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DEPUTADA ESTADUAL MIRIAM MARRONI NA 5ª FEIRA DE SEMENTES

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A Deputada Estadual Miriam Marroni, visita a 5ª edição da Feira Estadual de Sementes Crioulas e Tecnologias Populares, ocorrida nos dias 01 e 02 de Outubro.

"Feira de Sementes de Canguçu mostra seu grande potencial nesta 5ª edição, Parabéns a UNAIC por mais esta realização", diz Miriam em seu twitter.

A programação da feira incluiu exposição e comercialização dos produtos da agroindústria familiares e artesanato, apresentações culturais, oficinas temáticas e palestras. A Deputada visitou também o IX Festival Estudantil da Cultura Alemã (FESTCAL), evento que ocorreu paralelo a feira, promovido pela Secretaria Municipal de Educação.
Foto: Ricardo Moura

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Marcon e Edegar participam de ato de entrega da carta de anistia das dívidas agrícolas

quinta-feira, 7 de julho de 2011


Durante esta segunda-feira (04), o deputado federal Marcon e o deputado estadual Edegar Pretto, estiveram nos municípios de Sarandi, Pontão e Palmeira das Missões entregando as cartas de anistia aos assentados na antiga Fazenda Anoni, atual área 9.

Os agricultores assentados fazem parte do grupo de agricultores anistiados pelo governo do estado do Rio Grande do Sul no início deste ano que dizem respeito às dívidas acumuladas dos financiamentos do Feaper, Funterra e RS Rural.

O deputado federal Marcon entende que este é um grande avanço para a agricultura gaúcha e a reforma agrária, mas que somente o perdão destas dívidas não basta, para o parlamentar “é necessário que sejam anistiadas as dívidas adquiridas através do Pronaf para que os agricultores voltem a ter acesso ao crédito e assim permanecerem em suas propriedades.”

Em todo o estado foram 45 mil agricultores anistiados, totalizando um montante de 63 milhões de reais. As dívidas anistiadas são aquelas contraídas até o ano de 2005.

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Informativo Digital Deputado Edegar Pretto

terça-feira, 7 de junho de 2011

Olívio Dutra será presidente de honra do PT-RS
  
O deputado Edegar Pretto participa na manhã de sábado, 04/06, de reunião no Diretório Estadual do PT, em Porto Alegre. O objetivo do encontro é discutir a eleição de 2012. Na mesma reunião o ex-governador, Olívio Dutra, será aclamado Presidente de Honra do PT no Rio Grande do Sul. Para o deputado Edegar Pretto, Olívio Dutra é uma referência política do partido no estado. "O mestre Olívio representa a luta social. Acompanhou nossa campanha e agora será Presidente de Honra e um dos conselheiros do nosso mandato", declara.

Edegar Pretto ajuda a aprovar reajuste histórico para os profissionais da Educação
 
O deputado Edegar Pretto (PT), integrante da base aliada do Governo Tarso Genro, votou favorável ao reajuste de 10,91% aos professores do Estado. O mesmo índice de aumento foi destinado aos servidores das escolas. A votação foi acompanhada pelos professores no plenário da Assembleia Legislativa. O índice é o maior dos últimos dez anos e representa um ganho real, em relação à inflação de 2010, de 4,7% (IPCA). Com o reajuste, 88% dos professores do Estado (108 mil) passarão a ter vencimentos entre R$ 1.541,00 e R$ 2.451,00 (40 horas). Os reajustes valem desde 1º de maio.

Inaugurada a Casa do Agricultor Adão Pretto

O deputado Edegar Pretto (PT) participou na manhã de sexta-feira (27), em Dilermando de Aguiar, região central do estado, da inauguração da Casa do Agricultor Adão Pretto. O prédio, com uma área de 175 m², abrigará a Emater/RS, a Inspetoria Veterinária e a Secretaria de Agricultura e Pecuária. Aproximadamente 630 famílias do município serão beneficiadas com serviços essenciais reunidos num mesmo local.
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Audiência pública discute PL que beneficia agroindústrias familiares
 
 

 


A Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa (AL) realizou sexta-feira (27), em Canguçu, audiência pública para discutir o Projeto de Lei 66/2011, que beneficia as agroindústrias familiares. Participaram da atividade os deputados estaduais Edegar Pretto (PT) e Miriam Marroni (PT), o deputado federal Dionilso Marcon (PT), o prefeito de Canguçu, Cássio Luiz Freitas Mota, prefeitos da zona sul do estado, representante da Emater/RS, Câmara Municipal, Embrapa, Fetraf, Via Campesina e agricultores.
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Código Florestal por Elvino Bohn Gass

terça-feira, 31 de maio de 2011

Dia 25 de maio de 2011
Código Florestal
Elvino Bohn Gass

Em fevereiro, quando cheguei à Câmara Federal, o tema do Código Florestal já estava posto. Uma Comissão Especial produzira um relatório que, assinado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP), estava pronto para ser votado.

A bancada federal do PT vinha tratando deste tema e já identificara problemas no relatório da Comissão Especial.  Mas não éramos os únicos. Vários outros setores sociais começavam, aos poucos, a apontar divergências com o texto. A tal ponto que, mesmo sob os protestos da bancada ruralista, a presidência da Câmara optou por criar uma nova Comissão visando buscar uma proposta de consenso para o Código. Ganhamos um tempo precioso, mas insuficiente para o debate que, afinal, mostrava-se cada vez mais acirrado.

A estas alturas, na sociedade, já estava posta uma dicotomia: ruralistas X ambientalistas. Nada poderia ser mais pernicioso para um tema que, afinal, não envolvia apenas os grandes proprietários de áreas rurais, mas todos os que vivem em áreas onde ainda há algum naco de mata a ser preservada. No meu caso, pensava sempre nas conseqüências da legislação sobre a agricultura familiar, que defendo desde sempre.

O atual Código Florestal, efetivamente, deixa na ilegalidade, milhares e milhares de agricultores familiares que têm suas pequenas propriedades em beiras de rios e outras áreas definidas como de preservação permanente. Esta é uma realidade conhecida por muitos e reconhecida por outros tantos, inclusive organismos ambientalistas que sabem tratar-se de homens e mulheres cuja única renda é gerada pelas culturas agrícolas das suas pequenas extensões de terra.

