★ Sejam bem-vindos ao portal do Partido dos Trabalhadores - Diretório Municipal de Canguçu •

Informativo Dep. Elvino Bohn Gass

terça-feira, 6 de abril de 2010



Bohn Gass: “O que o governo propôs não é um piso para o magistério, é um piso sobre o magistério”

Publicado no Site do Bohn Gass

Recentemente, votamos propostas relativas aos subsídios do Poder Judiciário e do Ministério Público Estadual. Como é que eu fico diante de um professor que ganha lá os seus 400, 600 ou 700 reais após esses subsídios terem sido elevados de 22 mil para 24 mil reais? A nossa bancada votou contra a elevação. Pois bem, queremos dizer para a base do governo, para os partidos que sustentam o governo e ontem aprovaram com toda a tranqüilidade a elevação desse subsídio, que hoje façam um movimento para elevar o índice de aumento aos nossos queridos professores e professoras. É esse o nosso apelo.

Ontem, votamos o menor índice, 8,8%. Sempre disse que deveríamos chegar ao menos a dois dígitos. Se não chegamos a dois dígitos, que se apresente uma emenda que sirva como uma simbologia desta Casa, colegas deputadas e deputados! Se ontem concedemos 8,8% para os altos salários, que concedamos também 8,8% para os nossos professores e servidores de escola!

Deputados aprovam projeto que reorganiza quadro funcional e cria nova tabela de vencimentos
Publicado no site PTSul

A Assembleia Legislativa aprovou, na quarta-feira (31), projeto que reestrutura o quadro de funcionários do setor da saúde e institui nova tabela de vencimentos. À proposta foi agregada emenda, que determina que a dedicação exclusiva e as promoções por merecimento serão concedidas aos servidores com base em critérios objetivos, previstos em regulamento. A aprovação da matéria foi comemorada pelo deputado Ivar Pavan (PT) na tribuna: “a aprovação deste projeto ressuscita a esperança para começarmos uma caminhada em prol de um serviço de saúde pública com mais qualidade no Rio Grande do Sul”.

O petista defendeu o cumprimento da norma constitucional que determina a aplicação de 12% da receita líquida de impostos e transferências e criticou o governo gaúcho por retirar cerca de R$ 1 bilhão por ano do atendimento público e universal no Estado.

A antiga imprensa, enfim, assume partido
Publicado no Site do Jorge Furtado

Quem estava prestando atenção já percebeu faz tempo: a antiga imprensa brasileira virou um partido político, incorporando as sessões paulistas do PSDB (Serra) e do PMDB (Quércia), e o DEM (ex-PFL, ex-Arena).

A boa novidade é que finalmente eles admitiram ser o que são, através das palavras sinceras de Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional dos Jornais e executiva do jornal Folha de S. Paulo, em declaração ao jornal O Globo:

“Obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada.”

A presidente da Associação Nacional dos Jornais constata, como ela mesma assinala, o óbvio: seus associados “estão fazendo de fato a posição oposicionista (sic) deste país”. Por que agem assim? Porque “a oposição está profundamente fragilizada”.

De José Fogaça para seus 470 mil eleitores
Publicado no Site RSUrgente

José Fogaça (PMDB) renunciou ao cargo de prefeito de Porto Alegre, para o qual foi eleito no final de 2008. Uma das estratégias do PMDB para tentar neutralizar os impactos negativos da renúncia é compará-la, incessantemente, com a renúncia de Tarso Genro (PT) à prefeitura, em 2002. Essa estratégia foi replicada o dia inteiro hoje nos meios de comunicação de Porto Alegre, sendo abraçada por vários colunistas políticos. Além de tentar diluir os danos à imagem de Fogaça, esse movimento tenta puxar Tarso mais uma vez para o tema da renúncia. Um movimento esperado e previsível.

Mas isso não é o mais importante em todo esse episódio. O ofício do prefeito que renuncia não se dirige aos 470 mil e 696 portoalegrenses que acolheram, nas urnas, o pedido de Fogaça para permanecer mais quatro anos na prefeitura. O mínimo que o prefeito deveria fazer neste dia é dirigir-se a esses eleitores explicando suas razões. Fogaça não fez isso, limitando-se a enviar um ofício burocrático ao presidente da Câmara de Vereadores. Um ofício redigido numa linguagem bem distante das incursões emotivas do autor de “Vento Negro” que marcaram boa parte do discurso de campanha do candidato (ver vídeo abaixo).



Yeda, nenhuma obra, muito ímpeto
Publicado no Site RSUrgente

Na quinta-feira (31 de março), enquanto a base de Yeda se escondia envergonhada na hora de votar a migalha de 6% aos professores estaduais, o site do governo do Estado anunciava o que chamou de “balanço da Secretaria de Obras Públicas”. Ali, algumas informações reveladoras sobre esta administração: primeiro, fica-se sabendo que o governo Yeda, que está chegando ao fim, ainda não conseguiu fazer sequer uma obra inteira. Sim, porque pelo balanço do site oficial, o governo teria concluído apenas obras de outros governos que estavam inacabadas. Bem, mas haveria outras 470 obras em andamento “e quase” 400 “se iniciando”. Vamos de novo: se Yed a só concluiu obras de outros governos, se algumas estão em andamento e outras “se iniciando” (o que será que isto quer dizer, exatamente?), então a conclusão elementar é que nenhuma obra teve início, meio e fim no governo Yeda. Mas que não se perca a esperança, afinal, o site do governo diz que ainda haveria “aproximadamente 200″ em fase de licitação.

Agora vejamos o que diz o titular da pasta, José Carlos Breda: “Creio que os secretários se inspiram no ímpeto e na energia da governadora e acabam entrando no mesmo ritmo.”

do Informativo do Dep. Estadual Elvino Bohn Gass.

0 comentários:

  © Free Blogger Templates Nightingale by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP