Mais 20 milhões saíram da condição de miséria
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgada nesta semana, mostra que a melhoria do mercado de trabalho, o aumento real do salário mínimo e os programas sociais do Governo Lula, como o Bolsa Família, tiraram da condição de miséria cerca de 20 milhões de brasileiros desde 2003. Segundo os cálculos da Fundação, sem as políticas de desenvolvimento econômico sustentável e de distribuição de renda, o País estaria hoje com 50 milhões de pobres.
O levantamento revelou também que a crise financeira internacional não impediu que houvesse uma redução da pobreza no Brasil. No ano passado um total de 3,8 milhões de brasileiros saíram da miséria, o que representou uma queda de 12,27% no número de pessoas pobres. Pelos números, o Brasil tem atualmente 29,3 milhões de miseráveis, o que significa que 16,2% da população vive abaixo da linha da pobreza.
Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), a FGV concluiu que, entre 2003 e 2008, cerca de 32 milhões de brasileiros ascenderam de classe social passando a integrar as classes A, B e C. A melhoria na renda do brasileiro foi um dos pontos fundamentais para que o potencial de consumo aumentasse 14,98% neste intervalo de tempo, acrescenta o estudo. Ao mesmo tempo, 20,9 milhões de pessoas deixaram a parcela mais pobre da população, migrando das classes D e E. Somente na classe E, deixaram de figurar 19,5 milhões de brasileiros, o que representou uma retração acumulada de 43% entre 2003 e 2008. A Pnad também mostrou que, em 2008, os pobres sofreram menos com a desaceleração da economia provocada pela crise financeira.
Informações do Boletim do Dep. Fed. Henrique Fontana.
O levantamento revelou também que a crise financeira internacional não impediu que houvesse uma redução da pobreza no Brasil. No ano passado um total de 3,8 milhões de brasileiros saíram da miséria, o que representou uma queda de 12,27% no número de pessoas pobres. Pelos números, o Brasil tem atualmente 29,3 milhões de miseráveis, o que significa que 16,2% da população vive abaixo da linha da pobreza.
Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), a FGV concluiu que, entre 2003 e 2008, cerca de 32 milhões de brasileiros ascenderam de classe social passando a integrar as classes A, B e C. A melhoria na renda do brasileiro foi um dos pontos fundamentais para que o potencial de consumo aumentasse 14,98% neste intervalo de tempo, acrescenta o estudo. Ao mesmo tempo, 20,9 milhões de pessoas deixaram a parcela mais pobre da população, migrando das classes D e E. Somente na classe E, deixaram de figurar 19,5 milhões de brasileiros, o que representou uma retração acumulada de 43% entre 2003 e 2008. A Pnad também mostrou que, em 2008, os pobres sofreram menos com a desaceleração da economia provocada pela crise financeira.
Informações do Boletim do Dep. Fed. Henrique Fontana.


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