Informativo Dep. Est. Elvino Bohn Gass
terça-feira, 4 de maio de 2010
Bohn Gass pede vista e vai apresentar lista de dúvidas sobre projeto da FASEPublicado no site PTSul
Quanto vale, afinal, a área da FASE que o governo Yeda quer vender? E quanto custará o processo de descentralização das unidades de atendimento dos menores infratores? Onde serão construídas estas unidades? O governo garante que as novas instalações contarão com pessoal qualificado para atender os internos? O que será feito com as milhares de pessoas que moram na área onde hoje está situada a FASE? Haverá regularização? Como será feito o cadastramento? Estas pessoas vão ser transferidas para outro local? Que outro local? E as áreas de proteção ambiental, como ficam? Quem garante a preservação?
Estas e outras perguntas serão feitas pelo líder da bancada do PT, deputado Elvino Bohn Gass, no relatório que ele deve encaminhar na próxima semana à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa. Na sessão desta terça-feira (27), Bohn Gass, que reafirma sua posição favorável à ideia da descentralização, pediu vista ao projeto 388 (que autoriza a alienação da área da FASE) na tentativa de que o governo, antes de vender, dê segurança à sociedade gaúcha "não só de que vai mesmo concretizar o projeto social – afinal, sobre isto, que é o mais importante, o projeto não oferece mais do que duas linhas genéricas - mas também de que o Estado não está entregando à especulação imobiliária uma área nobre a preço de banana."
Bohn Gass cita dois fatos que, segundo ele, justificam todo o cuidado que os deputados de oposição vêm tendo com o projeto "O governo só enviou no dia 18 de março deste ano uma avaliação da área feita em 27 de dezembro do ano passado, 13 dias depois de o projeto ter sido protocolado. Estranho, não é mesmo?"
"Além do mais", diz o líder petista, "o terreno de 73,3 hectares da FASE, que o governo pretende passar adiante e avalia em R$ 79,3 milhões, ou seja, R$ 1,082 milhão por hectare, é uma pechincha se levarmos em conta que, próximo ao local, o Estádio dos Eucaliptos, com dois hectares, foi colocado à venda por R$ 20 milhões".
Por fim, Bohn Gass menciona a manifestação do Sindicato dos Engenheiros (Senge) que, em nota pública, afirmou que o projeto contém "flagrantes imprecisões técnicas". "Sem que tudo isto seja esclarecido, votar este projeto é uma temeridade", conclui o líder do PT.
Leia sobre o protesto dos moradores aqui
Bohn Gass: pesquisa do CPERS prova que Governo Yeda sucateou a educação
Publicado no site do Bohn Gass
Mesmo que o Governo Yeda tenha feito de tudo para impedir, o CPERS-Sindicato divulgou na tarde desta sexta-feira (30/040) uma ampla pesquisa realizada com professores, funcionários de escola, pais e alunos sobre as condições humanas e materiais nas escolas da rede estadual de ensino. O trabalho foi publicado numa revista cujo título resume o que a pesquisa descobriu, ou seja, que “O Ensino Público Pede Socorro”
Entre os dados mais significativos está a constatação de que o principal problema das escolas é a falta de recursos humanos. 58,5% das 226 escolas visitadas tem deficiência de funcionários e em 47,1% faltam professores. Para o líder da bancada do PT na Assembléia Legislativa, deputado Elvino Bohn Gass, que acompanhou o ato de divulgação da pesquisa em frente ao Instituto de Educação em Porto Alegre, “os dados levantados pelo CPERS só confirmam o que temos constatado nos quatro cantos do Estado. Não há município em que eu chegue sem que um pai, um professor, às vezes um aluno e noutras vezes até o prefeito ou o vereador venham reclamar da falta de professores”.
Bohn Gass quer que a UFFS pesquise alternativas para fortalecer a região frente a mudanças climáticas
Publicado no site do Bohn Gass
As violentas mudanças climáticas que vêm ocorrendo na região Noroeste são motivo de preocupação constante para a comunidade. O risco de perdas materiais e humanas exige medidas emergenciais e também estruturais para que os municípios sejam minimamente preparados para o enfrentamento destas situações. Pensando nisso, o líder da bancada petista, deputado estadual Elvino Bohn Gass reuniu-se com o diretor do campus Cerro Largo da Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS), prof. Dr. Antônio Inácio Andrioli. O encontro ocorreu no final da tarde de sexta-feira (23/04), na sede da instituição. O parlamentar solicitou que a Universidade coordene um estudo cientifico que contribua na identificação das causas das alterações climáticas e no apontamento de alternativas para melhor convivência com a incidência destes fenômenos. “Com a UFFS, conquistamos ensino, pesquisa e extensão públicas e de extrema qualidade na nossa região. Nada mais coerente do que termos esta estrutura acadêmica a serviço da melhoria da qualidade de vida das nossas comunidades”, argumentou o parlamentar.
