Informativo Fernando Marroni
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Conab anuncia R$ 3 milhões para a cadeia produtiva de pêssego na Zona Sul do RS

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destinará R$ 3 milhões para a aquisição de parte da produção de pêssego da Zona Sul do RS na safra 2010-2011. A confirmação foi obtida deputado federal Fernando Marroni, que esteve reunido com o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sílvio Porto, em Brasília, na tarde de terça-feira (dia 9).
O recurso será destinado através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e dividido em duas partes iguais para finalidades distintas: formação de estoque e aquisição de polpa. O dinheiro será repassado aos produtores através de convênio firmado pela estatal com a Cooperativa dos Apicultores e Fruticultores da Zona Sul (Cafsul), localizada na Vila Maciel, no 8º distrito rural de Pelotas.
“Esse anúncio dá tranqüilidade aos produtores, pois garante o aproveitamento pleno da safra agregando renda às famílias. È uma mostra do comprometimento do governo federal com a agricultura familiar” (Marroni)
O recurso destinado à formação de estoque poderá ser usado como capital de giro pelos produtores com juros de apenas 3% ao ano e com opção de pagamento em frutas, caso não consigam comercializar a produção.
A expectativa dos produtores é que a aquisição da polpa aumente os ganhos das famílias envolvidas no negócio. A estimativa é de que a negociação renda até R$ 4 mil por família.
Marroni acredita que o anúncio da Conab chega em uma hora muito boa, pois os prejuízos causados nos pomares com o vendaval da semana passada estão tirando a paz dos fruticultores.
Pêssego poderá ganhar custeio via EGF
O Banco do Brasil estuda adotar um novo modelo de financiamento para beneficiar a cadeia produtiva do pêssego da Zona Sul do RS. Na segunda-feira (dia 8) o superintendente regional do banco reuniu-se com o deputado federal Fernando Marroni e os vereadores pelotenses Diaroni Santos e Míriam Marroni, do PT.
Os diretores do banco indicaram a possibilidade de oferecer aos produtores e à indústria do pêssego Empréstimos do Governo Federal, conhecidos como EGF. A medida garantiria o financiamento da produção industrial e a compra da safra.
Para tornar isso possível o Ministério da Agricultura deve colocar o pêssego na lista dos produtos beneficiados por EGF. Esta semana o deputado Marroni começa em Brasília uma série de negociações para tornar isso possível. Com a liberação do Ministério da Agricultura o Banco do Brasil estará autorizado a custear a safra de pêssego deste ano e atuar como intermediário nas relações entre produtores e indústria.
De acordo com o parlamentar, a inclusão do pêssego na política de EGF, diminuirá a pressão sobre os produtores para que a venda ocorra toda de uma vez. “Há muito buscamos ferramentas para diminuir a tensão desta relação comercial do pêssego. A aceitação do produto como garantia do financiamento bancário será um avanço fundamental que beneficiará toda a cadeia produtiva”, aponta Marroni.
Congresso Nacional retoma votações após encerramento do processo eleitoral
Câmara dos Deputados e Senado Federal voltaram às atividades desde a semana passada. Fernando Marroni foi um dos primeiros parlamentares a desembarcar em Brasília e retomar os trabalhos no Congresso Nacional. No entanto, o parlamentar gaúcho lamentou a falta de quorum na semana passada que impediu as votações de projetos.
Já esta semana, com a maioria dos deputados de volta à capital federal, os trabalhos na Câmara recomeçaram. Além de participar das votações em Plenário, Marroni participou de reuniões da comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e com representantes da Conab.
“Infelizmente na primeira semana após as eleições muitos parlamentares optaram por permanecerem em seus estados, o que atrasou o início dos trabalhos. Mas agora voltamos ao ritmo normal e pretendemos dar celeridade às votações”, comentou Marroni.
