segunda-feira, 8 de março de 2010

Os deputados Ronaldo Zulke, Dionilso Marcon e Adão Villaverde, do PT, saíram otimistas da audiência na Casa Civil, realizada nesta quarta-feira (3), sobre a manutenção da taxa antidumping aplicada ao calçado chinês que entra no mercado brasileiro. Os parlamentares acompanharam uma comitiva integrada por 13 prefeitos e de diversas entidades representativas dos trabalhadores do setor calçadista. “Saímos convencidos de que a determinação do governo federal é de defender a indústria nacional e o emprego dos brasileiros. Como a medida antidumping se mostrou correta neste sentido, não é demais supor que ela deverá ser mantida”, acredita Zulke.

Amanhã (4), o assunto será debatido pelos secretários dos sete Ministérios que tratam do tema – Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Indústria e Comércio, Planejamento, Fazenda, Casa Civil e Itamarati. Em caso de decisão unânime pela manutenção da medida protecionista, a taxa passa novamente a vigorar a partir do dia 9 de março, quando deveria caducar.

A taxa de importação do calçado chinês, fixada em US$ 12,47 por par que entra no mercado nacional, foi adotada em 9 de setembro de 2009 por seis meses. Conforme Marcon, a prorrogação da medida é fundamental para que a indústria brasileira enfrente a ofensiva chinesa. “Sem esta proteção, que combate a concorrência desleal, será muito difícil manter os empregos no Brasil”, apontou.

A cadeia calçadista brasileira gera aproximadamente 800 mil postos de trabalho em todo o País. São mais de 7,5 mil fábricas, o torna o Brasil o terceiro maior produtor de calçados do mundo, o quinto maior exportador e o quinto maior mercado consumidor mundial.

do Informativo do Dep. Dionilso Marcon.

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Síntese dos Projetos para o Funcionalismo

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O deputado Marcon encaminha abaixo uma pequena síntese do estudo técnico elaborado pela assessoria técnica da bancada do PT sobre os projetos protocolados na Assembleia pelo governo do PSDB e de seus aliados no RS. Na opinião do deputado Marcon (PT) os projetos da governadora Yeda prejudicam os servidores públicos e sequer reajustam de forma real os baixíssimos salários dos servidores do Magistério público e dos servidores da Brigada Militar.

Os PL’s enviados se estruturam ao longo de dois eixos:
1º - Reajustes: são uma série de reajustes para diversas categorias com notáveis exceções como Técnicos-Científicos e Quadro-Geral – que, na prática, significam muito pouco em termos de aumentos percentuais, especialmente para as categorias mais numerosas: trabalhadores da Segurança e da Educação.

2º - Tempo de serviço: uma espécie de minirreforma administrativa que procura acabar com as promoções por tempo de serviço e instituir como único critério de progressão para todo funcionalismo estadual o merecimento (meritocracia).

Então, se por um lado a governadora acena com alguns aumentos de pequena proporção e que, nem sequer abrangem todos de uma mesma categoria, por outro ela procura extinguir direitos históricos dos servidores públicos estaduais.

PL 333 – Institui a remuneração mínima do Magistério. Estabelece o valor da remuneração mínima em R$ 1.500,00, após a soma de todas as vantagens pecuniárias pagas a qualquer título. Isso não é reajuste e sim um completivo salarial, um abono variável, para parte da categoria.

O projeto não concede reajuste salarial e mostra a recusa do governo em aplicar o Piso Salarial Nacional como vencimento básico da categoria. O Piso Nacional poderia elevar os salários dos professores em mais de 60%, ao passo em que os prometidos R$ 38 milhões para o piso estadual de R$ 1,5 mil significam menos de 1% na despesa de pessoal da Secretaria da Educação para 2009, ou seja, menos do que o governo vai gastar em publicidade neste ano.