Assim, todas as vezes que incidi sobre o novo Código, pensei em protegê-los, em tirá-los da ilegalidade, em garantir que sigam plantando. E comendo. Para mim, alterações no código florestal só se justificavam se visassem, exclusivamente, os homens e mulheres da agricultura familiar. E digo, exclusivamente, porque durante todo o debate, os ruralistas tentaram pegar carona em benefícios que seriam justos para a agricultura familiar (que é de baixo impacto ambiental e socialmente justa), mas absolutamente injustificáveis para quem tem grandes extensões de terra e lucros altíssimos, produzindo num modelo de agricultura nada sustentável.

A bancada do PT resistia. Entendíamos que diante da importância da lei, melhor seria ampliar cada vez mais o debate. Exigimos que o Governo Federal se posicionasse. Foi um movimento positivo. Ministros passaram a conversar com parlamentares diariamente na intenção de formatar um texto que garantisse o que, efetivamente julgávamos importante: que o Brasil conseguisse chegar a uma legislação que preservasse o meio ambiente e, ao mesmo tempo, o mantivesse como o grande produtor de alimentos do planeta. São essas, afinal, as grandes crises que precisamos enfrentar neste momento da história.

Foi o nosso esforço – da bancada do PT e do Governo Federal – que conseguiu fazer com que Aldo revisse alguns pontos do seu relatório. Ele apresentou, então, uma segunda versão que, se não era a melhor, ao menos garantia alguns pontos que considerávamos fundamentais.

Fizemos o que foi possível. Não, é claro, sem sofrermos duríssimas críticas públicas por parte daqueles que, a pretexto de oferecer segurança jurídica à agricultura, nos acusavam de atrasar o desenvolvimento do país.

Finalmente, chegamos ao dia da votação. E se o texto aprovado – com a orientação favorável do Governo Federal e da bancada do PT - está longe de ser o ideal porque contém pontos que devem ser suprimidos por não garantirem a preservação ambiental, ao menos contempla aspectos para a proteção dos agricultores familiares.

A opção por aprovar o texto, mesmo com várias discordâncias, se deu em função das melhorias que o Governo e a bancada impuseram ao primeiro relatório. E, principalmente, das emendas (destaques) que o partido pretendia ver aprovadas em plenário.

 As nossas emendas acabavam com qualquer possibilidade de anistia a criminosos ambientais (destaque 11 – ver arquivo anexo), impediam negociatas para burlar a exigência de reserva legal (destaque 12 – ver arquivo anexo), garantiam a remuneração para os agricultores que prestam serviços ambientais (destaque 14 – ver arquivo anexo) e, ainda, restringiam a regularização em massa (como queriam os ruralistas) de toda e qualquer área consolidada em várzea (destaque 4 – ver arquivo anexo). Com estas melhorias, teríamos um relatório razoavelmente equilibrado. Contudo, fomos derrotados.

O texto do Aldo, que fora aprovado momentos antes, não era o ideal, mas ainda garantia, por exemplo, que a supressão de vegetação em APPs ou a manutenção de atividades consolidadas nestas áreas, dependeriam de regulamentação do Governo Federal.

Mas a insaciabilidade dos ruralistas não tem limites. E numa articulação entre o PMDB, o DEM, o PSDB e alguns partidos da base governista, surgiu no Plenário uma emenda substitutiva, a famosa emenda 164 (ver arquivo anexo) que retirava todo o poder do Governo Federal no caso das APPs.

A bancada do PT votou “não” a esta emenda porque conceder aos Estados o poder de estabelecer os limites para as Áreas de Preservação Permanente (APPs) é quase o mesmo que anistiar os desmatadores. Ora, não é admissível que se retire do Governo Federal a prerrogativa exclusiva de legislar sobre as APPs porque isso descaracteriza por completo a própria necessidade de um Código Florestal de âmbito nacional.

Mas mesmo com 182 votos contrários, a emenda acabou aprovada por 273 deputados.

Foi um voto dificílimo este do Código. Se, de um lado, havia coisas com as quais não concordávamos, de outro, praticamente todas as reivindicações dos agricultores familiares, que trabalhei muito para incluir no texto final, foram contempladas. Fizemos emendas para melhorar ainda mais o texto e tentamos impedir manobras que retiravam os avanços que, a duras penas, havíamos conseguido incluir. Infelizmente, a maioria da Câmara Federal não pensa como nós.

Eu poderia – e confesso que pensei nesta possibilidade – ter votado “não” ao texto e, hoje, simplesmente dizer que não concordo com nada do que foi aprovado. Seria cômodo, mas nada resolveria. Como deputado federal, sinto-me na obrigação de encontrar alternativas – para a minha agricultura familiar e para o ambiente que sempre tentei preservar.

Resta-me a certeza de que o debate sobre o Código Florestal, ainda não acabou. De minha parte, garanto que estarei ativamente nos debates do Senado. E me sinto tranqüilo com relação à posição que será adotada pela presidenta Dilma.

Punir quem agride o meio ambiente, garantir tratamento diferenciado à agricultura familiar e obrigar a recomposição de áreas desmatadas, são compromissos públicos da presidenta. No encontro que manteve com os ex-ministros do Meio Ambiente, Dilma já avisou que vetará qualquer privilégio a criminosos ambientais e que não entrará para a história como a presidenta que devastou as matas ciliares brasileiras. Ou seja, se na Câmara não conseguimos chegar a um Código Florestal mais equilibrado, continuaremos lutando para que o processo de discussão que ainda temos pela frente, se encarregue de fazê-lo. Este continua sendo o meu compromisso e o da presidenta Dilma.

Clique aqui para baixar o anexo com os destaques 4, 11, 12 e 14, da bancada do PT

Clique aqui para baixar o anexo com a emenda 164

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Dilma garante à Tortelli avanços para Agricultura Familiar

Após problemas na agenda na última quarta-feira, a presidente Dilma realizou a audiência com a Fetraf-Brasil e o deputado Altemir Tortelli (PT), nesta quinta-feira, 26, para tratar de assuntos relacionados ao fortalecimento da Agricultura Familiar.
 
