Base governista não dá quórum para votar requerimentos
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Mais uma vez, nesta segunda-feira (5), a base do governo não deu quórum para a CPI da Corrupção votar requerimentos. Na pauta, há 15 requerimentos para a convocação ou convite de testemunhas e para requisição de documentos, cuja apreciação foi transferida para a próxima sessão, marcada para às 18h de quarta-feira (7).
A ausência dos governistas gerou protestos de parlamentares da oposição. O deputado Daniel Bordignon (PT) disse que o comportamento da base aliada “sabota a CPI, impedindo celeridade na realização das oitivas”. “Há quase um mês, estão agindo assim. Fizeram um acordo para inglês ver e ludibriar a opinião pública”, criticou.
Entre os requerimentos que aguardam para serem votados, estão os convites para que os deputados federais Eliseu Padilha (PMDB) e José Otávio Germano (PP) deponham na comissão de inquérito. Além disso, há convocação de mais 14 pessoas, entre elas, os ex-presidentes do Detran Flávio Vaz Netto e Carlos Ubiratan de Sousa, o chefe de gabinete da governadora, Ricardo Lied, e a ex-assessora especial de Yeda Crisius, Walna Villarins Meneses.
O Ronaldo Zülke (PT) considera que o boicote à CPI promovido pelos partidos que apoiam a governadora permanece em pleno funcionamento. “Não sei a quem pretendem enganar. A população está acompanhando atenta e sabe quem quer e quem não quer investigar”, apontou.
Zülke desafiou a base aliada a permanecer na sessão após as quatro oitivas agendadas para esta segunda-feira, para realização uma audiência extraordinária para aprovar os requerimentos. “Se não é boicote, certamente, eles ficarão no plenário para votar”, assinalou.
Neste momento, a CPI iniciou a oitiva da delegada de Polícia Estela Máris Simon, ex-presidente do Detran. Deverão depor, nesta tarde também, Sérgio Buchmann, também ex-presidente da autarquia, o atual presidente, Sérgio Filomena, e o secretário adjunto da Administração, Genilton Macedo Ribeiro.
A ausência dos governistas gerou protestos de parlamentares da oposição. O deputado Daniel Bordignon (PT) disse que o comportamento da base aliada “sabota a CPI, impedindo celeridade na realização das oitivas”. “Há quase um mês, estão agindo assim. Fizeram um acordo para inglês ver e ludibriar a opinião pública”, criticou.
Entre os requerimentos que aguardam para serem votados, estão os convites para que os deputados federais Eliseu Padilha (PMDB) e José Otávio Germano (PP) deponham na comissão de inquérito. Além disso, há convocação de mais 14 pessoas, entre elas, os ex-presidentes do Detran Flávio Vaz Netto e Carlos Ubiratan de Sousa, o chefe de gabinete da governadora, Ricardo Lied, e a ex-assessora especial de Yeda Crisius, Walna Villarins Meneses.
O Ronaldo Zülke (PT) considera que o boicote à CPI promovido pelos partidos que apoiam a governadora permanece em pleno funcionamento. “Não sei a quem pretendem enganar. A população está acompanhando atenta e sabe quem quer e quem não quer investigar”, apontou.
Zülke desafiou a base aliada a permanecer na sessão após as quatro oitivas agendadas para esta segunda-feira, para realização uma audiência extraordinária para aprovar os requerimentos. “Se não é boicote, certamente, eles ficarão no plenário para votar”, assinalou.
Neste momento, a CPI iniciou a oitiva da delegada de Polícia Estela Máris Simon, ex-presidente do Detran. Deverão depor, nesta tarde também, Sérgio Buchmann, também ex-presidente da autarquia, o atual presidente, Sérgio Filomena, e o secretário adjunto da Administração, Genilton Macedo Ribeiro.


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