Divulgação de depoimento de Lair Ferst confirma denúncias contra governadora
terça-feira, 7 de julho de 2009
Veio à tona nesta segunda-feira (6), o conteúdo de um texto escrito pelo pivô da fraude do Detran, Lair Ferst, para o Ministério Público Federal em que ele relata pelo menos 20 irregularidades cometidas durante a campanha eleitoral e o inicio do governo Yeda Crusius.
A denúncia envolvem a própria governadora, seu ex-marido Carlos Crusius, assessores, secretários de estado, deputados e empresas. São pelo menos 30 pessoas e empresas implicadas em casos de caixa 2. Um resumo do material, encaminhado em abril pelo procurador Alexandre Schneider ao então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, foi divulgado pelo jornal Zero Hora e demonstra a utilização de recursos de caixa 2 na compra da mansão da governadora.
Segundo Ferst, a casa foi comprada por R$ 1 milhão e não pelos R$ 750 mil que constam no contrato. Além disso, a governadora teria recebido oferta de propina do grupo que operava a fraude do Detran e o início de sua campanha foi financiado pela doação de R$ 500 mil da empresa SP Alimentação, intermediada pelo então secretário de governo de Canoas, Chico Fraga. A empresa, fornecedora de merenda escolar, é e suspeita de envolvimento de fraude no município.
De acordo com Ferst, os recursos de caixa 2 eram recebidos pelo ex-assessor Marcelo Cavalcante, encontrado morto em fevereiro, e pela atual assessora Walna Meneses, que seria " controladora do caixa 2”. Ainda de acordo com o depoimento, Carlos Crusius pegava dinheiro no comitê à noite e levava para o apartamento da candidata. Os recursos nunca mais retornavam.
Por Denise Ritter.
A denúncia envolvem a própria governadora, seu ex-marido Carlos Crusius, assessores, secretários de estado, deputados e empresas. São pelo menos 30 pessoas e empresas implicadas em casos de caixa 2. Um resumo do material, encaminhado em abril pelo procurador Alexandre Schneider ao então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, foi divulgado pelo jornal Zero Hora e demonstra a utilização de recursos de caixa 2 na compra da mansão da governadora.
Segundo Ferst, a casa foi comprada por R$ 1 milhão e não pelos R$ 750 mil que constam no contrato. Além disso, a governadora teria recebido oferta de propina do grupo que operava a fraude do Detran e o início de sua campanha foi financiado pela doação de R$ 500 mil da empresa SP Alimentação, intermediada pelo então secretário de governo de Canoas, Chico Fraga. A empresa, fornecedora de merenda escolar, é e suspeita de envolvimento de fraude no município.
De acordo com Ferst, os recursos de caixa 2 eram recebidos pelo ex-assessor Marcelo Cavalcante, encontrado morto em fevereiro, e pela atual assessora Walna Meneses, que seria " controladora do caixa 2”. Ainda de acordo com o depoimento, Carlos Crusius pegava dinheiro no comitê à noite e levava para o apartamento da candidata. Os recursos nunca mais retornavam.
Por Denise Ritter.








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