Segundo Tortelli, a presidente Dilma realizou diversos encaminhamentos que soam positivamente aos trabalhadores que produzem 70% dos alimentos que vão à mesa do povo brasileiro. De acordo com o petista, Dilma afirmou que o Plano Safra da agricultura familiar terá R$ 16 bilhões; 30 milhões para o Programa Nacional de Crédito Fundiário – PNCF.  Para assistência técnica serão destinados  R$ 127 milhões para 700 mil famílias e no 2º semestre este valor deve ter reajuste.
 
Outro ponto destacado pelo deputado gaúcho, e que é uma novidade, foi o anuncio do Programa de Garantia de Preços Mínimos Específico para a Agricultura Familiar – PGPM – “Esse programa é um grande avanço para nós agricultores, pois diferencia os agricultores familiares dos grande produtores e passa a ser a ser administrado pelo MDA”, explicou.
 
A afirmação da presidente de que em 30 dias serão anunciadas medidas relativas ao Sistema Unificado de Atenção a Saúde Agropecuária – SUASA – foi comemorada pelo parlamentar e integrantes da Fetraf-Brasil. Em conversa reservada com a Dilma, Tortelli sugeriu que a presidente emita um decreto que permita aos agricultores comercializarem seus produtos fora do município de origem. “Dilma foi simpática à idéia”, afirmou o petista.
 
O deputado também destaca a reafirmação da criação da Superintendência de Habitação Rural na Caixa Econômica Federal para operar o Programa Minha Casa Minha Vida. Quanto a esse tema, Dilma informou que o Banco do Brasil, deverá adotar medida semelhante para continuar operando o Programa.  Na oportunidade, segundo Tortelli, a presidente garantiu a ampliação do Minha Casa Minha Vida para atender reformas e ordenou a adequação dos critérios de acesso ao Programa para contemplar todos os agricultores familiares.
 
Com relação a juventude, Dilma garantiu a instalação do grupo de trabalho no Ministério de Educação para produzir programas específicos para os jovens que moram no campo. “Vou intensificar minhas ações junto a entidades, instituições, governo Estadual para garantir a implementação do Bolsa Jovem”, sintetizou Tortelli.  “A proposta tem boa aceitação junto ao governo Federal”, afirmou.
 
Outra garantia da presidente, em relação aos endividamento dos agricultores, é a criação de um grupo de trabalho, que terá como objetivo avaliar as medidas necessárias para resolver esse assunto. “Dilma nos confirmou que solução desse problema os mais breve possível, uma vez que esse tema é um compromisso do governo”, relatou Tortelli.
 
Sobre Código Florestal, Dilma reafirmou na audiência com a Fetraf, o que tinha anunciado na entrevista coletiva no Palácio do Planalto horas antes do encontro. Naquela oportunidade, a presidente afirmou trabalhar para que o país se firme como uma potência agrícola e também ambiental. Segundo Tortelli, Dilma entende que a emenda 164, aprovada na câmara, neste momento está na iminência de ser vetada. A presidente garantiu à Tortelli, tratar a Agricultura Familiar de forma diferenciada, com auxílios para recompor áreas e recuperação de eventuais passivos ambientais.  “O governo Federal demonstra clareza e com base nisso, acredito que avançaremos com uma política nacional de serviços ambientais”, concluiu o parlamentar.
 
 
Gilberto Bernardi Jr.
Assessoria de Comunicação Dep. Tortelli
(51) 3210-1567

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Informativo Fernando Marroni

Vice-líder do PT lamenta aprovação de relatório do novo Código Florestal

Aprovado na noite de terça-feira (dia 24) pela Câmara dos Deputados, o relatório do novo Código Florestal Brasileiro sugerido pelo deputado paulista Aldo Rebelo (PCdoB) não agradou o vice-líder do PT, Fernando Marroni.

Um dos responsáveis por estudar a proposta e orientar a posição do partido acerca do projeto, Marroni foi um dos 63 parlamentares a votarem contra a proposta apresentada em plenário sem que houvesse consenso entre as bancadas.

“Votei com minha consciência e de acordo com aquilo que defendi durante toda a minha vida política. Desde o início das discussões sobre o novo Código Florestal me posicionei contra o relatório do deputado Aldo Rebelo. Não poderia, na hora “H”, mudar minha posição”, explica.

Para o deputado gaúcho, o texto aprovado pela maioria dos parlamentares representa um retrocesso à preservação ambiental. Ele sustenta que o país tem possibilidades de ampliar sua produção rural sem que haja necessidade de derrubar a mata nativa. “Estudos da Embrapa comprovam que o Brasil pode triplicar sua produção de alimentos sem avançar sobre áreas de florestas”, aponta.

Além disso, o texto aprovado beneficia com a anistia produtores que desrespeitaram a lei e avançaram sobre áreas de preservação permanente (APPs) e transfere aos estados a responsabilidade de definir suas zonas de proteção. “Espero que consigamos virar esse jogo no Senado ou, em última instância, através do veto da presidenta Dilma”, diz Marroni.
 

Projeto de prospecção de petróleo no RS é apresentado oficialmente ao gove rno do Estado



Foi apresentado esta semana ao governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, o projeto da Petrobras de prospecção de petróleo na Bacia Pelotas. Em reunião com o governador, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, confirmou que a estatal deve começar a perfurar o primeiro dos três poços até o final deste ano.

A reunião desta semana foi o desdobramento do encontro do final do ano passado, quando Estrella reuniu-se com os deputados Fernando e Míriam Marroni (foto), além de representantes de instituições de ensino da região, para apresentar o estudo que apontava a possibilidade de existência de petróleo no litoral gaúcho, entre os municípios de São José do Norte e Tavares.

“Este encontro com o governador serve para aproximar o governo estadual do projeto da Petrobras e mobilizar a comunidade da região em torno deste tema que pode mudar para sempre o perfil da Metade Sul”, comentou o deputado federal Marroni.

Conforme Estrella o trabalho de prospecção deverá custar entre 60 e 80 milhões de dólares. Isso representa 80% do valor já investido pela empresa em pesquisas na Bacia Pelotas desde 2004.

O governador confirmou que o Estado estuda a criação de um centro de tecnologia para apoiar empresas envolvidas com a cadeia de produção de petróleo offshore (mar aberto).

