Governo Lula anuncia alíquota zero para a indústria moveleira
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
O setor da indústria moveleira também será beneficiado pela desoneração tributária, como já ocorre com a chamada linha branca (geladeiras, fogões e lava-roupas). Portanto, a fabricação de móveis terá alíquota zero de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A medida valerá até o dia 31 de março de 2010 e foi anunciada na tarde desta quarta-feira (25), pelo ministro Guido Mantega (Fazenda), em Brasília. A informação é do deputado federal e líder do Governo, Henrique Fontana (PT-RS), que participou do encontro que contou ainda com a presença do ministro Paulo Bernardo (Planejamento); da senadora Ideli Salvatti (PT-SC); do deputado federal Pepe Vargas (PT-RS); e de representantes do setor moveleiro.
Conforme Fontana, a desoneração significa uma renúncia na arrecadação de IPI na ordem de R$ 217 milhões. "Ela [a desoneração] se dará nos moldes da alíquota zero que já existe para a linha branca. É um incentivo para manter aquecida a economia, agora também na fabricação de móveis", destacou o deputado.
Construção
Na mesma reunião, Mantega disse ainda que a desoneração tributária para a construção civil também foi estendida até o dia 30 de junho do ano que vem. Fontana – que está envolvido nessa pauta há meses – ressaltou que o governo federal "mais uma vez mostra sensibilidade e incentiva a produção industrial, a manutenção e a geração de empregos em diferentes setores da economia nacional".
Segundo o ministro da Fazenda, a redução para os materiais de construção foi prorrogada porque esse tipo de produto tem um ciclo mais longo de compra. "O cidadão toma a decisão de fazer uma reforma, mas só compra os materiais ao longo do tempo. Por isso, entendemos que a desoneração para o setor deve ser estendida até junho, quando as obras estiverem sendo concluídas", explicou.
As desonerações terão, no total, impacto de cerca de R$ 900 milhões nos cofres públicos. A redução de IPI para os materiais de construção provocará renúncia fiscal de R$ 686 milhões. Para os móveis, a diminuição de impostos trará impacto de R$ 217 milhões.
do PT Sul.
Conforme Fontana, a desoneração significa uma renúncia na arrecadação de IPI na ordem de R$ 217 milhões. "Ela [a desoneração] se dará nos moldes da alíquota zero que já existe para a linha branca. É um incentivo para manter aquecida a economia, agora também na fabricação de móveis", destacou o deputado.
Construção
Na mesma reunião, Mantega disse ainda que a desoneração tributária para a construção civil também foi estendida até o dia 30 de junho do ano que vem. Fontana – que está envolvido nessa pauta há meses – ressaltou que o governo federal "mais uma vez mostra sensibilidade e incentiva a produção industrial, a manutenção e a geração de empregos em diferentes setores da economia nacional".
Segundo o ministro da Fazenda, a redução para os materiais de construção foi prorrogada porque esse tipo de produto tem um ciclo mais longo de compra. "O cidadão toma a decisão de fazer uma reforma, mas só compra os materiais ao longo do tempo. Por isso, entendemos que a desoneração para o setor deve ser estendida até junho, quando as obras estiverem sendo concluídas", explicou.
As desonerações terão, no total, impacto de cerca de R$ 900 milhões nos cofres públicos. A redução de IPI para os materiais de construção provocará renúncia fiscal de R$ 686 milhões. Para os móveis, a diminuição de impostos trará impacto de R$ 217 milhões.
do PT Sul.


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