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Informativo Fernando Marroni

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Petrobras encontra indícios de petróleo na Bacia Pelotas

A direção da Petrobras confirmou na sexta-feira (dia 12) a possibilidade de existência de petróleo e gás natural na Bacia Pelotas, no sul do RS. Dois poços localizados no litoral entre Tavares e São José do Norte são a principal esperança da empresa que no dia 24 de novembro deverá confirmar à Agência Nacional de Petróleo (ANP) seu interesse em realizar perfurações nestes locais. A estatal também começa a analisar a possibilidade de instalar sua base de operações em Pelotas.

A confirmação das descobertas foi feita pelo diretor de Engenharia de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrela, ao deputado federal Fernando Marroni e à deputada estadual eleita, Míriam Marroni (PT), durante reunião realizada na sede da estatal, no Rio de Janeiro.

“O relatório sísmico realizado nesses pontos mostrou haver semelhança nos materiais dos poços da Bacia Pelotas com poços que hoje já produzem petróleo e isso é uma excelente perspectiva”, disse Estrela.

A partir das boas perspectivas e a determinação da Petrobras em investir na perfuração dos poços entre Tavares e São José do Norte, Marroni e Miriam solicitaram à direção da empresa que dê preferência para Pelotas como cidade-sede de sua base de operações.

“Queremos que Pelotas seja a base da Petrobras para estas operações por oferecer toda a infraestrutura necessária para a empresa, além de poder oferecer mão-de-obra qualificada para atender às necessidades de uma atividade tão complexa”, justificou Marroni.



Lei Rouanet beneficiará restauro da Catedral São Francisco de Paula


O projeto de restauro da Catedral São Francisco de Paula, em Pelotas, contará com o apoio da Lei Rouanet, que prevê a dedução de 100% dos valores aplicados no projeto do Imposto de Renda (IR) de pessoas físicas e jurídicas. A aprovação do projeto pelo Ministério da Cultura foi confirmada na quarta-feira (dia 17) ao deputado Fernando Marroni, que acompanha o andamento do projeto em Brasília. O Ministério da Cultura aprovou um orçamento total de R$ 5,1 milhões para a recuperação da Catedral.

“O projeto foi encaminhado para inclusão na portaria que abrirá oficialmente o prazo para a captação dos recursos necessários”, explica Marroni. A partir da publicação da portaria, o que deve acontecer dentro de um prazo de cinco dias úteis, os responsáveis pelo projeto terão até 31 de dezembro de 2011 para levantar os R$ 5 milhões necessários à obra.

A produtora cultural responsável pelo restauro da Catedral, Maria Luiza Oliveira Pires, da Liga Produção Cultura Ltda., de Porto Alegre, destaca que a partir de agora será necessária uma intensa mobilização da comunidade pelotense para levantar o dinheiro necessário.

O projeto aprovado pela Rouanet prevê o restauro arquitetônico e estrutural da Catedral, o que inclui desde a recuperação dos afrescos do pintor italiano Aldo Locatelli que adornam a nave principal, até reformas do sistema elétrico, hidráulico, das coberturas e melhorias nas instalações do prédio.



Especialistas debatem uso dos recursos hídricos

Professores, pesquisadores e representantes do poder público debateram semana passada na sede da Embrapa Clima Temperado, em Pelotas, o uso atual dos recursos hídricos e novas formas de desenvolver a sustentabilidade. O deputado federal Fernando Marroni foi um dos palestrantes convidados do XIII Seminário Nacional de Gestão e Uso da Água.

Membro das comissões de Minas e Energia e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, o parlamentar falou na quinta-feira (dia 11) sobre os desafios do país na geração de energia. Segundo Marroni, é preciso que o Brasil utilize seu potencial hidroenergético, porém sem descuidar das pesquisas e avanços em outras áreas.

“Devemos fazer nosso dever de casa para gerarmos energia com eficiência e sem desperdícios. Fontes para isso não faltam e necessitam ser aproveitadas de forma responsável”, ponderou o deputado, lembrando as pesquisas brasileiras com biodiesel, etanol, energia eólica e energia nuclear.

Para os professores da Universidade Federal de Itajubá (MG), Afonso Moreira Santos e Geraldo Tiago Filho, empresas e usinas ainda enxergam os fartos recursos hídricos como propriedades do setor elétrico. “A água não pertence às usinas, mas sim à natureza e todos os interesses que os cidadãos possam ter no seu uso. Por isso a necessidade do uso racional dos recursos e da energia”, afirmou Santos. De acordo com Filho, o Brasil é um dos países mais preocupados com a geração de eletricidade por meios limpos, o que classificou como uma iniciativa “louvável”.

Do informativo do Dep. Fed. Fernando Marroni

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