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Informativo Edegar Pretto

terça-feira, 10 de maio de 2011



GÊNERO

Para ministra, Frente Parlamentar de combate à violência contra a mulher é exemplo para todo o país 
 
A violência contra a mulher vai muito além da agressão física, de acordo com o deputado Edegar Pretto (PT). Para combater a discriminação em todas as suas formas, ele propôs a criação da Frente Parlamentar dos Homens pelo Fim da Violência Contra a Mulher, lançada com a presença da ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, nesta terça-feira (3), na Assembleia Legislativa gaúcha. Leia mais...
 
 AGRICULTURA FAMILIAR

Edegar Pretto comemora pauta única dos movimentos sociais sobre endividamento 
 
Com o objetivo de fortalecer a luta dos trabalhadores do campo, os três principais movimentos de pequenos agricultores formaram uma pauta única de reivindicações para enfrentar o endividamento. O deputado Edegar Pretto (PT) participou da reunião em que representantes de Via Campesina, Fetag e Fetraf-Sul entregaram o documento com a descrição da proposta a deputados estaduais e federais e senadores ligados à questão agrária. Leia mais... 
  
TRABALHO

Edegar Pretto defende fim da precarização dos trabalhadores terceirizados 
 
A remuneração dos trabalhadores terceirizados e sua condição de trabalho foi o objeto da fala do deputado Edegar Pretto (PT) em Plenário, nesta quarta-feira (4). Ele mencionou a mobilização dos trabalhadores telefônicos da empresa RM, que prestam serviço para a Oi, em greve há seis dias por aumento de salário e tratamento igual ao dos trabalhadores contratados diretamente. Leia mais...

 AGRICULTURA FAMILIAR

União fortalece luta dos movimentos sociais do campo 
 
A convite do deputado Edegar Pretto (PT), os três grandes movimentos representantes da agricultura familiar no RS apresentaram à Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, nesta quinta-feira (5), um documento com a pauta única de reivindicações sobre o endividamento dos pequenos agricultores com o governo federal. Leia mais...

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Recursos Federais para Canguçu

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Você está recebendo esta mensagem porque se cadastrou no Portal da Transparência para receber informações sobre novos repasses de recursos  federais a estados e municípios realizados por meio de convênios. O objetivo da divulgação desses dados é ampliar a transparência pública e estimular a participação e o controle social.

Informamos que o Governo Federal lançou, no dia 27 de maio, a consulta “Informações Diárias” no Portal da Transparência, por meio da qual o cidadão pode obter dados detalhados e diariamente atualizados sobre todos os atos das unidades gestoras do Poder Executivo Federal na execução das suas despesas.

A nova ferramenta, desenvolvida pela Controladoria-Geral da União (CGU) em parceria com a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), dá cumprimento ao disposto na Lei Complementar n.º 131, de 27 de maio de 2009, que trata da divulgação em tempo real, pelos entes federados, de informações pormenorizadas sobre sua execução orçamentária e financeira.

Em relação aos gastos do Poder Executivo Federal, estão disponíveis informações sobre os atos praticados em todas as fases necessárias à realização da despesa (empenho, liquidação e pagamento), permitindo conhecer em detalhes como o Governo Federal executa o seu orçamento.

São divulgados também dados referentes ao processo da despesa, às características do bem ou serviço fornecido, ao beneficiário do pagamento e, quando for o caso, ao procedimento licitatório realizado.

No que diz respeito à receita, além das informações já apresentadas no Portal da Transparência, o Governo passa a divulgar também os dados sobre a fase de lançamento, com atualização diária das informações, veja na seção "Receitas".

Acesse a nova consulta no Portal da Transparência do Governo Federal no link



Os dados dos convênios aqui relacionados foram extraídos do SIAFI, no dia 02/05/2011. Caso deseje saber o total liberado, consulte o detalhamento do convênio no Portal da Transparência

Os convênios do município de  CANGUÇU/RS que receberam seu último repasse no período de  26/04/2011 a 02/05/2011 estão relacionados abaixo:

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Número Convênio: 727431
Objeto: Aquisição equipamentos para recuperação de estradas vicinais.
Órgão Superior: MINIST. DA AGRICUL.,PECUARIA E ABASTECIMENTO
Convenente: CANGUCU PREFEITURA
Valor Total: R$390.000,00
Data da Última Liberação: 28/04/2011
Valor da Última Liberação: R$390.000,00
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Consulte periodicamente o Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.gov.br) para acompanhar outros repasses de recursos federais a seu município.

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Dep. Est. Jeferson Fernandes convida

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Informativo Fernando Marroni

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Lideranças da Zona Sul debatem trem Pelotas-Rio Grande

Políticos, empresários e lideranças regionais começaram a discutir na sexta-feira (dia 15) os reflexos da implantação de um trem interligando os municípios de Capão do Leão, Pelotas, Rio Grande e o balneário Cassino. O projeto, que terá estudo de viabilidade realizado pelo Ministério dos Transportes ainda este ano, pretende ser uma alternativa no transporte de passageiros no principal aglomerado urbano da Metade Sul do estado.

A primeira audiência pública ocorreu na sexta-feira na Câmara Municipal de Capão do Leão a pedido do vereador Mauro Nolasco (PT). Na segunda-feira, às 14h, é a vez do parlamento pelotense reunir lideranças da Zona Sul para discutir os impactos do projeto e adequá-lo às necessidades das cidades.

Estarão presentes o deputado federal Fernando Marroni (PT), responsável por apresentar o projeto ao ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, prefeitos, deputados estaduais da região e demais lideranças locais.

Com investidor disposto a bancar o empreendimento, a implantação do trem regional depende apenas do aval do governo para que possa avançar. “O grupo Engevix já deixou clara a intenção de apoiar o projeto tão logo tenhamos o resultado favorável do estudo de viabilidade. O trem interligando este aglomerado urbano é uma necessidade que surge com o desenvolvimento do polo naval e o crescimento econômico e populacional da região nos próximos anos”, explica Marroni.

Deputado quer evitar distorções no novo Código Florestal Brasileiro

Em entrevista ao programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba de Porto Alegre, na sexta-feira passada (dia 8), Fernando Marroni reafirmou a posição do PT de não votar o relatório do novo Código Florestal Brasileiro como foi redigido pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

O parlamentar gaúcho explicou que a comissão montada pelo presidente da Casa, Marco Maia (PT), irá reavaliar o texto para que até a metade do ano o Código possa ser alterado e votado em plenário.