Quem mandou a Ford para a Bahiafoi o PSDB de Yeda, FHC e Serra
Publicado no site do Bohn Gass
O texto abaixo é da revista Veja e foi publicado no ano de 1999, primeiro do governo Olívio Dutra no RS.. A Veja pode ser qualquer coisa, menos petista. E se recorro a um texto desta revista anti-PT de carteirinha, é para responder à governadora Yeda que, em seu blog, se utiliza de uma mentira que de tantas vezes repetida, ficou parecendo verdade. Refiro-me à falsa acusação de que o governo Olívio mandou a Ford embora. Longe de dizer que a Veja fala a verdade, mas utilizando apenas os fatos relatados pela revista, sugiro à governadora que evite a “fala fácil de quem acha que pode resolver essa questão porque assim o deseja”.
O que a Veja publicou: “…a chamada “emenda Ford”, que concede benefícios fiscais para que a montadora americana instale sua nova fábrica na Bahia, foi armada dentro do próprio Palácio do Planalto, mais precisamente no 4º andar, onde fica o gabinete do ministro da Casa Civil, Clóvis Carvalho. Na manhã da terça-feira 29 de junho, o deputado José Carlos Aleluia, do PFL baiano, correu para o Palácio do Planalto e instalou-se na Casa Civil para discutir o tema. Ali, o deputado Aleluia costurou o texto, introduzindo o benefício à Ford na medida provisória 1740, junto com os auxiliares do ministro Clóvis Carvalho. Só no início da noite se chegou a um acordo sobre a forma final do texto, que foi então transcrito num dos computadores da Casa Civil e o disquete enviado à presidência do Senado.
Aberto no computador, o disquete revelava um texto modificando um artigo da Lei nº 9440, de 1997. O acréscimo dizia: ”Para os fins do artigo 11 desta lei, os prazos mencionados no artigo 12 e seu parágrafo único terão vigência até 31 de dezembro de 1999″. Traduzindo o burocratês: a Ford pode instalar-se no Nordeste e terá direito aos benefícios fiscais de um programa que estava encerrado desde 1997 e acabava de ser prorrogado. A alteração foi aprovada no Congresso, por 271 votos a favor e 129 contra…”
Serra repete o discurso Pró ALCA da campanha de Alckmin em 2006
Publicado no Site RSUrgente
O pré-candidato à presidência da República, José Serra (PSDB), vem tentando consertar as críticas que fez ao Mercosul durante palestra na Federação de Indústrias de Minas Gerais. Serra disse que o bloco sulamericano era uma “farsa” e “uma barreira para que o Brasil possa fazer acordos comerciais”. Diante da repercussão negativa das declarações, especialmente nos países parceiros do Brasil no Mercosul, o ex-governador de São Paulo recuou dizendo que defende apenas a “flexibilização do bloco”. “O Mercosul deve ser flexibilizado de modo a evitar que seja um obstáculo para políticas mais agressivas de acordos internacionais”, disse Serra em entrevista à Folha de S.Paulo. A mudança de discurso, na verdade, foi uma troca de seis por meia dúzia. A integração sulamericana nunca faz parte da agenda de Serra e de seu partido o PSDB.
Além de desastradas diplomaticamente, as declarações de Serra não são sequer originais. Elas foram repetidas por lideranças tucanas no início da campanha de Geraldo Alckmin, em 2006. Logo após ser anunciado como candidato do PSDB à presidência da República, Alckmin começou a discutir com um grupo de especialistas reunidos por ele, que recebeu o apelido de República dos Bandeirantes. Esse grupo definiu a agenda do que seria um governo tucano no Brasil: reforma trabalhista radical, com corte de encargos e direitos; privatização de todos os bancos estaduais, fusão dos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (ou seja, o fim deste último), adoção da política do déficit nominal zero, menor peso ao Mercosul e retomada das negociações da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA).
do Informativo do Dep. Est. Elvino Bohn Gass.


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