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Informativo Raul Pont

segunda-feira, 14 de março de 2011

Marcha Mundial de Mulheres no RS na Tribuna Popular

A coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres no Rio Grande do Sul, Cláudia Prates, ocupou a tribuna durante a sessão plenária desta quinta-feira (3), dentro do espaço da Tribuna da Mulher. Ela falou sobre a origem do Dia Internacional da Mulher e sobre sua necessária comemoração ainda nos dias atuais como momento de mobilização do movimento feminista organizado.

Mulheres socialistas
Cláudia traçou uma retrospectiva sobre as atuações feministas ocorridas a partir do século XIX para demonstrar que a criação do Dia Internacional da Mulher não foi motivada por um único fato determinado na história. "Pensar no 8 de março nos remonta historicamente a compreender a luta das mulheres socialistas. Esse dia é resultado das mobilização das mulheres de esquerda", enfatizou. Conforme a oradora, ao longo dos anos, o sistema capitalista foi se apropriando da data como sendo um dia comercial. Segundo a coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres, atualmente a opressão contra as mulheres se dá por instrumentos diferenciados e cada vez mais violentos que provém do mesmo sistema capitalista patriarcal combatido, no passado, pelas companheiras comunistas e socialistas. Se hoje os desafios encontrados são mais complexos, Cláudia afirma que também são novos os mecanismos de luta. Entre eles, ela cita o trabalho de movimentos sociais como a Marcha Mundial e a atitude de mulheres como Simone de Beauvoir, Pagu, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Dilma Rousseff. "São mulheres que fazem do cotidiano o espaço de lutas", assinalou.
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08 de Março: Direitos, Respeito e Igualdade para mudar o mundo

Neste ano de 2011, quando se completam cento e um anos da declaração do Dia Internacional das Mulheres, é central reafirmar a importância da nossa luta pela autonomia e liberdade das mulheres do mundo. Vivemos em um momento histórico que nos permitirá avançar ainda mais nas conquistas obtidas pelas lutas feministas. No Brasil elegemos nossa primeira presidenta, Dilma Rousseff, e no Rio Grande do Sul avançamos com Tarso Genro, que criou uma Secretaria específica de políticas públicas para as mulheres.

Diante deste cenário, nosso mandato trabalhará para o fortalecimento de políticas que busquem a autonomia e emancipação das mulheres, por políticas públicas voltadas ao combate à violência, à inserção da mulher no mundo do trabalho e à sua participação política ativa.

Temos convicção do papel transformador da mulher na sociedade e somamos nossa luta com todas as mulheres que marcham pela construção de um mundo livre do machismo, do racismo e da homofobia.


Participe!

11 de março às 20h | 12 de março às 21h | 13 de março às 20h Apresentação Teatral sobre historia da Frida Khalo no Teatro Renascença Local: Teatro Renascença (Av. Érico Veríssimo nº309) entrada franca. Após a abertura teremos um coquetel Realização: Teatro Renascença, Sintrajufe e a Marcha Mundial das Mulheres

14 de março às 19h Apresentação Vídeo 'Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres', realizado em março de 2010, pela MMM / Local: Cine Bancários Realização :Marcha Mundial das Mulheres Apoio :Coletivo de Mulheres Bancárias

20 de março das 14:30 às 17h Oficina da Marcha no CTG Inhanduí R. Gervásio da Rosa,190 ,Vila Nova Tema: feminismo, divisão sexual do trabalho e violência contra as mulheres 17:30 às 18:301 Domingueira Feminista Realização Mulheres CTG Inhanduí e Marcha Mundial das Mulheres

PT quer agilizar tramitação de projetos que beneficiam UERGS

Em encontro realizado nesta terça-feira (2) com o reitor da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, Fernando Guarana Martins, a bancada do PT se comprometeu a trabalhar para agilizar a tramitação de projetos que beneficiam a instituição. A reunião foi uma iniciativa do deputado Jéferson Fernandes, que integra a Comissão de Educação e propõe a construção de uma "agenda de ações conjuntas para o fortalecimento da UERGS".

Entre as iniciativas relativas à universidade estadual que tramitam na Casa, estão duas Propostas de Emenda Constitucional, de autoria do deputado Raul Pont. Uma das PECs destina 0,5% da receita líquida de impostos próprios para a manutenção do ensino superior público. A outra agrega a UERGS ao Sistema Estadual de Ensino, adequando a Constituição Estadual às determinações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Ambas foram apresentadas na legislatura passada, não chegaram a ser votadas e foram reapresentadas pelo autor neste ano.
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Governo do Estado anuncia o maior reajuste da história do piso regional

O deputado Raul Pont (PT) considera que o índice de reajuste de 11,6% proposto pelo Executivo dá início ao processo de recuperação do poder de compra do piso regional, que já foi equivalente a 1,30 salário mínimo nacional. "O governo está cumprindo o compromisso de campanha de recuperar o piso regional, cujo poder aquisitivo sofreu forte redução nos últimos oito anos", frisou o parlamentar.

Neste mês de fevereiro, o governador, Tarso Genro, anunciou o reajuste, com isso, a menor das quatro faixas deverá passar de R$ 546,57 para R$ 610,00. A maior subirá de R$ 594,42 para R$ 663,40. As faixas intermediárias corresponderão a R$ 624,05 e R$ 638,10.

A proposta do governo, que ainda deverá ser apreciada pela Assembleia Legislativa, na avaliação de Pont, interrompe a lógica que vinha, nos últimos dois governos, esvaziando o instrumento de distribuição de renda. Desde 2005, o piso regional vinha despencando em comparação com o salário mínimo nacional. Em 2001, quando foi implantado no Rio Grande do Sul, pelo governo Olívio, o piso regional equivalia a 1,28 salário mínimo. No governo Yeda, a diferença foi reduzida para apenas 1,07.

Precatórios: Dívida pode comprometer novos investimentos, alertam petistas

Há dois meses no comando do Palácio Piratini, o governador Tarso Genro terá que desatar um nó que poderá comprometer os investimentos que vêm sendo alinhavados para dar início a um novo ciclo de desenvolvimento no estado. Trata-se de um passivo trabalhista originado pela Lei Britto que, segundo estimativas, oscila entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões. A dívida, transformada em precatórios e requisições de pequeno valor, exigirá um desembolso anual do Tesouro do Estado de R$ 1,1 bilhão, montante equivalente ao valor mensal de toda a folha de pagamento do funcionalismo gaúcho.

O assunto repercutiu na última terça-feira, 1º de março, na sessão plenária da Assembleia Legislativa. O deputado Raul Pont (PT) lembrou que, só a conta a ser paga neste ano, é quase o dobro do empréstimo que o governo do Estado pretende obter junto ao Banco Mundial para financiar ações sociais, modernização da gestão e implantação de um sistema de controle de desastres naturais.

A dimensão da dívida, segundo o petista, escancara a farsa do déficit zero propalado pelo governo anterior. "Fizeram uma maquiagem contábil para criar a ilusão de equilíbrio das contas públicas. Além de subtraírem recursos constitucionais da saúde e da educação para fabricar o déficit zero, esconderam o tamanho da dívida com os servidores", frisou.
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Dia: 20 de março às 11 horas
Convite: R$ 15,00 + 01Kg de alimento não perecível (entregue no evento)
Local: Casa do Gaúcho – Rua Otavio Francisco Caruso da Rocha, 301 Praia de Belas/ Porto Alegre – RS * Parque da Harmonia

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