Marroni destacou que o efeito do aquecimento global, o tratamento das florestas e o esgotamento dos mananciais hídricos resultam de desequilíbrios ecológicos prejudiciais ao país. Fatores que, segundo ele, devem ser barrados com a aprovação do novo Código.

Ao ser questionado sobre a capacitação dos parlamentares em avaliar as decisões sobre o texto a ser aprovado, Marroni destacou que 40% dos deputados (os que cumprem o primeiro mandato) não têm ideia de que a Casa está tratando do assunto. Destacou também que o mundo científico está fora das discussões sobre o tema, o  que restringe a questão ao âmbito político.

Acordo com o governo

Na quinta-feira (dia 14) os parlamentares do grupo petista que propõe mudanças no atual relatório do Código Florestal reuniram-se com representantes do governo e firmaram acordo sobre o novo texto a ser sugerido. A partir de agora, o projeto elaborado pela comissão que Marroni integra será apoiado pelo governo e deverá ser levado a apreciação da Câmara.

Reuniões reafirmam compromisso com agricultura familiar



O deputado Fernando Marroni participou no sábado (dia 9) pela manhã de um seminário no município de Canguçu com pequenos produtores rurais. Os representantes de seis cooperativas apresentaram seus trabalhos e pediram apoio a projetos.

Acompanhado da deputada estadual Miriam Marroni, o parlamentar reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento da agricultura familiar. “Oportunidades como essa, onde temos diversas cooperativas explicando seus trabalhos e necessidades, dão subsídio para que possamos buscar soluções através de programas do governo ou até mesmo através de emendas”, disse Marroni.

A participação dos dois representantes da Zona Sul na reunião das cooperativas foi saudada pelo presidente da União das Associações Comunitárias do Interior de Canguçu (Unaic). “É fundamental que se estabeleça uma relação de proximidade entre os mandatos e as cooperativas para levar benefícios a estas comunidades”, explicou Demaicon Peter, lembrando que dos cerca de 50 mil habitantes do município, 33 mil vivem no campo.

Participaram da reunião em Canguçu as seguinte cooperativas: Unaic, Sul Ecológica, Coopal, União, Cresol e Coomelca.

CafSul

À tarde os deputados participaram da assembleia da Cooperativa dos Apicultores e Fruticultores da Zona Sul (CafSul) na Vila Maciel, 8º distrito de Pelotas.

Marroni destacou o trabalho dos produtores da região e lembrou que o sucesso da cooperativa já serve como exemplo a outras regiões do estado. “A CafSul é uma prova de que a boa relação entre agricultores, cooperativas e indústrias dá bons resultados e garante maior qualidade aos produtos e renda às famílias”, completou Miriam.



GP Princesa do Sul

Na tarde do domingo (dia 10) mais de 15 mil pessoas lotaram o hipódromo da Tablada, em Pelotas, para assistir ao Grande Prêmio Princesa do Sul de turfe. Como responsável por intermediar as negociações entre a direção do Jockey Club de Pelotas e o Ministério da Agricultura que possibilitaram a reabertura do hipódromo este ano, o deputado federal Fernando Marroni acompanhou a maior festa do turfe pelotense.

Marroni foi à Tablada acompanhado da esposa, a deputada estadual Míriam Marroni (PT) e do vereador Beto da Z-3 (PT). Além de assistir às principais provas do dia, o deputado foi convidado para entregar o troféu ao treinador vencedor do GP Velocidade, A. Petrechel (foto).

Instantes antes da largada do GP Princesa do Sul, o casal Marroni participou da homenagem feita às joquetas Janaína Isabel (vencedora do Princesa do Sul em 2000) e Michele Vargas (a primeira joqueta formada na Tablada).

“É um belo reconhecimento a duas mulheres que venceram em um ambiente predominantemente masculino e honraram a força da mulher gaúcha”, disse Marroni.

Ao final da tarde, os deputados assistiram o garanhão Ask Me Not conduzido por Miguel Barreto vencer, com relativa facilidade, a prova mais esperada do dia.
 

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Informativo Edegar Pretto


NOTA

Conferência com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Participe!
Na próxima terça-feira (19), às 9h30min, a ministra do Meio Ambiente vai estar no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, para discutir o novo código florestal. A programação faz parte do Programa Destinos e Ações para o Rio Grande, uma parceria entre a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados. As mudanças no código podem transformar bastante o nosso país, para melhor ou para pior. Cabe a nós decidirmos. Participe!


Edegar Pretto discute projeto das agroindústrias familiares com a comunidade
Buscando construir coletivamente as melhores alternativas para viabilizar economicamente as agroindústrias familiares, o deputado Edegar Pretto presidiu a audiência pública realizada nesta sexta-feira (15) em Sarandi. Ele ressaltou a defasagem na legislação das agroindústrias familiares para destacar a importância de seu Projeto de Lei 66/2011, que altera o sistema de inspeção e autorização para comercialização de produtos das pequenas agroindústrias. Leia mais...


Edegar Pretto valoriza diálogo do governo com os movimentos socias

Em pronunciamento no Plenário, nesta quarta-feira (13), o deputado Edegar Pretto (PT) comemorou o diálogo estabelecido entre o governo do estado e os movimentos sociais. Ele elogiou a união dos movimentos para tirar uma pauta única de reivindicações sobre o endividamento dos agricultores para ser levada ao governo federal, conforme solicitado pelo governador, Tarso Genro. Enfatizou a disposição do governo em ouvir os pequenos agricultores e atuar como aliado de suas causas. Leia mais...


 Demanda dos ascensoristas é encaminhada à Superintendência Geral

Os funcionários terceirizados da Assembleia Legislativa contaram com a intermediação do deputado Edegar Pretto (PT) para levar suas demandas à Superintendência Geral da Casa. Ele acompanhou a coordenadora dos ascensoristas, Zeneida Terra Rodrigues, em conversa com o superintendente-geral, Ricardo Haesbaerth. Leia mais...


Estado precisa investir R$ 500 millhões para resolver déficit de vagas

O Estado do Rio Grande do Sul precisa investir R$ 500 milhões para resolver o déficit do sistema carcerário gaúcho, atualmente em 11 mil vagas. A conclusão é do coordenador-geral do mutirão carcerário nacional, o juiz de Direito Douglas de Melo Martins, que participou, nesta quarta-feira (13), de audiência pública sobre o sistema carcerário gaúcho promovida pela Comissão de Cidadania e Direitos Humanos, no Teatro Dante Barone. Martins também destacou que o Estado precisa investir anualmente R$ 150 milhões para a abertura de novas vagas no sistema prisional e elogiou a postura e a forma transparente com que o Governo Tarso Genro trata do assunto.  Leia mais...


