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Informativo Dep. Est. Elvino Bohn Gass

terça-feira, 11 de maio de 2010


Bohn Gass eleito Secretário Nacional Agrário do PT

Publicado no site Bohn Gass
O líder do PT na Assembleia Legislativa, Elvino Bohn Gass, é o novo Secretário Nacional Agrário do PT. O deputado foi eleito por representantes de 14 estados durante encontro das setoriais petistas realizado na Câmara de Vereadores de São Paulo. “A primeira tarefa é colaborar com o programa de governo de nossa pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff. A Setorial Agrária vê a agricultura familiar e a reforma agrária como temas estratégicos do desenvolvimento do país e vamos oferecer contribuições que visam qualificar as políticas públicas desses setores”, diz Bohn Gass acrescentando que as bases partidárias reconhecem os grandes avanços do governo Lula nestas áreas. “Mas sempre há espaço para melhorar e sempre surgem novas situações que precisam ser enfrentadas.”

A pré-candidata do partido à Presidência da República, Dilma Rousseff, participou do encontro das setoriais e ao chegar na sala dos agrários e ser informada de que Bohn Gass havia sido eleito, lembrou de quando o parlamentar era líder da bancada do PT no Governo Olívio e ela era Secretária Estadual de Minas e Energia. “O Bohn Gass é daqueles companheiros com quem se pode contar em todas as horas. Atuamos juntos no governo do Estado e a imagem que tenho dele é de um trabalhador incansável, um construtor partidário exemplar e um homem que honra suas origens na agricultura familiar. ."

Bohn Gass: novo projeto da FASE não resolve nenhum dos problemas

Publicado no site do Bohn Gass
Para o líder da bancada do PT, deputado Elvino Bohn Gass, a retificativa que o Governo Yeda remeteu à Assembleia Legislativa sobre a venda da área da FASE, não resolve nenhuma das grandes dúvidas que o projeto original suscitava. “Qual será o destino das famílias que moram no local? Qual é o valor real da área? Quem garante a preservação ambiental? A emenda retificativa não responde nenhuma dessas perguntas. Nem mesmo a sugestão dos representantes da Ajuris de que o governo desmembrasse a área e só colocasse à venda a parte que não tem moradias foi atendida pelo governo. Como está, não temos como aprovar.”

Bohn Gass afirma que a bancada do PT tem toda a boa vontade para auxiliar o governo no processo de humanização do atendimento aos adolescentes em conflito com a lei e, por isso, é totalmente favorável à descentralização da FASE. “Quando dizíamos que o projeto original continha muitos erros, fomos acusados de sermos contra só porque era uma iniciativa do governo Yeda. Pois o próprio governo tratou de nos dar razão quando fez a emenda retificativa. Contudo, as mudanças são para inglês ver e não atacam as questões fundamentais. Por isso, nossa posição continua a mesma.”

Salário dos secretários: PT retira quórum para evitar aprovação de trem da alegria

Publicado no site PTSul
Depois de ter três emendas rejeitadas pela base governista, a bancada do PT retirou o quorum da sessão da última terça-feira (4) para evitar a aprovação de um novo trem da alegria. Desta vez, os beneficiados seriam os servidores públicos ocupantes de cargos de secretário de Estado. O projeto do governo, que deverá voltar à ordem do dia na próxima semana, permite a opção entre o salário do órgão de origem e o subsídio dos secretários, fixado em R$ 11.564,00. Quando a escolha recair sobre a primeira opção, os secretário terão mais uma gratificação de R$ 6.938,85.

“A proposta atenta contra a lei do subsídios, que não permite a incorporação de nenhuma espécie de penduricalho aos vencimentos dos secretários.. Além do mais, é inaceitável a concessão de um benefício desta ordem para quem já teve um considerável reajuste no contracheque quando há pouco tempo a Assembleia aprovou migalhas para o magistério gaúcho”, criticou o líder da bancada do PT, Elvino Bohn Gass.