PL 334 – Institui fórmula para cálculo de reajuste dos vencimentos do Magistério e Servidores de Escola

Institui uma espécie de “matriz salarial” para os trabalhadores em educação. O reajuste dos vencimentos só ocorrerá se houver resultado financeiro positivo, que virá da comparação do aumento da receita real (descontada a inflação) e diminuição da despesa real (com exceção dos investimentos) entre os dois anos anteriores.

Desse resultado positivo, 15% será distribuído entre os trabalhadores em educação. Exemplificando, se o resultado positivo for R$ 200 milhões, apenas R$ 30 milhões serão dirigidos à categoria. Para 2010, por exemplo, não há previsão de resultado positivo em face do desempenho da economia gaúcha. O projeto não prevê um valor mínimo a ser distribuído em 2010 como faz no PL 298/09 da matriz salarial da Segurança, em que é fixado R$ 87 milhões.

PL 354 - Institui a Carreira de Analista de Planejamento, Orçamento e Gestão Projeto piloto para institucionalização da meritocracia como critério básico para avanços. Cria 150 cargos, que serão organizados em quatro graus, divididos cada um em três níveis.

A progressão de níveis

(horizontal) resulta em acréscimo ao vencimento básico de 3% e a progressão de grau (vertical) em 9,5%. Entre os níveis, o critério para progressão é de tempo. A progressão de grau se dará por um misto de tempo e de mérito. Entre graus: tempo (5 anos), aprovação em curso de capacitação de 160h e resultado de avaliações anuais. As avaliações serão definidas por regulamento. Para acessar os dois últimos graus será exigido curso de pós-graduação.

PL 357 – Institui o Prêmio de Desempenho Institucional no
Serviço Público Estadual – PDI

O PDI é um valor em pecúnia - cujo máximo será definido anualmente por ato do Chefe do Poder Executivo -, a ser distribuído ao servidor público estadual, semestralmente. Será implementado nos órgãos e entidades da Administração Direta, autárquica e fundacional do Estado pelo cumprimento de metas de desempenho institucional. A distribuição será de acordo com o resultado satisfatório obtido pelo órgão/entidade na avaliação das metas acordadas - no mínimo, 70% -, e o número de servidores respectivo. As metas de desempenho institucional serão
acompanhadas e avaliadas, trimestralmente, pela Secretaria do Planejamento e Gestão e pelo Comitê de Avaliação dos Acordos de Resultado, segundo a sistemática de acompanhamento e avaliação prevista no Acordo de Resultados . Esse Comitê decidirá os pagamentos. Não é incorporável e não serve de base para vantagens.

PLC 335 – Altera a LC n.º 10.098/94 (Estatuto do Servidor Público)

Altera o artigo 36 com a possibilidade de adoção exclusiva do critério de merecimento para promoção, ao invés da alternância com a antiguidade, de acordo com a participação e aproveitamento em cursos ou aprovação em provas de avaliação do servidor (e outros a serem definidos por lei ou regulamento). Portanto, extingue os avanços por tempo de serviço.

Limita o pagamento de honorários para atividades de docência aos cursos de capacitação ou aperfeiçoamento profissional que forem instituídos pela Administração Pública Estadual.

Extingue a licença-prêmio por assiduidade (ressalvando as já adquiridas, que poderão ser convertidas em dinheiro, na forma a ser definida em decreto) e substitui pela licença de capacitação profissional, a qual será remunerada, por três meses, a cada quinquenio de ininterrupto exercício, para atividades de capacitação e aperfeiçoamento profissional, vinculadas às atribuições do cargo, de acordo com o interesse da Administração Pública.

Para a concessão da licença de capacitação, limita o tempo de licença de saúde que pode ser computado como de efetivo exercício por quinquenio, a 4 meses para tratamento da saúde do servidor; 2 meses por motivo de doença na família, e 20 dias por moléstia do servidor.

Não considera como de efetivo exercício para fins de concessão de licença o afastamento para participar de assembleias e atividades sindicais.

Amplia o tempo de licença por interesse particular para três anos, com possibilidade de prorrogação ou renovação, de acordo com o interesse da Administração Pública.