Edegar Pretto apoia pautas do MAB  
 
A violação dos direitos humanos na construção de barragens motivou a construção da pauta de lutas do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), apresentada ao deputado Edegar Pretto nesta terça-feira (13). Os integrantes do movimento pediram o apoio do deputado a suas principais demandas, que incluem e mudança no modelo energético e os direitos dos atingidos, que serão levadas ao governador, Tarso Genro. 
O deputado se disse comprometido com a pauta do MAB e da Via Campesina. “Nosso mandato traz essa questão dos movimentos sociais e está aberto para ser um corredor, uma ferramenta para a luta dos movimentos”, disse. Ele invocou as condições positivas que vive o Rio Grande do Sul, alertando para a atuação dos movimentos: “Que esse bom momento não sirva para a gente se acomodar. Temos no governador um aliado, mas ele precisa da nossa força”. Leia mais...


Edegar Pretto incentiva mobilização dos movimentos sociais
 
A mobilização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em frente à sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Porto Alegre ganhou o apoio do deputado Edegar Pretto (PT) nesta terça-feira (12). Acampados em frente ao prédio, no Centro da capital, os integrantes do movimento reivindicam desapropriações de terra e a discussão sobre o endividamento dos pequenos produtores, entre outros temas. Leia mais...


Edegar Pretto e Jairo Jorge fortalecem parceria
O deputado Edegar Pretto (PT) foi recebido pelo prefeito de Canoas, Jairo Jorge, nesta segunda-feira (11), para um almoço de cortesia em sua casa. Eles buscam estreitar as relações entre a Assembleia Legislativa e o município da Região Metropolitana de Porto Alegre, tendo em vista que o deputado será o líder da bancada petista nos dois últimos anos da atual legislatura. Leia mais...


Edegar Pretto defende a ligação asfáltica entre Putinga e Relvado
  
Dando prosseguimento ao diálogo já estabelecido com a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra), o deputado Edegar Pretto (PT) acompanhou um grupo de lideranças de Putinga e Relvado, no Vale do Taquari, em audiência com o titular da pasta, Beto Albuquerque, nesta quinta-feira (7). Eles receberam do secretário a garantia de que até o ano que vem estará concluída a ligação asfáltica entre os dois municípios, prometida pelos governos anteriores e não entregue. Leia mais...

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Agrotóxicos? Venenos no nosso prato ! Dep. Fed. Marcon

quinta-feira, 14 de abril de 2011


AGROTÓXICOS VENENOS NO NOSSO PRATO! Você sabia que todos os dias quando almoçamos e jantamos ingerimos uma quantidade enorme de venenos? Nossos alimentos estão contaminados porque as lavo......

Você sabia que todos os dias quando almoçamos e jantamos ingerimos uma quantidade enorme de venenos? Nossos alimentos estão contaminados porque as lavouras em todo o Brasil são pulverizadas com grande quantidade de agrotóxicos.

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo desde 2009. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados oficiais.

Os agrotóxicos contaminam a produção dos alimentos que comemos e a água (dos rios, lagos, chuvas e os lençóis freáticos) que bebemos!

Mas os venenos não estão só no nosso prato. Todo o ambiente, os animais e nós, seres humanos, estamos ameaçados!

Os agrotóxicos causam uma série de doenças muito sérias, que atacam os trabalhadores rurais, comunidades rurais e toda a população, que consome alimentos com substâncias tóxicas e adquire muitas doenças.

Problemas neurológicos, má formação do feto, depressão, doenças de pele, problemas de rim, diarréia, vômitos, desmaio, dor de cabeça, problemas reprodutivos, contaminação do leite materno.

A culpa é do agronegócio! Esse é o nome dado ao modelo de produção agrícola que domina o Brasil e o mundo. Esse jeito de produzir se sustenta nas grandes propriedades de terra (o latifúndio), uma grande quantidade de máquinas (que levam à expulsão das famílias do campo e à superpopulação das cidades), no pagamento de baixos salários (inclusive, trabalho escravo), muito lucro para as grandes empresas estrangeiras e na utilização de uma enorme quantidade de agrotóxicos.

A expansão desse modelo de produção agrícola é responsável pelo desmatamento, envenena os alimentos e contamina a população.

AGROTÓXICOS
AGROTÓXICOS: ATÉ QUANDO VAMOS ENGOLIR ISSO?
VENENOS NO NOSSO PRATO!

Você sabia?
Cada brasileiro consome 5,2 litros de venenos por ano.

PERIGO! Os agrotóxicos causam: câncer, problemas hormonais, ao contrário do que dizem as grandes empresas, é possível uma produção em que todos comam alimentos saudáveis e diversificados. A saída é forta a agricultura familiar e camponesa. Mas como?

Participe dessa campanha para acabar com os agrotóxicos!

No lugar dos latifúndios, pequenas propriedades e Reforma Agrária.
Desmatamento zero, acabando com devastação do ambiente.
Em vez da expulsão campo, geração de trabalho e renda para a população do meio rural.
Novas tecnologias que contribuam com os trabalhadores e acabem com a utilização de agrotóxicos.
Proibição do uso dos venenos.

Daí será possível um jeito diferente de produzir: a agroecologia!

contraosagrotoxicos@gmail.com

Mas por que tanto veneno?

Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida

Quem ganha com isso?

Principais empresas que produzem agrotóxicos: Syngenta, Bayer, Monsanto, Basf, Dow, Novartis, DuPont e Nufarm.

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Conferencia sobre a Politica Ambiental

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Carta de apoio aos agricultores familiares

quinta-feira, 24 de março de 2011

Estamos diante de uma situação alarmante com as perspectivas de nossa vida na agricultura. Os Agricultores adquiriram uma estrutura para produção em suas propriedades, através dos incentivos para a produção com financiamentos tendo os juros subsidiados como o PRONAF. Investiram na produção de grãos, leite, frutas, hortigranjeiros, porém grande número de propriedades investiu na fumicultura de forma integrada, com a promessa de mercado e renda garantida.