Bohn Gass: cada novo emprego da Philip Morris custará mais de R$ 4 milhões ao povo gaúcho

Publicado no site do Bohn Gass
O líder da bancada do PT, deputado Elvino Bohn Gass, avalia como descabida a renúncia fiscal que o governo Yeda ofereceu à empresa Philip Morris, via Fundopem e Integrar. “A governadora Yeda vende ao povo gaúcho a idéia de que a nova fábrica da fumageira é uma conquista, mas esconde que é este mesmo povo quem vai pagar todo o investimento”, denuncia o deputado. Ele se refere ao projeto de concentração das atividades da Philip Morris em Santa Cruz do Sul. A fumageira pretende transferir a operação das unidades espalhadas no município para apenas uma unidade a ser construída. Como resultados a empresa reduziria custos, ampliaria a produção e geraria 26 novos empregos. “Com o Fundopem e o Integrar combinados, a empresa terá direito a uma renúncia de impostos que pode chegar a 100% do valor do investimento previsto. Significa que o Estado vai abrir mão de aproximad amente R$ 113 milhões em impostos para gerar 26 empregos, ou seja, cada emprego custará cerca de R$ 4 milhões, 346 mil aos cofres públicos”.

Economista argentino diz que Serra propõe caminho perverso para Brasil e América Latina

Publicado no Site RSUrgente
Artigo do economista argentino Jorge Beisntein, professor na Universidade de Buenos Aires, analisa o significado político da candidatura Serra e as implicações da proposta feita pelo tucano de flexibilizar o Mercosul. Beinstein escreve:

As declarações hostis ao Mercosul feitas por José Serra diante de empresários da Federação de Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), deveriam ser tomadas como um sinal de alarme não só no Brasil, mas também na maior parte dos países da região. As declarações do candidato direitista aparecem como um convite ao suicídio do sistema industrial brasileiro que ficaria exposto à feroz concorrência na América Latina de países desesperados por aumentar suas vendas.

A proposta de Serra vai na contramão da tendência global dominante rumo às integrações periféricas que aparecem como respostas às crescentes dificuldades das economias das potências centrais (EUA, União Européia e Japão). O que Serra propõe é um caminho perverso: sair do processo integrador periférico e submeter-se completamente às turbulências do mercado internacional sem nenhum tipo de escudo protetor regional ou periférico trans-regional. Deste modo, o Brasil passaria a fazer parte da estratégia de recomposição geopolítica imperial dos EUA, onde um dos capítulos decisivos é a desestruturação das integrações periféricas tanto na Eurásia quanto na América Latina.

A constrangedora visita de Serra à Fenasoja

Publicado no Site RSUrgente
Jéferson Fernandes (*)
A visita do presidenciável José Serra à XVIII Fenasoja, que deveria marcar o prestígio do tucano numa das maiores festas agrícolas e de negócios da fronteira gaúcha, virou constrangimento. E não só para ele, mas também para a assessoria pemedebista na qual se destacava o deputado Osmar Terra.

Serra teceu considerações sobre saúde, segurança, educação e, claro, agricultura. O problema é que, ao denunciar a ausência do governo federal nessas áreas, ignorou solenemente as pesquisas que dão a Lula altos índices de aprovação na Grande Santa Rosa. E isto porque, goste-se ou não do PT, nunca antes uma administração federal foi tão presente na região.

Na saúde, um dos temas de Serra, enquanto Yeda não cumpre sequer sua obrigação constitucional, em Santa Rosa acontecem programas como Unidade de Pronto Atendimento de Saúde (pronto socorro 24h), Sistema de Atendimento Móvel de Urgência SAMU, ampliação do PSF e outros auxílios a hospitais. Tudo com verba federal. E o povo sabe.

Como seria a política econômica de um governo Serra

Publicado no Site RSUrgente
Emir Sader escreve na Carta Maior sobre como o candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, ficou furioso com a divulgação, por integrantes de sua equipe econômica, de algumas medidas que pretende implementar caso seja ele. Se alguém aí pensou em “choque de gestão” , acertou. O resumo da obra seria o seguinte:
A primeira medida econômica de Serra seria um duro ajuste fiscal – como é típico dos governos neoliberais. Segundo revelado por dois membros da equipe econômica tucana, se promoveria a renegociação de contratos e o corte de despesas públicas – conforme o modelo do FMI. Esse seria o começo do “choque de gestão”, típico das gestões tucanas. “Ele vai entrar com medidas fiscais e até renegociação de alguns contratos”, disse a fonte tucana. ”As despesas da máquina pública estão sob um controle muito frouxo…”

Sul 21: lançamento dia 10 de maio

Publicado no Site RSUrgente



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