Abre as portas para instituição da meritocracia como critério único para avanços nas carreiras, o que valerá para as carreiras já existentes que forem reorganizadas e para as carreiras criadas, com a extinção dos avanços e dos adicionais por tempo de serviço, valendo apenas o que já foi adquirido, eliminando a possibilidade de novas concessões.

PEC 200 – revoga dispositivos da Constituição estadual

Revoga o § 3° do art. 31 – promoções por merecimento e antiguidade;
Revoga o § 3º do art. 33 – gratificações e adicionais por tempo de serviço;
Revoga o § 4º do art. 33 – licença-prêmio.

SEGURANÇA PÚBLICA

Os projetos encaminhados pela Governadora YEDA para atender aos pleitos dos integrantes da Brigada Militar conseguiram descontentar a todos os servidores da Segurança Pública. O mais difícil de entender é o fato de que não veio para a Assembleia nenhum projeto que aumente os salários dos Cabos, Sargentos, Tenentes
e Capitães. E mais, quando eles forem contemplados pelo aumento da matriz salarial, em 2010, terão que iniciar a pagar a contribuição previdenciária de 11%. Portanto, também terão um reajuste menor do que os demais servidores da Brigada Militar.

Essa forma de agir do Governo Yeda não é nova para área da segurança pública. Recente projeto encaminhado para Assembleia sobre a carreira dos servidores da SUSEPE também apresentou distorções insanáveis e complexas que resultaram no veto do projeto pelo próprio governo.

PLC 296 – alíquota da previdência

Amplia de 5,4% para 11% o desconto da Previdência dos ativos e inativos. Hoje a contribuição é de 5,4% mais 2% da chamada Lei Britto (fundo de previdência). O PLC aumenta essa contribuição para 11%. Salienta-se que esse projeto irá entrar em vigor noventa dias após a sua publicação.

PL 297 – reajuste do soldo dos soldados

Reajusta o valor do soldo básico do Soldado em 9,1% a contar de 1º de março de 2010. O argumento do Governo é de que os Soldados já ganharam aumento em 2009 referente a matriz salarial (Lei n° 12.201/2004). Esse aumento será pago em 2010, enquanto que o aumento salarial dos Oficiais Superiores será pago a partir de março de 2009. A reivindicação dos Soldados é de que haja o pagamento ainda em 2009 e não em 2010 como quer o Governo.

PL 298 – matriz salarial da segurança

Muda o cálculo da matriz salarial para os servidores da segurança pública de 10% para 15% e garante um valor mínimo de 87 milhões caso não haja superavit financeiro no ano de 2010 no Estado. Isso representa que em 2010 haverá aumento para todos os servidores da área da segurança pública.

PL 299 – reajuste para os oficiais “superiores”

Reajusta o soldo dos Oficiais Superiores (Coronel, Tenente-Coronel e Major) em 19,90 % de modo a igualar o aumento dado em março de 2009 para os Delegados da Polícia Civil. Se Levarmos em consideração o aumento proposto para previdência teremos um aumento efetivo de 12,8% em 2009 para esses servidores.

Essa estratégia de dar com uma mão e tirar com a outra tem sido uma prática comum nas ações da Governadora. Isso faz com que as categorias se enfraqueçam e tenham seus pleitos recusados sumariamente pelo Governo, que sequer cumpre com os acordos estabelecidos e não atende minimamente ao interesse público do Estado.

Ao mesmo tempo, observa-se que, bastou a governadora ganhar fôlego a partir do arquivamento do pedido de “Impeachment” na Assembléia e com sua exclusão da Ação de Improbidade Administrativa da Justiça Federal, para que execute maldades previstas desde o Plano de governo e contratadas com o Banco Mundial. As propostas contemplam alterações profundas nos direitos dos servidores do Estado que vão desde o fim da licença-prêmio por assiduidade até o fim da promoção por antiguidade.

do Informativo do Dep. Estadual Dionilso Marcon.