Em anos anteriores os agricultores foram incentivados pelas empresas fumageiras, a aumentar a produção de fumo. As empresas precisavam aumentar a produção para suprir a demanda de mercado. Além dos financiamentos de tratores e máquinas, também foram convencidos, pelas empresas, em investir em estufas modernas, porém com auto custo financeiro. As referidas unidades de cura e secagem são usadas exclusivamente para secagem e cura de fumo e muitas delas dependem de maior consumo de energia elétrica.

Mas, hoje ocorre à redução do preço pago pela arroba do tabaco, a indústria utiliza-se do artifício da classificação para pagar menos. A indignação aumenta a cada ano, diante desta prática cruel de desvalorização do produto. Há evidentes sinais de semi-escravidão na relação produtor indústria, de um lado os produtores rurais  sucumbem aos endividamentos e a fragilização de suas estruturas econômicas e até familiares, na convivência com uma redução drástica do preço do fumo; e de outro a indústria que se impõe com uma prática desleal na relação com o trabalhador.

Responsabilizar a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pela crise no setor fumageiro equivale a levantar uma cortina de fumaça para encobrir os reais motivos do empobrecimento dos agricultores, pois, sabe-se que cerca de 90% da produção nacional é voltada ao mercado externo.  O que há é uma excelente safra, mas, nada que justifique a queda do preço que ultrapassa a casa dos 30% em relação aos valores praticados em 2010, a não ser uma exploração brutal dos agricultores para assegurar o sobrelucro da indústria.

Os trabalhadores rurais exigem medidas urgentes, por parte da indústria, com relação aos preços pagos pelo fumo, ao endividamento dos agricultores, a forma de classificação e a formação de monopólio por parte das empresas.

 Diante do exposto exigimos:

- A compra de toda a safra de fumo, sendo esta de responsabilidade das empresas fumageiras, uma vez que incentivaram o aumento da produção em anos anteriores;
-Melhoria do preço, pois, os agricultores estão recebendo valores inferiores a safra passada e inferior ao custo de produção.
- Diminuir o numero de classes para 14, com isso, melhorando a classificação e garantindo o acompanhamento aos agricultores durante a classificação.
- Exigimos que a classificação do fumo deva ser feita na propriedade, pois a mesma quando acontece na empresa muitas vezes não é condizente com os padrões das classes pré-estabelecidas.
- Fim dos arrestos da produção e das hipotecas de terras.
- Revisão dos atuais contratos, excluindo clausulas abusivas e incluindo novas clausulas garantindo um maior equilíbrio contratual e estabelecendo uma nova relação entre os produtores de fumo e as fumageiras.

E por fim reiteramos nossa posição em defesa da agricultura familiar produtora de alimentos e diversificada, por isso, exigimos dos governos Federal, Estadual e Municipal, maiores investimentos e subsídios para as famílias da agricultura familiar, continuarem cumprindo sua missão de produzir alimentos saudáveis para o povo brasileiro.

Assinam a nota pública:

UNAIC – União das Associações Comunitárias do Interior de Canguçu.
COOPAL – Cooperativa dos Pequenos Produtores de Leite da Região Sul.
Cooperativa UNIÃO - Cooperativa União dos Agricultores Familiares de Canguçu e Região.
MPA – Movimento dos Pequenos Agricultores.
MST – Movimento Sem Terra.

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Renegociação de dívidas agrícolas é tema de sub-comissão

quinta-feira, 17 de março de 2011



Sob a iniciativa do deputado federal Marcon (PT-RS), foi levada a público, no último dia 16 de março, a proposta de criação da Sub-comissão Permanente do endividamento da agricultura familiar, dentro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural – CAPADR.

A iniciativa se deu diante da constatação de que nos últimos 15 anos, o tema passou a ser um item permanente junto aos setores da agropecuária no Congresso Nacional, somando 14 leis e centenas de resoluções e decretos.

Para Marcon, a renegociação das dívidas agrícolas levou os agricultores ao limite de endividamento tal que os agricultores familiares e da reforma agrária não possuem condições de quitar suas dívidas. Segundo o deputado gaúcho é necessário encontrar um meio de desonerar os agricultores e as finanças públicas para que os produtores rurais não cheguem ao ponto de perder suas terras.

Um dado relevante vem da Secretaria do Tesouro Nacional, considerando as renegociações desde 1995, ano que iniciaram as renegociações das dívidas agrícolas, até maio de 2011, já saíram dos cofres públicos R$ 32,1 bilhões como subsídio.

Além disso, a renegociação das dívidas gerou um mercado paralelo de serviços, prestados por escritórios empresas jurídicas especializados nesta questão, explorando ainda mais os endividados.

A proposta de Marcon é apoiada por outros 28 deputados membros da Comissão, que concordam que o tema do endividamento e renegociação das dívidas agrícolas deve ter um espaço específico para ser debatido.

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Projeto de Edegar Pretto beneficia agroindústrias familiares

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O deputado defende que inspeção municipal seja suficiente para autorizar comercialização de produtos em todo o estado

O primeiro projeto de iniciativa do deputado estadual Edegar Pretto (PT) atende uma antiga reivindicação dos pequenos agricultores e agricultoras do estado do Rio Grande do Sul. Segundo o parlamentar, o Projeto de Lei 66/2010 amplia o mercado para os produtos das agroindústrias familiares, para que possam ser comercializados em todo o estado, através de um sistema unificado de inspeção.

Na prática, os Serviços de Inspeção Municipais (SIM) serão os responsáveis pela autorização de comercialização dos produtos no estado. A inspeção no município deve atender a critérios e parâmetros técnicos de avaliação sanitária que garantam a qualidade do produto para o consumo. Os sistemas municipais serão integrados e organizados em rede, através do Sistema Unificado de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf-RS), que, se aprovado pelo parlamento, será coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, do governo do estado.

“As agroindústrias poderão ampliar sua participação na economia do estado, gerando desenvolvimento e distribuindo renda para nossos agricultores e agricultoras”, enfatiza Edegar Pretto. Segundo o deputado, o projeto valoriza as características e peculiaridades regionais em seus aspectos históricos, culturais e geográficos, que lhe conferem identidade.