Na próxima semana o deputado irá apresentar relatório sobre a proposta que pretende criar políticas de combate ao bullying nas escolas públicas de todo o Brasil. Pelo projeto apresentado, as instituições de ensino deverão desempenhar ações que coíbam a violência e auxiliem no desenvolvimento educacional dos alunos, promovendo a cidadania.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destinará R$ 3 milhões para a aquisição de parte da produção de pêssego da Zona Sul do RS na safra 2010-2011. A confirmação foi obtida deputado federal Fernando Marroni, que esteve reunido com o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sílvio Porto, em Brasília, na tarde de terça-feira (dia 9).
O recurso será destinado através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e dividido em duas partes iguais para finalidades distintas: formação de estoque e aquisição de polpa. O dinheiro será repassado aos produtores através de convênio firmado pela estatal com a Cooperativa dos Apicultores e Fruticultores da Zona Sul (Cafsul), localizada na Vila Maciel, no 8º distrito rural de Pelotas.
“Esse anúncio dá tranqüilidade aos produtores, pois garante o aproveitamento pleno da safra agregando renda às famílias. È uma mostra do comprometimento do governo federal com a agricultura familiar” (Marroni)
O recurso destinado à formação de estoque poderá ser usado como capital de giro pelos produtores com juros de apenas 3% ao ano e com opção de pagamento em frutas, caso não consigam comercializar a produção.
A expectativa dos produtores é que a aquisição da polpa aumente os ganhos das famílias envolvidas no negócio. A estimativa é de que a negociação renda até R$ 4 mil por família.
Marroni acredita que o anúncio da Conab chega em uma hora muito boa, pois os prejuízos causados nos pomares com o vendaval da semana passada estão tirando a paz dos fruticultores.
Pêssego poderá ganhar custeio via EGF
O Banco do Brasil estuda adotar um novo modelo de financiamento para beneficiar a cadeia produtiva do pêssego da Zona Sul do RS. Na segunda-feira (dia 8) o superintendente regional do banco reuniu-se com o deputado federal Fernando Marroni e os vereadores pelotenses Diaroni Santos e Míriam Marroni, do PT.
Os diretores do banco indicaram a possibilidade de oferecer aos produtores e à indústria do pêssego Empréstimos do Governo Federal, conhecidos como EGF. A medida garantiria o financiamento da produção industrial e a compra da safra.
Para tornar isso possível o Ministério da Agricultura deve colocar o pêssego na lista dos produtos beneficiados por EGF. Esta semana o deputado Marroni começa em Brasília uma série de negociações para tornar isso possível. Com a liberação do Ministério da Agricultura o Banco do Brasil estará autorizado a custear a safra de pêssego deste ano e atuar como intermediário nas relações entre produtores e indústria.
De acordo com o parlamentar, a inclusão do pêssego na política de EGF, diminuirá a pressão sobre os produtores para que a venda ocorra toda de uma vez. “Há muito buscamos ferramentas para diminuir a tensão desta relação comercial do pêssego. A aceitação do produto como garantia do financiamento bancário será um avanço fundamental que beneficiará toda a cadeia produtiva”, aponta Marroni.
Congresso Nacional retoma votações após encerramento do processo eleitoral
Câmara dos Deputados e Senado Federal voltaram às atividades desde a semana passada. Fernando Marroni foi um dos primeiros parlamentares a desembarcar em Brasília e retomar os trabalhos no Congresso Nacional. No entanto, o parlamentar gaúcho lamentou a falta de quorum na semana passada que impediu as votações de projetos.
Já esta semana, com a maioria dos deputados de volta à capital federal, os trabalhos na Câmara recomeçaram. Além de participar das votações em Plenário, Marroni participou de reuniões da comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e com representantes da Conab.
“Infelizmente na primeira semana após as eleições muitos parlamentares optaram por permanecerem em seus estados, o que atrasou o início dos trabalhos. Mas agora voltamos ao ritmo normal e pretendemos dar celeridade às votações”, comentou Marroni.
Na próxima semana o deputado irá apresentar relatório sobre a proposta que pretende criar políticas de combate ao bullying nas escolas públicas de todo o Brasil. Pelo projeto apresentado, as instituições de ensino deverão desempenhar ações que coíbam a violência e auxiliem no desenvolvimento educacional dos alunos, promovendo a cidadania.


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