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Assembleia debate a criação de novo ramal ferroviário

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A Assembleia gaúcha, presidida pelo deputado Ivar Pavan (PT), realiza nesta quinta-feira (3) audiência pública estadual para tratar da criação da Ferrosul. O evento contará com a presença do diretor-presidente da Estrada de Ferro Paraná Oeste S/A ( Ferroeste), Samuel Gomes. A atividade é uma promoção conjunta da presidência do Legislativo com a Comissão de Representação Externa para debater a implantação do ramal da Ferroeste no RS – a Ferrosul e visa a sistematizar as discussões realizadas no interior do Estado sobre o tema, com a apresentação do relatório final do órgão técnico. O evento acontece às 10h, no Teatro Dante Barone.

Para Ivar Pavan, este é o momento do Rio Grande do Sul unir-se em defesa de importantes projetos como a Ferrosul. “Essa obra será fundamental para a integração ferroviária da região Sul com o Centro e o Norte do país e irá contribuir decisivamente para a ampliação da nossa produção. Além disso, vai reduzir significativamente o custo do transporte de mercadorias nesta região, tanto para circulação interna como para exportação e importação, diminuindo a necessidade de uso das rodovias”, afirmou. O presidente frisou ainda que é preciso lutar para que a ferrovia ligue o porto de Paranaguá ao Porto do Rio Grande e que tenha a possibilidade de integração com os países do Mercosul.

Na opinião do diretor-presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, a agenda política do executivo e do legislativo gaúcho demonstra que a transformação da estatal paranaense em uma empresa pública de quatro Estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul), nos moldes do BRDE, é viável e necessária.

Relatório reúne sugestões

Durante a audiência será apresentado relatório das sugestões recebidas nas audiências públicas realizadas em 20 municípios gaúchos. No dia 18 de dezembro, o grupo de trabalho, composto pelos quatro governos, Procuradoria-Geral dos estados (PGEs) e BRDE, vai apresentar o projeto de formatação da empresa Ferrosul (local da sede, quantos funcionários e suas funções) que deverá ser enviada para as Assembleias estaduais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Histórico da mobilização

A mobilização para a construção da Ferrosul iniciou na audiência pública do Fórum de Infraestrutura Logística do Rio Grande do Sul da Comissão de Serviços Públicos da Assembleia gaúcha, realizada no dia 10 de setembro. Os participantes debateram as condições do modal ferroviário no Estado, a importância de investimentos nesse setor para a realização da Copa do Mundo de 2014 e a possibilidade de construir uma empresa pública férrea no Sul do Brasil.

Naquela oportunidade, Samuel Gomes apresentou o projeto de expansão da empresa para os outros estados do Sul do país. “A ideia é construir uma empresa pública ferroviária formada pelo Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, denominada Ferrosul”, explicou o diretor-presidente da Ferroeste. Gomes afirmou que inicialmente a empresa iria operar com transporte de cargas e depois disponibilizaria para passageiros. Ele salientou que a iniciativa visa a diminuir os custos de produção e de transporte e, com isso, contribuir para a industrialização das cidades do interior e o aumento da renda dos produtores.

No dia 9 de outubro, os estudos de extensão da estatal paranaense Ferroeste para outros estados e a implantação da Ferrosul foram tema de audiência pública no município de Nonoai. O evento culminou com a assinatura da Carta de Nonoai em Defesa da Ferrovia Pública de Integração do Sul do Brasil pelos prefeitos dos municípios a serem beneficiados, pelo presidente da Assembleia Ivar Pavan, e representantes dos estados de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Devido a importância do tema, no dia 4 de novembro, o Parlamento gaúcho instalou a Comissão de Representação Externa para debater a implantação do ramal da Ferroeste no RS – Ferrosul. No dia seguinte (5), em Florianópolis, uma proposta apresentada por Ivar Pavan foi aprovada pelos integrantes do Parlamento do Sul (Parlasul). O documento prevê a realização de estudo do traçado férreo e a criação de uma empresa pública comum dos quatro estados, a exemplo do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para planejar, construir e operar ferrovias nos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e de interligar o Sul com a Ferrovia Norte-Sul e com os Países da América do Sul. Também constam como objetivos da carta de Pavan a busca de recursos orçamentários públicos e a retomada do desenvolvimento da malha ferroviária do Rio Grande do Sul, interligando o Porto do Rio Grande à malha ferroviária da Ferroeste.