“Se os moradores do município onde está estabelecida uma agroindústria familiar podem comprar e consumir os produtos elaborados pelos agricultores (embutidos, queijos, doces, conservas etc), por que então os consumidores dos municípios vizinhos não podem ter esse mesmo direito?”, questiona Edegar Pretto.

Restrições atuais

De acordo com a legislação atual, o aval do SIM permite que a agroindústria comercialize apenas dentro de seu município, o que restringe sua atuação e muitas vezes a inviabiliza financeiramente. Cerca de 95% das agroindústrias estão nessa situação. Apenas o governo do estado, através da Coordenadoria de Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (Cispoa), pode autorizar a comercialização intermunicipal, dentro do RS. Para vender em todo o Brasil e exportar, é preciso ainda passar pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF).

O deputado ressalta que o projeto não cria novos custos para o estado, apenas reorganiza o sistema com o objetivo de tornar-lhe mais eficaz e viabilizar a existência de milhares de agroindústrias gaúchas. Os municípios já têm seus sistemas de inspeção em funcionamento. O que Edegar Pretto propõe é que eles tenham autoridade para permitir a comercialização, centralizando o gerenciamento no governo estadual.

A proposta também estabelece a criação do Conselho Gestor do Susaf-RS, que será composto de diversos órgãos do governo do estado, representantes do serviço público de assistência técnica ou extensão rural, de organizações não-governamentais e de consumidores, representantes de profissionais de inspeção sanitária, de instituições de pesquisa, de organizações da agricultura familiar, de cooperativas e de municípios que tenham adesão ao Susaf-RS. Esse conselho ficará responsável pela coordenação do sistema e pelo estabelecimento de diretrizes, normas técnicas e instruções normativas.

O deputado Edegar Pretto vai fazer um amplo debate sobre o projeto, discutindo a iniciativa com todos os setores interessados (produtores, consumidores, lideranças políticas municipais, entidades representativas do setor) e com o governo Tarso Genro. “Esse projeto faz parte de uma construção coletiva e que vai envolver todos os setores da agroindústria familiar do Rio Grande do Sul”, aponta.

www.twiitter.com/edegarpretto

Jornalista responsável: Cristina Rodrigues
(51) 3210.1801 / (51) 9832.4483

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Governador Tarso Genro sanciona lei que anistia 45 mil famílias de pequenos produtores

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O governador Tarso Genro, em sua primeira viagem ao interior gaúcho como chefe do Executivo sancionou, neste sábado (22), em Ronda Alta, no noroeste do Estado, a lei que anistia dívidas de pequenos agricultores. O ato ocorrido no Salão Paroquial do município, que será uma das cidades com o maior número de beneficados, reuniu mais de mil trabalhadores do campo.

"Esse projeto só foi possível devido a uma bela movimentação política que envolveu todo o Rio Grande. A Fetraf, a Fetag e a Via Campesina superaram as suas divergências e pressionaram, de maneira legítima, todos os envolvidos. Graças isso, hoje podemos anistiar as dívidas de 45 mil famílias de pequenos agricultores gaúchos", ressaltou Tarso.

O projeto, aprovado na Assembleia Legislativa, no dia 11 deste mês, atende famílias de agricultores assentados da reforma agrária, pescadores, beneficiários dos programas de crédito do Feaper, do Funterra e do Fundo Pró-Rural/RS. Em sua grande maioria, os débitos são de valor inferior a R$ 3 mil.

Presente ao evento, o presidente da Assembleia Legislativa, Giovani Cherini, ressaltou a importância da realização do ato no interior gaúcho. "O governador poderia ter sancionado o projeto no Palácio Piratini, mas não. Tarso Genro veio ao município de Ronda Alta, dando uma grande demonstração que este governo estará sempre ao lado do povo", destacou.

Participaram da solenidade o secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, os deputados Dionilso Marcon, Elvino Bonh Gass, Gilmar Sossela, Altemir Tortelli e Edegar Pretto, prefeitos e vice-prefeitos da região e lideranças do MST, Fetraf, Fetag e Via Campesina.

No próximo sábado, o governador também estará fora da Capital. Tarso fará a primeira interiorização de sua gestão. Uma parte da estrutura do Executivo será instalada no município de Piratini, na região Sul do Estado.

Por site: www.rs.gov.br

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Tarso em Canguçu no dia 16 de setembro

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

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Programa de TV apresenta propostas para a agropecuária gaúcha

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Dilma: agricultura familiar terá mais crédito e assistência

segunda-feira, 16 de agosto de 2010


Em visita à Feira do Produtor de Vicente Pires, em Brasília, a candidata à presidência, Dilma Rousseff, fez uma forte defesa do fortalecimento da agricultura familiar para aumentar a renda no campo. Dilma citou a expansão do crédito, que passou de R$ 2,2 bilhões na safra 2001/2002 para R$ 16 bilhões em 2010/2011, e o assentamento de 570 mil famílias no governo Lula. Esta aposta na agricultura familiar, segundo a candidata, será renovada em seu governo.

“Nós vamos continuar expandindo o crédito e reforçar a assistência técnica. Hoje você vê um aumento extraordinário da qualidade de vida da população rural. Com uma política de seguro e de aposentadoria rural, vamos elevar a renda no campo. Além disso, será responsável por uma das maiores reduções da desigualdade no Brasil”, disse Dilma, neste domingo, na entrevista coletiva que foi acompanhada, também, por centenas de militantes com suas bandeiras.

Segundo a candidata, seu governo investirá na assistência técnica, para que o pequeno produtor tenha acesso ao crédito, e incentivará a aquisição de 30% dos produtos da merenda junto à agricultura familiar.

Fim da pobreza extrema

“Eu considero que essa política de elevar a renda na região rural do Brasil é uma das mais importantes para que a gente cumpra o desafio, que é o maior do meu governo, de erradicar a miséria”, explicou Dilma, acrescentando que, segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a renda das famílias no campo cresceu cerca de 30% com o fortalecimento da agricultura familiar.

No passeio pela Feira do Produtor, Dilma cumprimentou os donos das barracas de frutas, verduras e temperos, acompanhada dos militantes brasilienses. “Esta feira, que coloca o produtor junto com o consumidor, é um elemento fundamental, porque garante segurança alimentar. Você consegue colocar o maior número de produtos para o consumidor ter acesso e, ao mesmo tempo, a preços menores.”

Fonte: Portal Dilma 13

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