No dia 18 de novembro, os governadores do Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul) receberam das mãos do presidente Ivar Pavan a carta de intenções em defesa da construção da Ferrosul, assinada durante encontro do Parlasul, em Florianópolis. Na reunião dos governadores André Puccinelli (MS), Roberto Requião (PR), Luiz Henrique da Silveira (SC) e Yeda Crusius (RS), os representantes máximos do Codesul, aprovaram uma moção e assinaram uma resolução de apoio à construção da Ferrosul. O encontro aconteceu no Centro de Convenções de Campo Grande (MS).

Nesta semana, ocorreram os últimos debates no interior promovidos pela Comissão de Representação Externa para debater a implantação do Ferrosul. Na segunda-feira (30), o debate esteve em Erechim e Passo Fundo. Nesta quarta-feira (2), a discussão aconteceu com as comunidades de Getúlio Vargas, Panambi, Santa Rosa e Santo Ângelo.

por Agência AL.

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PT vê projetos prejudiciais ao funcionalismo e ao magistério

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Os três projetos e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) enviados pela governadora Yeda Crusius à Assembléia são muito piores do que se podia imaginar. Segundo o deputado Raul Pont, trata-se de uma verdadeira agressão ao funcionalismo e à sociedade , porque são os filhos do povo gaúcho que vão à escola”, advertiu, ao cobrar da base aliada argumentos que justifiquem tais medidas. Pont reafirmou, na sessão plenária de quinta- feira (19), que o partido trabalhará para impedir a aprovação dessas propostas e para garantir conquistas históricas dos trabalhadores.

Reajuste falso

O projeto que estabelece o valor da remuneração mínima em R$ 1.500,00 para professores com 40 horas rebaixa o valor e as condições de implantação do piso nacional. Isso porque fixa como piso estadual a soma de todas as vantagens, diferente do piso nacional definido como vencimento inicial da carreira do magistério. Enquanto o piso nacional poderia elevar o salário dos professores em mais de 60%, a repercussão da proposta de Yeda significa apenas 1% na despesa de pessoal da Secretaria da Educação para 2009, ou seja, menos do que o governo pretende gastar em publicidade neste ano. Assim, não pode-se dizer que se trata de um reajuste salarial.

Estado de greve

Em Assembleia Geral do Cpers, realizada na tarde de sexta-feira (20), a categoria decretou estado de greve exigindo a retirada dos PLs enviados ao Parlamento pelo Executivo. Um novo encontro da categoria está marcado para o dia 9 de dezembro.

Matriz salarial

O parlamentar também critica o projeto que institui uma espécie de matriz salarial para os trabalhadores em educação, semelhante àquela dos servidores da segurança. Pela proposta, o reajuste dependerá do resultado financeiro positivo. Se o resultado positivo for de R$ 200 milhões, por exemplo, apenas R$ 30 milhões serão dirigidos à categoria. Para 2010, no entanto, não é previsto resultado positivo.

Meritocracia

Além disso, Raul Pont alerta para os riscos da meritocracia como “critério” para os servidores obterem as promoções funcionais. O Estatuto do Servidor Público prevê que as promoções ocorram por antiguidade e merecimento, mas a governadora quer instituir a meritocracia. E o que é pior, diz o deputado, a governadora quer extinguir a licença prêmio, acabar com promoções, gratificações, adicionais por tempo de serviço.

Por Com Stella Máris Valenzuela
Informativo On-line do Mandato - n°322 - 20/1 1/2009 do Dep. Est. Adão Villaverde.

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